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Disfunção Eréctil

Causas e Tratamento da Disfunção Eréctil

A disfunção eréctil, também conhecida como impotência, é a incapacidade de obter ou manter uma erecção suficientemente forte e duradoura para permitir uma relação sexual satisfatória. É uma condição generalizada na Europa e no Mundo, tendo uma prevalência de mais de 15% na população masculina.

Para além do impacto que a disfunção eréctil tem na sexualidade masculina, quando não tratada de forma correcta, afecta igualmente a vida sexual do outro membro do casal, prejudicando a sua qualidade de vida.

Apesar de cerca de 152 milhões de homens em todo o mundo sofrerem de problemas de erecção, caracterizando-se estes como a disfunção sexual mais comum, apenas 10% dos homens procuram tratamento, agravando o impacto que esta condição tem na sua vida sexual e na das suas parceiras.

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O que é a disfunção eréctil?

A disfunção eréctil traduz-se pela dificuldade persistente em conseguir uma erecção com qualidade suficiente para uma relação sexual satisfatória. Por persistente entende-se que os problemas de erecção ocorrem em 75% das vezes que o homem tenta ter relações sexuais.

É normal que a maioria dos homens tenha dificuldade em conseguir ou manter uma erecção esporadicamente, porém, se esta dificuldade não ocorrer frequentemente e não comprometer a sua vida sexual, não se pode classificar como disfunção eréctil.

Como se processa a erecção?

A erecção é o resultado de um processo neurovascular complexo, no qual nervos, vasos sanguíneos e músculos estão envolvidos. O processo de erecção é iniciado como um reflexo a estímulos visuais, olfactórios, tácteis e imaginativos. Estes estímulos permitem que mais sangue chegue ao pénis, preenchendo os seus corpos cavernosos e desencadeando a erecção. Um mecanismo do tipo válvula na base do pénis, impede que o sangue saia do pénis enquanto se mantiver a estimulação e até ao orgasmo. Desta forma, os corpos cavernosos do pénis permanecem preenchidos e a erecção é mantida.

O que acontece na disfunção eréctil?

Na disfunção eréctil, ocorre uma disrupção do processo normal de erecção. Quando ocorre a excitação sexual são libertadas mensagens nervosas pelo cérebro que estimulam a produção de GMPc. Este químico leva à dilatação das artérias do pénis, permitindo que os seus corpos cavernosos se preencham de sangue e seja conseguida uma erecção. No caso da disfunção eréctil, a substância GMPc é absorvida demasiado cedo durante o processo de erecção, levando a que o fluxo sanguíneo para o pénis volte ao normal e este retome a sua flacidez.

Quem é mais afectado?

A disfunção eréctil é muito comum e ocorre por várias razões e em diferentes idades. Nos homens mais jovens a causa mais frequente é a ansiedade, quer seja pela falta de experiência ou pelo medo de uma gravidez indesejada. O uso de preservativo é frequentemente uma queixa de homens mais jovens no que diz respeito à disfunção eréctil, podendo este ser a causa da perda de erecção.

A partir dos 40 anos, a prevalência da disfunção eréctil aumenta, sendo as principais causas o stress no trabalho, os problemas na relação ou condições como a diabetes a obesidade, o consumo de álcool e o tabagismo. Cerca de 52% dos homens entre os 40 e os 70 anos apresentam algum grau de dificuldade em conseguir ou manter erecções suficientes para penetração.

Com a idade aumentam os problemas de capacidade eréctil pela deterioração da função circulatória e neurológica, porém, com isto não significa que a disfunção eréctil é uma parte natural do envelhecimento. É possível que o homem saudável mantenha relações sexuais até o desejar, porém, com algumas alterações características do processo de envelhecimento.

Por exemplo, quanto mais avançada é a idade, mais difícil é manter uma rigidez completa do pénis, a erecção por um longo período de tempo e repetir a erecção em períodos de tempo mais curtos. Estas alterações são perfeitamente normais e não devem ser confundidas com disfunção eréctil.

Em que idade se desenvolve a disfunção eréctil?

A disfunção eréctil é uma condição altamente dependente do estilo de vida. Apesar de ser mais prevalente em homens com mais de 40 anos e de os problemas de erecção aumentarem gradualmente com o envelhecimento, homens mais jovens podem igualmente sofrer desta condição, podendo as causas ser diferentes das causas da disfunção eréctil em homens mais velhos. Não existe uma idade específica para começar a sofrer de disfunção eréctil. Na faixa etária entre os 40 e os 70 anos é quando esta condição se torna mais prevalente, porém está comprovado que um estilo de vida saudável e a ausência de doenças crónicas diminui o risco de disfunção eréctil, principalmente entre os 65 e os 79 anos.

Quais os sintomas da disfunção eréctil?

A disfunção eréctil pode manifestar-se de forma diferente em homens diferentes. Enquanto que alguns homens conseguem uma erecção mas têm dificuldades em mantê-la, noutros, a erecção não é conseguida durante a estimulação sexual.

sintomas disfuncao erectil

Quais as causas da disfunção eréctil?

O processo que leva à erecção depende de vários factores que permitem um maior fluxo sanguíneo para o pénis e levam ao seu aumento. Os mecanismos envolvidos são principalmente o sistema circulatório, o sistema nervoso, o sistema endócrino e o aparelho genital. Se um destes sistemas não funcionar correctamente, pode causar um problema de disfunção eréctil ou a nível da próstata.

Em geral, o processo de erecção é afectado por dois tipos de factores, os factores psicológicos e os factores físicos. Em alguns casos, a disfunção eréctil pode ser causada por ambos os tipos de factores.

Factores psicológicos

Os problemas psicológicos podem causar disfunção eréctil e afectam principalmente homens mais jovens. Os principais factores incluem:

  • Depressão: Quer a depressão, quer o seu tratamento podem dificultar o processo de erecção, para além de afectarem o desejo sexual do homem.
  • Ansiedade: A ansiedade em relação à performance sexual, quer seja por falta de experiência ou pela relação com uma nova parceira, pode levar a problemas de erecção, causando impacto na confiança do homem.
  • Stress: Problemas profissionais, financeiros ou matrimoniais são das causas psicológicas mais comuns, aumentando o stress na hora de conseguir uma erecção.

Factores físicos

Cerca de 8 em cada 10 casos de disfunção eréctil são motivados por causas físicas, afectando principalmente homens mais velhos. Os principais factores incluem:

  • Hipertensão arterial: A hipertensão leva ao estreitamento e ao endurecimento das paredes dos vasos sanguíneos do organismo e os vasos sanguíneos do pénis não são excepção. Quando o fluxo sanguíneo para o pénis é restringido, é normal ocorrerem problemas de erecção.
  • Colesterol alto: A deposição de colesterol nas artérias cria uma obstrução ao fluxo sanguíneo normal, impedindo que sangue suficiente atinja o pénis para desencadear uma erecção.
  • Diabetes: A diabetes para além de danificar os vasos sanguíneos, danifica os nervos, reduzindo o fluxo sanguíneo e levando à perda de sensibilidade nos órgãos sexuais. Cerca de 75% dos homens com diabetes irá a certa altura das suas vidas sofrer de disfunção eréctil, ocorrendo os problemas de erecção 10 a15 anos mais cedo do que nos homens sem esta condição.
  • Obesidade: Um estudo publicado no The Journal of Sexual Medicine que consistiu na avaliação de pacientes masculinos com disfunção eréctil, concluiu que mais de 50% dos pacientes que procuram tratamento sofrem de obesidade ou excesso de peso. Este facto justifica-se pela existência de condições de saúde frequentemente associadas à obesidade como a diabetes e a hipertensão arterial.
  • Problemas hormonais: Os problemas hormonais não são uma causa frequente de disfunção eréctil. Apesar de as erecções dependerem da hormona testosterona, a relação entre esta hormona e a disfunção eréctil não é clara, sendo possível que homens com baixos níveis de testosterona consigam ter erecções saudáveis.
  • Danos nervosos: Condições como a esclerose múltipla, a doença de Parkinson e o Alzheimer podem levar à disfunção eréctil devido ao seu impacto no sistema nervoso.
  • Medicamentos: O tratamento com antidepressivos, β-bloqueantes, diuréticos, finasterida entre outros pode prejudicar a capacidade de erecção.
  • Tabagismo: O fumo do cigarro contem mais de 41.000 químicos, que para além de outros efeitos nefastos, danifica os vasos sanguíneos, impedindo a circulação de sangue para o pénis.
  • Consumo de álcool em excesso: A disfunção eréctil é comum nos homens que consomem álcool em demasia, para além de este ter um impacto no desejo sexual, devido à desregulação hormonal que motiva. O tratamento da disfunção eréctil é também prejudicado pelo consumo de álcool.

  • Ciclismo:É comum a ocorrência de disfunção eréctil após o ciclismo, principalmente quando são percorridas longas distâncias e durante um longo período de tempo. Isto deve-se à pressão dos nervos do pénis pelo selim.
  • Cirurgia: A cirurgia à próstata, devido à presença de tumores ou à hiperplasia benigna da próstata (HBP), pode levar ao aparecimento de disfunção eréctil imediatamente após a cirurgia ou passado algum tempo. Isto deve-se aos nervos responsáveis pela erecção se situarem muito próximo da próstata, podendo ser danificados durante a cirurgia.

Como diagnosticar?

O diagnóstico da disfunção eréctil deve ser feito por um médico ou profissional de saúde. Durante a consulta ser-lhe-ão feitas questões sobre os sintomas, o seu estado de saúde geral e estilo de vida. Apesar de alguns homens se sentirem desconfortáveis em discutir os seus sintomas ou estilo de vida com um médico, a resposta honesta a estas questões permite avaliar as causas da disfunção eréctil e fazer um diagnóstico correcto.

Exames

De acordo com os sintomas e as causas que possam estar a motivar a disfunção eréctil, podem ser recomendados alguns exames médicos para complementar o diagnóstico. Estes incluem:

  • Teste ao sangue para avaliar os níveis de colesterol e triglicéridos
  • Avaliação dos níveis de açúcar no sangue
  • Exames ao sangue para despistar problemas de rins ou fígado
  • Medição da tensão arterial
  • ECG (electrocardiograma)

Se para além dos sintomas de disfunção eréctil for relatado baixo desejo sexual, poderá ser necessária uma avaliação hormonal, em particular à hormona testosterona.

Tipos de disfunção eréctil

A disfunção eréctil pode ser classificada em três tipos diferentes de acordo com o grau de dificuldade em conseguir ou manter uma erecção. De uma forma geral, pode classificar-se em leve, moderada e completa ou grave:

TIPO MANIFESTAÇÕES
Leve Afecta 17% dos homens com disfunção eréctil e caracteriza-se por uma capacidade de erecção ligeiramente reduzida.
Moderada Afecta 25% dos homens com disfunção eréctil, sendo o tipo mais frequente, caracterizando-se por raras relações sexuais com sucesso.
Completa Afecta 10% dos homens com disfunção eréctil e caracteriza-se por uma capacidade de erecção seriamente diminuída.
Dados do Massachussets Male Aging Study

Como prevenir a disfunção eréctil?

Por a falta de erecção do pénis se relacionar fortemente com o estilo de vida, quaisquer alterações que contribuam para uma vida mais saudável, reduzem o risco de sofrer de disfunção eréctil. Deixar de fumar, reduzir o consumo de álcool e seguir uma rotina de exercício físico podem ter efeitos imediatos na qualidade das suas erecções. Adoptar uma dieta pobre em gordura e sal e rica em vegetais e fibras, principalmente para os homens que sofrem de diabetes, colesterol elevado e hipertensão, pode reduzir o impacto destas condições e a probabilidade de desenvolver disfunção eréctil.

Como referido acima, os problemas de erecção são frequentemente causados por outras condições de saúde subjacentes. Controlar estas condições é fundamental para prevenir a disfunção eréctil e manter uma vida de qualidade.

Tratamento para a disfunção eréctil

A disfunção eréctil é uma condição perfeitamente tratável hoje em dia devido aos progressos realizados nos últimos anos pela indústria farmacêutica. O tratamento para a disfunção eréctil apresenta-se essencialmente em soluções farmacêuticas altamente apreciadas pelos homens que sofrem deste problema, uma vez que são muito eficazes e permitem voltar a ter uma vida sexual plena. Entre as soluções para a disfunção eréctil incluem-se os medicamentos de administração oral em comprimidos, que facilitam a adesão à terapêutica e o tratamento desta condição. Os medicamentos disponíveis actualmente fazem parte dos inibidores da fosfodiesterase tipo 5 e são conhecidos pelos nomes comerciais: Viagra sildenafil, Cialis tadalafil e Levitra vardenafil. Nos últimos anos foi introduzido um medicamento para a disfunção eréctil de ingestão diária, o Cialis Diário que ajuda os homens a ter erecções de forma espontânea quando há estimulação sexual e apenas no momento do acto sexual, como aconteceria naturalmente, apesar da toma contínua, bem como o Levitra orodispersível, com efeitos equivalentes à versão normal, mas solúvel na boca sem água.

Recentemente foi lançado no mercado o medicamento Spedra, aumentando o leque de tratamentos disponíveis para os homens que sofrem de disfunção eréctil.

Apesar de cada vez mais existirem novos tratamentos para a disfunção erétil, o Cialis®, o Viagra® e o Levitra® continuam a ser a primeira escolha de muitos homens e médicos. Contudo, é bom relembrar que os medicamentos disponíveis para a disfunção eréctil não são capazes de curar esta condição permanentemente.

Tem sido demonstrado que os efeitos do Viagra e Levitra duram aproximadamente 4-5 horas, ao contrário do Cialis que permanece na corrente sanguínea durante 36 horas. Se apenas precisa de um medicamento para a disfunção eréctil de vez em quando, o Viagra ou o Levitra são a melhor opção. Os homens com problemas de impotência que desejem ter relações sexuais durante um período mais longo podem optar pelo Cialis. Os medicamentos para a disfunção eréctil começam a fazer efeito cerca de 20 a 30 minutos após a sua toma, ainda que nalguns casos os seus efeitos possam ser mais demorados, Se comer alimentos ricos em gordura é normal que os medicamentos para a impotência levem mais tempo a fazer efeito, para além de que este tipo de alimentos pode fazer com que os medicamentos para a disfunção eréctil não tenham os efeitos desejados.

A opção mais segura é sempre começar pela dose mais baixa para comprovar que o medicamento para a disfunção eréctil se adequa a si. Em qualquer dos casos nunca tome mais do que a dose recomendada pelo seu médico, uma vez que isto não fará aumentar os seus efeitos nem tornará o medicamento mais eficaz. Pelo contrário, aumentar a dose aumenta também a probabilidade de ocorrerem efeitos secundários.

Outros tratamentos

Apesar de os tratamentos de administração oral serem os mais frequentemente recomendados para a disfunção eréctil, devido à sua facilidade de administração e ao seu reduzido risco de efeitos secundários para a maioria dos homens, existem outras opções que podem ser consideradas pelo seu médico por serem mais indicadas ao tratamento da sua condição.

  • Injecções: Antes de estarem disponíveis os medicamentos de administração oral para o tratamento da disfunção eréctil, o tratamento mais comum consistia na injecção de um medicamento na base do pénis, que permitia o aumento do fluxo sanguíneo. A erecção desenvolve-se em cerca de 15 minutos, independentemente da estimulação sexual.
  • Medicamentos uretrais: Geralmente com a mesma substância das injecções (alprostadil), tratam-se de pequenos supositórios introduzidos directamente na uretra, que permitem a rápida absorção pelo pénis e a erecção em 10 a 15 minutos.
  • Dispositivos de vácuo: O tratamento com dispositivos de vácuo é geralmente recomendado a homens a quem não está indicado o tratamento com medicamentos, devido aos seus possíveis efeitos secundários. Estes dispositivos consistem num cilindro onde deve ser colocado o pénis e do qual é removido o ar, criando vácuo, permitindo que seja conseguida uma erecção.
  • Próteses penianas: As próteses penianas mais recentes têm de ser inseridas por meio cirúrgico e consistem em dois cilindros insufláveis inseridos nos corpos cavernosos do pénis, que permitem ao homem conseguir uma erecção através da pressão numa bomba colocada no escroto.

  • Terapia cognitivo comportamental: A terapia é frequentemente a primeira opção de tratamento para os homens com disfunção eréctil de causa psicológica. Apesar de poder ser combinada com tratamentos de administração oral para facilitar a erecção, pode ser uma hipótese de tratamento prolongada e com resultados variáveis.
  • Produtos naturais: O ginseng asiático e Gingko biloba podem ajudar a tratar a disfunção eréctil em alguns homens, contudo, devido à falta de eficácia comprovada, aconselha-se a consulta com um médico antes de tomar estes ou outros suplementos, para avaliar a sua segurança.

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