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Fatos sobre DSTs

As doenças sexualmente transmissíveis (DST's), como o próprio nome aponta, são adquiridas pelo contato sexual sem segurança, seja pela via oral, anal ou vaginal.

Fatos sobre DSTsAinda que em menor probabilidade, podem se transmitidas também pela via de parasitas, vírus e bactérias presentes em roupas, acessórios íntimos e objetos contaminados. Este quadro clínico, causado por diferentes agentes, acomete diferentes idades e culturas, com sintomas que podem se manifestar de maneira similar.

De acordo com o Ministério da Saúde, o tema é considerado uma problemática global de saúde pública. Estudos apontam que nos Estados Unidos, por exemplo, 10 a 15% da população é infectada. As DST's mais comuns são:

AIDS

Mesmo diante da evolução científica no tratamento da doença e multiplicação da comunicação a respeito de sua prevenção, a Aids ainda apresenta níveis alarmantes de contaminação. Em pesquisa realizada pelo UNAIDS, mais de 30 milhões de pessoas no mundo são infectadas com o vírus HIV. Só no Brasil são registrados cerca de 36 mil casos. O Ministério da Saúde adverte que um quarto dos brasileiros são portadores do vírus, mas desconhecem que estão contaminados.

Ainda que o assunto seja altamente divulgado, a falta de entendimento ou preconceitos relacionados à doença favorecem a discriminação e o aumento dos comportamentos de risco.

Gonorréia

Conhecida como uma DST comum entre homens e mulheres, o maior número de casos ainda é relacionado ao público masculino. A doença tem como principais sintomas:

Nos homens:

  • Dor e ardência ao urinar;
  • Alta secreção de pus pela uretra;
  • Presença de dor ou inchaço em um dos testículos.

Nas mulheres:

  • Alto nível de corrimento vaginal de cor amarelada e odor desagradável;
  • Dor e ardência ao urinar;
  • Sangramento fora do período menstrual;
  • Dores abdominais;
  • Dor pélvica.

Tratamento da gonorreia

HPV

O HPV apresenta alto índice de contaminação no mundo. Só no Brasil são atendidos mais de 2 milhões de casos por ano. O principal grupo de risco se refere a sujeitos na faixa etária dos 14 aos 60 anos. A doença é caracterizada pelo surgimento de verrugas nos órgãos genitais e ânus. Quando não tratado pode causar câncer de colo do útero e câncer de garganta. 99% dos quadros de câncer cervical apontam a infecção pelo vírus.

Tratamento das verrugas genitais

Fatores de risco para a reinfecção

O evolução das DST´s no corpo humano pode causar:

  • Problemas sexuais;
  • Esterilidade;
  • Aborto;
  • Nascimento de bebês prematuros;
  • Deficiência física ou mental nos bebês de grávidas infectadas;
  • Alguns tipos de câncer;
  • Maior suscetibilidade do paciente contaminado adquirir outras DST's;
  • Alastramento da infecção e danos a variados órgãos do corpo;
  • Óbito.

Vale lembrar que o HIV, vírus responsável por causar a AIDS, ataca o sistema imunológico do organismo, que passa a apresentar alta fragilidade e suscetibilidade para o infectado contrair novas doenças. Os primeiros sintomas podem envolver: febre, diarreia, suores noturnos, perda de peso, dor na garganta e dores musculares. Cerca de 40% a 90% dos pacientes podem apresentar sintomas iniciais similares a um quadro de gripe. Porém, o vírus pode se manifestar de maneiras diferentes em cada organismo podendo permanecer encubado por anos.

São passíveis de reinfecção por DST´s pacientes que apresentem:

  • Relações sexuais sem preservativos;
  • Corrimentos, feridas ou verrugas nas genitálias não tratadas;
  • Compartilhamento de agulhas ou seringas;
  • Utilização de objetos não esterilizados;
  • Exposição a alto número de parceiros sexuais;
  • Falta de acompanhamento médico. Pesquisas apontam que sujeitos já infectados por uma DST apresentam maior suscetibilidade a contrair novamente a doença.
  • Comportamentos de risco, como o descaso com a higiene pessoal após contato sexual e a falta de diálogo com o (a) parceiro (a) sobre a questão das DST´s.

Consequências psicossociais do diagnóstico

Consequências psicossociais do diagnósticoA constatação de uma DST demanda um reposicionamento frente às escolhas e atitudes saudáveis, a fim de que o tratamento seja eficaz e gerador de aprendizagens que poderão ser disseminadas a possíveis parceiros sexuais, amigos, filhos e afins.

Apresentamos as principais consequências frente ao diagnóstico de DST´s:

  • Fragilidade física somada ao desequilíbrio orgânico;
  • Temor frente a modificações corporais;
  • Dificuldade de aceitação da doença;
  • Manutenção do quadro sob sigilo, em razão de receio de preconceitos;
  • Sentimentos de culpa, revolta e angústia;
  • Depressão, baixa auto estima e fantasias de impotência e finitude.

Ao receber um diagnóstico de DST, dê prioridade aos seguintes passos:

  • Converse com seu médico e sane todas as suas dúvidas;
  • Busque fontes seguras para pesquisar sobre o assunto;
  • Aceite o fato como uma possibilidade para adoção de novos comportamentos;
  • Dê total prioridade ao tratamento, considerando indicações médicas, uso de medicação, cuidados em relação ao sexo seguro e busca por apoio psicológico, caso julgue necessário;
  • Converse com seu parceiro (a) e mantenha uma relação de transparência nos relacionamentos afetivos;
  • Permita-se interagir com grupos de apoio e especialistas que tratem a doença de maneira ética e livre de julgamentos.
  • Não perpetue a doença motivado por sentimentos de raiva e revolta;
  • Seja um multiplicador de boa práticas na prevenção e no cuidado as DST's.

Prevenção e tratamento

Prevenção e tratamentoAtualmente há uma série de tratamentos que podem controlar e até erradicar os sintomas das DST´s. Para tanto, é necessário que o paciente seja analisado e diagnosticado por médicos especializados, como o ginecologista e o urologista.

DST´s como AIDS e herpes genital não tem cura, mas alternativas de controle. Já a gonorreia e a sífilis podem ser extintas sob o uso de antifúngicos, antibióticos ou pomadas.

O tratamento a ser indicado sempre levará em conta o tipo de DST, e poderá envolver medicamentos, injeção e acompanhamento psicológico.

São considerados testes para o diagnóstico de DST's:

  • Exame pélvico e físico para análise de possíveis infecções;
  • Exame de sangue;
  • Teste de urina;
  • Amostra de fluído coletado dos genitais ou tecido infectado.

Listamos os principais cuidados para prevenção das DST's:

  • Use camisinha. Disponível para homens e mulheres, este preservativo protege de maneira eficaz e previne a gravidez não planejada;
  • Certifique-se que o seu preservativo está dentro do prazo de validade;
  • Caso verifique alterações em sua saúde, não retarde uma consulta médica;
  • Realize checkup anual e mantenha uma relação de transparência com seu medico, a fim de sanar todas suas dúvidas sobre saúde e sexualidade;
  • Converse com seu parceiro(a) sobre o tema, de maneira franca;
  • Mantenha hábitos saudáveis pós-relação sexual. A higienização dos orgãos genitais auxilia a prevenção;
  • Não estabeleça contato íntimo com regiões lesionadas ou objetos contaminados;
  • Evite o uso de lubrificantes à base de petróleo, óleo mineral ou vegetal. Eles podem danificar seu preservativo. Opte por lubrificantes a base de agua.
  • A limitação quanto ao número de parceiros sexuais diminui os riscos de contaminação;
  • Parceiros que fazem uso de drogas injetáveis devem ser evitados.
  • Uma vez constatado que possui uma DST evite contato sexual até que a infecção seja curada.


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Fonte:
Santa Catarina Gov: DSTs | BVSMS: AIDS | Incthpv: Tudo sobre HPV

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