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Doenças Sexualmente Transmissíveis

Prevenção e Tratamento de Doenças de Transmissão Sexual

As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) são doenças transmitidas de uma pessoa para a outra durante o sexo oral, vaginal ou anal, ou até mesmo por contacto com a área genital infectada do parceiro.

O sexo vaginal e anal sem preservativo são as práticas de maior risco para o contágio da gonorreia e da clamídia, ainda que em algumas situações, como no caso do vírus do papiloma humano (HPV), responsável pelo aparecimento de verrugas genitais, o simples contacto genital seja suficiente para o contágio.

A infecção por outras doenças como o VIH é menos provável, apesar de a sua gravidade ser muito maior.

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O que são as Doenças Sexualmente Transmissíveis?

Doenças sexualmente transmissíveis, ou DST, são aquelas causadas por vírus, bactérias e outros micróbios e microrganismos que se transmitem principalmente através de relações sexuais com uma pessoa que já esteja infectada, sem o uso de preservativo, manifestando-se geralmente através de bolhas, verrugas, feridas, corrimentos e uma série de infecções.

o que são as dsts

Determinados tipos de doenças sexualmente transmissíveis podem não apresentar sintomas aparentes, tanto no homem quanto na mulher, o que exige que, se uma pessoa mantiver relações sexuais periódicas com outra sem o uso de preservativo, tome os devidos cuidados, procurando um profissional de saúde periodicamente.

As doenças sexualmente transmissíveis, quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir e trazer graves complicações para a saúde, como a infertilidade, diversos tipos e câncer e até a morte.

O método mais eficaz para reduzir o risco de transmissão de DSTs é o uso de preservativos em todas as relações sexuais, seja vaginal, anal ou oral. Além do preservativo, com relação ao vírus HIV, é necessário, para pessoas que usam drogas injetáveis, usar seringas descartáveis, uma vez que esse vírus pode ser transmitido pelo sangue contaminado (situação que pode ocorrer também através de transfusão de sangue).

Alguns tipos de vírus, como o da sífilis, podem ser transmitidos pela mãe infectada, sem tratamento, para o bebê, durante a gravidez e o parto. Com relação ao HIV, o vírus também pode ser transmitido dessa forma, e pela amamentação.

Determinados tipos de doenças sexualmente transmissíveis são de fácil tratamento, enquanto outras possuem tratamento mais difícil, podendo persistir ativas, mesmo que o paciente tenha a sensação de melhora dos sintomas.

As mulheres, especialmente, devem ser mais cuidadosas, já que, em alguns casos de DST, não é possível distinguir sem exames mais aprofundados, os sintomas de DST das reações orgânicas comuns do organismo feminino.

Algumas DSTs são de fácil tratamento. Outras, contudo, têm tratamento mais difícil ou podem persistir ativas, apesar da sensação de melhora relatada por pacientes. As mulheres, em especial, devem ser bastante cuidadosas, pois em diversos casos de DST, não é fácil distinguir os sintomas das reações orgânicas comuns de seu organismo. Isso exige da mulher consultas periódicas ao médico. Algumas DST, quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves e até a morte.

Uma das grandes preocupações relacionadas às doenças sexualmente transmissíveis é o fato de serem facilitadoras da transmissão do HIV, pois as feridas de outras DST nos órgãos genitais favorece a entrada desse vírus.

Durante a gravidez, uma mulher acometida de alguns tipos de DST pode transmitir a doença para o feto durante o seu desenvolvimento, causando lesões ou provocando uma interrupção espontânea da gravidez, determinar uma gravidez ectópica, ou seja, fora do útero, ou provocar má formação no feto. Além disso, existem DST que podem atingir o bebê durante o parto, provocando doenças nos pulmões e nos olhos, entre outros órgãos.

Diante de todas as possibilidades de transmissão e de contágio, o acesso ao diagnóstico precoce é uma das melhores formas de fazer o tratamento de DST a tempo, melhorando a qualidade de vida do paciente e interrompendo a cadeia de transmissão de doenças do gênero.

Infecções transmitidas sexualmente: classificação e incidência

Nos últimos anos, a incidência de velhas doenças sexualmente transmissíveis, como gonorreia, hepatite e sífilis, tem subido acentuadamente, enquanto que o HIV é um risco que nunca deve ser subestimado, desde sua propagação na década de 1980.

O sexo seguro, nos últimos tempos, tem sido praticado principalmente com o objetivo de evitar a contracepção, não havendo maiores preocupações com as DSTs. Desta forma, a reincidência começou a ocorrer e, nesses anos, o risco de se infectar com o HIV está cada vez mais previsível, já que a contaminação pode ser controlada através de medicamentos, tornando as pessoas menos responsáveis com relação ao vírus.

A atitude de grande número de pessoas tem sido irresponsável com relação às DSTs, mudando frequentemente de parceiros sexuais e mantendo relações desprotegidas, não havendo maior preocupação nem com a própria saúde nem com a saúde do parceiro.

Diante da situação, em caso de suspeita de qualquer tipo de infecção por DST, é necessário consultar um médico imediatamente. A detecção precoce de qualquer tipo de doença sexualmente transmissível aumenta consideravelmente as possibilidades de cura e de transmissão para novos parceiros.

Os órgãos governamentais têm se preocupado com a propagação das DSTs, principalmente com relação à sífilis e ao HIV, que devem ser comunicados aos órgãos responsáveis pela saúde pública.

Classificação dos agentes infecciosos de doenças sexualmente transmissíveis

As doenças sexualmente transmissíveis utilizam-se de diversos tipos de agentes, como vírus, fungos, bactérias e parasitas, gerando os sintomas mais diferenciados, como verrugas, feridas, corrimentos, bolhas e dores nos órgãos genitais.

Veja, a seguir, os principais tipos de agentes infecciosos e as doenças pelas quais eles são responsáveis:

Bactérias

  • Haemophilus ducreyi – cancro mole
  • Chlamydia trachomatis – clamídia
  • Dovania granulamatis – granuloma inguinale
  • Neisseria gonorrhoeae – gonorreia
  • Treponema pallidum – sífilis
  • Gardnerella vaginalis – vaginose bacteriana

Fungos

  • Cândida albians – candidíase

Vírus

  • Hepatite B
  • Hepatite C
  • Herpes simples tipo 1 e tipo 2
  • HIV (SIDA)
  • Condiloma acumidado – HPV tipos 6 e 11
  • Carcinomas genitais e da faringe – HPV tipos 16 e 18
  • Molusco contagioso
  • Linfoma de células T do adulto – HTLV

Artrópodes

  • Piolho do púbis

Protozoários

  • Trichomonas vaginalis - tricomoníase

Principais doenças sexualmente transmissíveis

Como já vimos, as doenças sexualmente transmissíveis são causadas por vírus, bactérias ou parasitas, entre outros. As DSTs mais comuns, no entanto, são as causadas por bactérias, incluindo infecções como a gonorreia e a clamídia.

As DSTs virais, também bastante comuns, são as que podem gerar verrugas e herpes genital. Em sua maioria as doenças sexualmente transmissíveis são curáveis e, no caso de não haver ainda a cura, podem ser controladas com o auxílio de medicamentos antivirais e antirretrovirais. A prevenção, contudo, é sempre a melhor forma de não contrair qualquer tipo de DST.

Doenças transmissíveis bacterianas

As DSTs bacterianas desenvolvem-se como resultado do contágio através de relações sexuais de pessoa para pessoa. As bactérias tendem a se desenvolver em áreas mais sensíveis, como a vagina, a uretra, o reto, o cérvix, a boca e a garganta de uma pessoa infectada, podendo, no caso de falta de tratamento, disseminar-se para outras áreas, como os olhos.

dsts bacterianas

No caso de bactérias mais perigosas, como o Treponema pallidum, causador da sífilis, elas podem se disseminar para o sistema nervoso central, quando não eliminadas a tempo.

Como geralmente não apresentam sintomas no início da infecção, as bactérias têm mais facilidade de se disseminar, o que eleva o risco de contágio em outras pessoas, já que a pessoa que possui a infecção não tem ainda conhecimento de seu estado de saúde.

As doenças sexualmente transmissíveis bacterianas mais comuns são:

  • Gonorreia
  • Clamídia
  • Sífilis
  • Vaginose bacteriana
  • Microplasma genital
  • Uretrite não específica

Como tratar as DSTs bacterianas

Grande parte das DSTs bacterianas é tratada com a aplicação de um ciclo simples de antibióticos. No entanto, é preciso estabelecer antes a causa da infecção, fazendo os testes laboratoriais e clínicos. Em se tratando de sífilis e gonorreia, o tratamento é mais demorado, principalmente a sífilis que, em alguns casos, pode exigir a internação do paciente.

Doenças sexualmente transmissíveis virais

As DSTs classificadas como virais são causadas por vírus que se transmitem basicamente pelo contato sexual, que tanto pode ser vaginal, anal ou oral, não precisando apenas que fluídos sejam trocados entre parceiros sexuais. A maior parte das DSTs virais não são passíveis de cura total, podendo, no entanto, ser controladas a ponto de não apresentarem qualquer sintoma.

dsts virais

Os vírus mais comuns de DSTs virais, como, por exemplo, o herpes genital e as verrugas, não são potencialmente perigosos. Contudo, o HIV é um dos mais graves, possuindo um grande potencial de provocar complicações, chegando a ser letal.

Da mesma forma que as DSTs bacterianas, as virais geralmente não são percebidas no início, surgindo com o passar do tempo, como o herpes genital e as verrugas, que provocam sintomas visíveis dentro e fora da área genital e do ânus, ou as vesículas do tipo rash cutâneo, que são acompanhadas de grande desconforto. O herpes genital pode provocar surtos esporádicos, que desaparecem depois de algum tempo.

Entre as DSTs virais mais comuns, temos as seguintes:

 
  • Herpes genital, provocado pelo vírus do herpes simplex tipo II
  • Verrugas genitais, causadas pelo vírus HPV, ou papiloma humano
  • HIV / SIDA, provocado pelo vírus da imunodeficiência humana

Como tratar as DSTs virais

O herpes genital e as verrugas genitais são tratados geralmente com a aplicação tópica de medicamentos antivirais e cremes, até que os vestígios externos da infecção desapareçam. Se os surtos se tornarem recorrentes, devem ser administrados medicamentos antivirais como forma de prevenção.

No caso do HIV, a situação é mais complicada, uma vez que o vírus ainda não tem cura, exigindo um controle em longo prazo para que não surjam quaisquer sintomas, fazendo uso de tratamentos antirretrovirais.

Doenças sexualmente transmissíveis parasitárias

As doenças parasitárias sexualmente transmissíveis contagiam através do contato sexual direto ou através de contato direto com a zona genital infectada pelos parasitas.

dsts parasitarias

Os parasitas são microrganismos que dependem de um hospedeiro para sobreviver, sendo tão minúsculos que a infecção pode não ser notada até que seja muito tarde para o tratamento.

Os parasitas, embora não sejam letais, podem causar sérios desconfortos, havendo entre eles a Trichomonas vaginalis, que pode afetar a saúde reprodutiva em longo prazo.

As DSTs parasitárias mais comuns são as seguintes:

  • Tricomoníase, causada pelo parasita Trichomonas vaginalis
  • Os piolhos púbicos, provocado pela disseminação do Pthirus púbis
  • A sarna, causada pelo Sarcoptes scabiei mites

Como tratar as DSTs parasitárias

O tratamento das DSTs parasitárias pode ser feito com a aplicação de antibióticos, como no caso da Trichomonas vaginalis, ou com cremes, no caso de sarna. Os piolhos públicos são normalmente tratados com a raspagem dos pelos da região genital e aplicação de cremes inseticidas, loções ou xampus.

Estatísticas e estudos sobre as doenças sexualmente transmissíveis

As doenças sexualmente transmissíveis vêm tendo sua incidência aumentada ao longo dos anos, em razão, principalmente, da permissividade sexual. Os relatórios apontam que cada vez mais existem pessoas que procuram diagnósticos e tratamentos para as DSTs, principalmente na idade entre 15 e 24 anos, sendo este o principal grupo onde as doenças sexuais são mais prevalentes, especialmente infecções bacterianas, como é o caso da clamídia.

As estatísticas e estudos globais mostram que as DSTs possuem maior possibilidade de afetar pessoas residentes em áreas carentes das grandes metrópoles, muito embora sejam um risco para todos os humanos em idade sexual ativa, independente de idade, gênero ou condições socioeconômicas.

Clamídia

Uma das DSTs mais comuns na Europa e nas Américas é a clamídia, havendo estimativas de que seja ainda mais do que as estatísticas apontam. Em razão de sua natureza assintomática, ou seja, uma pessoa infectada desconhece o fato, não há como calcular o verdadeiro número de pessoas contaminadas.

Somente no Reino Unido, na última década, houve um aumento dramático do número de pessoas diagnosticadas com clamídia, passando de 60 mil pessoas em 2000 para mais de 160 mil em 2010, e esse número tende a aumentar.

Gonorreia

Embora não seja tão prevalente quanto a clamídia, a gonorreia é uma DST bacteriana das mais comuns, com um número de pessoas infectadas cada vez maior. Com relação à gonorreia ainda existe a grande preocupação de que a bactéria que a provoca esteja cada vez menos sensível aos métodos tradicionais de tratamento.

As estatísticas mostram que a gonorreia é mais comum no sexo masculino, embora isso seja devido ao fato de os homens terem maior probabilidade de manifestar os sintomas e, consequentemente, de realizar mais testes e receber tratamento, enquanto no sexo feminino ela pode permanecer latente por mais tempo, gerando a possibilidade de uma mulher contaminada infectar maior número de homens.

Herpes genital

O herpes genital é outra das infecções virais que está se tornando cada vez mais comum, principalmente entre os jovens. O fato é decorrente de as pessoas mais jovens apresentarem maior liberdade no comportamento sexual, o que levou à elevação do número de contaminação através do sexo oral e à redução da imunidade ao vírus VHS-1, o responsável pelas vesículas na região da boca, embora o herpes genital seja mais frequentemente provocado pelo vírus VHS-2.

No Reino Unido, desde o ano 2000, o número vem aumentando entre os infectados pelo herpes genital, passando de 70 mil para 100 mil em 2010.

Verrugas genitais

Uma das doenças sexualmente transmissíveis mais comuns na Europa e nas Américas é a que provoca verrugas genitais, com um alto índice de transmissão. As estatísticas mostram um aumento significativo no número de contaminados em pessoas com mais de 45 anos na última década. No ano de 2009, houve um decréscimo, retornando ao crescimento nos anos seguintes.

DSTs menos comuns

Embora menos comum, a vaginose bacteriana é uma infecção que vem se alastrando nos últimos anos, ocorrendo, na maior parte das vezes, em conjunto com a infecção por clamídia. Os casos de vaginose bacteriana duplicaram na última década, exigindo maiores cuidados por parte das pessoas que mantém maior número de parceiros sexuais.

As infecções provocadas por mycoplasma genitalium, trichomonas vaginalis, reaplasma urealyticum, sífilis e uretrite não específica mostraram, de acordo com as estatísticas, aumento desde o ano 2000. No entanto, a sífilis, em particular, tem se tornado a que mais preocupa os especialistas europeus e americanos.

Uma constatação que impressiona é que, na virada do século 20 para o século 21, as doenças sexualmente transmissíveis ainda representam uma importante causa de mortalidade no mundo todo, muito embora sua importância relativa não esteja uniformemente distribuída. Na África, por exemplo, mais de metade das mortes ocorridas anualmente são decorrentes de DSTs, principalmente provocadas pelo HIV, enquanto que, na Europa, as DSTs provocam pelo menos 5% das mortes.

Doenças mais resistentes

A maior preocupação da Organização Mundial da Saúde com relação às DSTs, é que as bactérias causadoras de sífilis, clamídia e gonorreia, estão ficando cada vez mais resistentes aos antibióticos conhecidos, aplicados no seu tratamento. E, em virtude disso, acabam infectando cada vez mais pessoas.

Essas doenças são as mais frequentes no mundo todo, contagiando pelo menos 200 milhões de pessoas por ano, com a distribuição de 131 milhões infectadas pela clamídia, 78 milhões pela gonorreia e 5,6 milhões pela sífilis.

Com um número tão expressivo de pessoas contaminadas, os antibióticos estavam sendo administrados sem maiores cuidados e, em muitos casos, por tempo demais ou em doses desnecessariamente altas.

O uso exagerado dos antibióticos é exatamente o que tem feito as bactérias se tornarem mais resistentes. Com relação à gonorreia, a situação é bastante grave: a OMS informa que já existem cepas da bactéria N. gonorrhoeae, responsável pela doença, que não respondem a nenhum dos medicamentos existentes.

Embora o cenário para a sífilis e para a clamídia não seja tão extremo, seus agentes causadores também mostram maior resistência aos medicamentos, uma situação que preocupa os médicos e a OMS.

Causas das doenças sexualmente transmissíveis

As causas das doenças sexualmente transmissíveis são, normalmente, os vírus e as bactérias. As infecções bacterianas a exemplo da clamídia e da gonorreia, são mais facilmente tratadas com medicação antibiótica, enquanto que as infecções virais, como o herpes e as verrugas genitais, são incuráveis.

Nesse caso, trata-se de doenças que podem retornar esporadicamente, apresentando novamente os sintomas, que, contudo, podem ser tratados de forma rápida e fácil, controlando o seu ressurgimento.

As doenças sexualmente transmissíveis mais comuns atualmente são as infecções por clamídia, gonorreia, herpes genital, verrugas genitais, sífilis e HIV (AIDS). Sua transmissão ocorre, na maior parte dos casos, durante as relações sexuais, mas também podem acontecer pela transferência de fluídos corporais que levam à infecção.

Os vírus e as bactérias são particularmente concentrados no sangue, no sêmen e no fluído vaginal. A transmissão dos agentes infecciosos normalmente ocorre através de pequenas lesões, que podem surgir durante a relação sexual, sem ser notado por qualquer dos parceiros. Isso permite que os agentes possam se espalhar na corrente sanguínea da pessoa que está sendo infectada.

Devemos também ressaltar que as doenças sexualmente transmissíveis podem ser passadas de uma pessoa para a outra não apenas através de uma relação sexual normal, ou seja, entre um homem e uma mulher, mas também entre homens ou entre mulheres, através do sexo oral ou anal, o que exige o uso de preservativos para proteger tanto a si mesmo quanto outras pessoas contra as doenças.

No caso de mulheres grávidas, sempre existe o risco de que os agentes possam ser transmitidos para o feto, seja durante a gestação ou durante o parto e a amamentação.

A transmissão de DSTs também pode ocorrer através de lesões externas. Quando se lida especificamente com pessoas feridas, é importante não entrar em contato direto com o sangue, havendo a necessidade do uso de luvas. Essa condição é necessária quando o tratamento inicial é feito a acidentados, por exemplo.

Uma infecção pelo HIV, ao contrário do que se pensa, não precisa de um relacionamento sexual, podendo ocorrer através do contato com o sangue da pessoa contaminada.

Sinais e sintomas comuns das doenças sexualmente transmissíveis

Os sintomas das doenças sexualmente transmissíveis são tão diversos quando as próprias doenças. As infecções por clamídia, por exemplo, costumam ocorrer sem qualquer detecção, só sendo percebidas quando surgem as inflamações externas.

Os sintomas agudos das DSTs, contudo, geralmente não são percebidos pela pessoa infectada, como no caso da infecção por gonorreia, que muitas vezes acontece sem qualquer sintoma.

Apenas quando surge uma purulência branco-amarelada no pênis ou no colo do útero é que mostram que a pessoa está infectada. E, nesses casos, quando a doença é diagnosticada com atraso, geralmente a consequência é a infertilidade.

sintomas das dsts

No caso de herpes genital, após a infecção surgem as bolhas na pele, que podem ocorrer tanto nos órgãos genitais como na região anal e na boca.

Uma das infecções mais perigosas, o HIV, não apresenta sintomas visíveis. Suas primeiras manifestações podem se assemelhar a uma gripe comum. Depois de cerca de duas semanas, o HIV pode provocar febres, fadiga, suores noturnos, dores nas articulações e perda de apetite.

Esses sintomas são provocados pelos anticorpos do organismo, lutando contra a infecção, e somente nesse momento é que é possível detectar o HIV no organismo, através de exame de sangue.

Até o momento, a AIDS não tem cura, havendo apenas a possibilidade de preservar a qualidade de vida da pessoa infectada, mas isso apenas quando há um diagnóstico precoce da doença, permitindo o seu controle por meio de medicamentos.

As verrugas genitais, ao contrário de outras doenças sexualmente transmissíveis, são mais fáceis de serem detectadas. As verrugas aparecem nos lábios da vagina ou no eixo do pênis, podendo também surgir na região anal ou na cavidade oral. As verrugas genitais, quando não tratadas, contribuem para o desenvolvimento do câncer cervical.

Os sintomas de doenças sexualmente transmissíveis, na maior parte das vezes podem aparecer com as seguintes características:

  • Corrimento anormal no pênis, na vagina ou no ânus;
  • Dores durante a relação sexual;
  • Sangramento após a relação sexual ou entre períodos;
  • Dores durante a micção ou aumento da frequência urinária;
  • Infecção no reto ou na garganta;
  • Bolhas, verrugas, feridas, irritação, erupção cutânea ou coceiras nos órgãos genitais ou no ânus;
  • Dores pélvicas ou abdominais.

Possíveis tratamentos e prevenção das DSTs

A forma mais segura de evitar doenças sexualmente transmissíveis é praticando sexo de forma segura, com preservativo, que deve ser usado com frequência, principalmente em relações sexuais com pessoas menos conhecidas.

Mesmo quando acontece uma relação sexual oral ou anal, é essencial o uso de preservativo. Quando existe um parceiro sexual fixo, que também mantém outros contatos sexuais, é necessário analisar a presença de DSTs, devendo haver o diagnóstico em ambos os parceiros para descartar qualquer possibilidade de infecção.

Havendo ocorrência de qualquer doença sexualmente transmissível, é necessário consultar imediatamente um especialista médico,que poderá esclarecer do que se trata, desde o início da doença.

Nesse caso, é também importante abster-se de sexo ou apenas praticar sexo seguro. Mesmo nos casos em que uma pessoa não tem certeza se houve uma infecção, é necessário consultar um médico.

Se tiver ocorrido uma infecção com DST, ambos devem ser diagnosticas, sendo necessário também uma terapia para evitar que o contaminado possa transmitir para outras pessoas.

O tratamento medicamentoso para DSTs

A maior parte das infecções de doenças sexualmente transmissíveis pode ser tratada com uma terapia medicamentosa. A depender da natureza da infecção, devem ser selecionados os medicamentos adequados, sendo aconselhável evitar contatos sexuais durante o tratamento para não haver risco de transmissão.

Terapia medicamentosa com antivirais

As DSTs causadas por vírus devem ser tratadas com a ajuda de medicamentos antivirais. Os vírus se propagam nas células do organismo e é necessário programar a produção de células que o possam combater. Entre essas doenças provocadas por vírus, devemos dar atenção especial às seguintes:

 
  • HIV
  • Herpes genital
  • Hepatite B
  • Verrugas genitais

Os medicamentos antivirais evitam que o vírus se propague e ajudam o sistema imunológico para combater os patogênicos. Atualmente, não existem drogas que eliminam totalmente os vírus.

Esses medicamentos devem ser aplicados quando o próprio organismo não é capaz de eliminar naturalmente os vírus, como no caso do vírus HIV, que até agora não pode ser totalmente eliminado, mas que pode ser inibido pelos antivirais especialmente desenvolvidos para o tratamento.

A aplicação de antivirais geralmente é feita com cremes e soluções para uso externo, usando nas regiões do corpo afetadas.

Terapia medicamentosa com antibióticos

Outro grupo de doenças sexualmente transmissíveis, causadas por bactérias, é tratado com antibióticos. Os antibióticos inibem o crescimento das bactérias ou as eliminam, fazendo isso através da formação de proteínas capazes de matá-las, conseguindo evitar a propagação da doença.

As bactérias são microrganismos com núcleo próprio, que se multiplicam de forma independente no corpo do hospedeiro. Entre essas infecções mais comuns, consideradas como DSTs, temos:

  • Clamídia
  • Gonorreia
  • Sífilis
  • Micoplasma genital

Os antibióticos mais comumente utilizados contra doenças sexualmente transmissíveis incluem a azitromicina e a doxiciclina. Uma mistura de azitromicina e cefixima, por seu lado, é utilizada para o tratamento da gonorreia.

As doenças que são provocadas por bactérias anaeróbicas, ou seja, bactérias que podem viver sem oxigênio, além de alguns outros parasitas, exigem tratamento com antibióticos do grupo dos nitroimidazoles.

Terapia medicamentosa com citostáticos

As doenças sexualmente transmissíveis provocadas por patógenos com divisão celular muito rápida podem ser tratadas com drogas citotóxicas. Este tipo de medicamento reduz o crescimento e a divisão das células. De forma geral, podem ser tratados com esse tipo de medicamento principalmente os tumores e as doenças autoimunes.

Doenças provocadas por vírus também podem ser tratadas com citostáticos, principalmente aqueles apropriados para o tratamento de verrugas genitais, que são causados por papilomavírus humano.

Alguns tipos de vírus também estão associados com a ocorrência de câncer do colo do útero e um ingrediente comum deste grupo é o creme contendo 5-fluorouracil para o tratamento de verrugas genitais.

Tratamentos recomendados pela clínica121doc

A 121doc é uma clínica online altamente qualificada que oferece suporte e tratamentos para uma variedade de condições médicas comuns aos seus pacientes.

tratamentos das dsts

Trabalhamos apenas com médicos registados na UE capazes de entender o caso de cada paciente particularmente e prescrever o medicamento mais apropriado para cada condição médica.

Verifique abaixo a lista das doenças sexualmente transmissíveis para quais oferecemos tratamento. A recomendação da nossa cliníca reflete apenas medicamentos de prescrição que tratam cada doença referida.

Doença Definição Recomendação da 121doc

Gonorreia

A gonorreia é uma doença sexual de origem bacteriana causada pela Neisseria gonorrhoeae, uma bactéria que se pode multiplicar facilmente em zonas genitais como o útero, o cérvix, a uretra e o recto, bem como na boca e nos olhos. Se deixada por tratar pode levar à infertilidade.

  • Tratamento recomendado pela 121doc: O tratamento faz-se com o uso de antibióticos como o Pack Gonorreia que contém os antibióticos Azitromicina e Cefixima.

A recomendação do Pack Gonorreia é apenas para referência, se optar por comprar o medicamento no nosso site, o nosso médico precisará analisar o seu historial médico e situação de saúde atual através de uma breve consulta online (preenchimento de um formulário médico) para verificar se os medicamentos disponíveis são adequados para o seu caso.



Doença Definição Recomendação da 121doc

Verrugas Genitais

As verrugas genitais são causadas pelo vírus do papiloma humano (HPV) e podem afectar a zona genital tanto de homens como de mulheres. Nos homens estas verrugas situam-se normalmente no pénis e no ânus e nas mulheres no lábios vaginais, na entrada da vagina, ânus e recto.

A recomendação do creme Aldara, Solução Condyline e creme Wartec é apenas para referência, se optar por comprar o medicamento no nosso site, o nosso médico precisará analisar o seu historial médico e situação de saúde atual através de uma breve consulta online (preenchimento de um formulário médico) para verificar se os medicamentos disponíveis são adequados para o seu caso.



Doença Definição Recomendação da 121doc

Cistite

A cistite é a inflamação da bexiga, uma condição muito comum em mulheres. Os principais sintomas da cistite são ardor ao urinar, necessidade de urinar frequente e urgência em urinar. A cistite crónica pode ser causada pela proliferação de bactérias intestinais na bexiga.

A recomendação do antibiótico Trimetoprim é apenas para referência, se optar por comprar o medicamento no nosso site, o nosso médico precisará analisar o seu historial médico e situação de saúde atual através de uma breve consulta online (preenchimento de um formulário médico) para verificar se os medicamentos disponíveis são adequados para o seu caso.



Doença Definição Recomendação da 121doc

Balanite

A balanite é a inflamação da glande do pénis e pode ser causada pelo mesmo fungo que causa a candidíase vaginal nas mulheres, a candida albicans.

A recomendação do medicamento Diflucan 150 é apenas para referência, se optar por comprar o medicamento no nosso site, o nosso médico precisará analisar o seu historial médico e situação de saúde atual através de uma breve consulta online (preenchimento de um formulário médico) para verificar se os medicamentos disponíveis são adequados para o seu caso.



Doença Definição Recomendação da 121doc

Uretrite não-específica

A uretrite é comum em homens e pode ter várias causas. Se for causada pela mesma bactéria da gonorreia, é classificada como uretrite gonocócica. A designação uretrite não-específica ou não gonocócica significa uma inflamação da uretra causada pelas bactérias Chlamydia, Mycoplasma genitalium, Ureaplasma urealyticum ou Trichomonas vaginalis, todas de transmissão sexual.

  • Tratamento recomendado pela 121doc: Para a uretrite não gonocócica, Azitromicina ou Doxiciclina . O tratamento da uretrite gonocócica é igual ao da gonorreia.

A recomendação dos medicamentos Azitromocina ou Doxiciclina é apenas para referência, se optar por comprar o medicamento no nosso site, o nosso médico precisará analisar o seu historial médico e situação de saúde atual através de uma breve consulta online (preenchimento de um formulário médico) para verificar se os medicamentos disponíveis são adequados para o seu caso.



Doença Definição Recomendação da 121doc

Candidíase Vaginal

A candidíase vaginal é uma infecção fúngica causada pela candida albicans, um fungo normalmente presente no organismo que prolifera quando as defesas estão em baixo. Dependendo da área do corpo afectada, podem distinguir-se a candidíase vaginal, a candidíase peniana, a dermatite por candida e a candidíase sistémica.

  • Tratamento recomendado pela 121doc: Antifúngicos locais, como óvulos ou cremes como o Daktarin e o econazol (Pevaryl). No caso de uma candidíase recidivante está indicado o Diflucan 150 administrado por via oral.

A recomendação dos medicamentos Daktarin, econazol (Pevaryl) e Diflucan 150 é apenas para referência, se optar por comprar o medicamento no nosso site, o nosso médico precisará analisar o seu historial médico e situação de saúde atual através de uma breve consulta online (preenchimento de um formulário médico) para verificar se os medicamentos disponíveis são adequados para o seu caso.



Doença Definição Recomendação da 121doc

Vaginose bacteriana

A vaginose bacteriana é uma infecção muito comum causada pela excessiva proliferação de algumas bactérias (Gardnerella vaginalis, Entamoeba histolytica ou Giardia lamblia) que, em condições normais vivem no sistema genitourinário. As causas de vaginose bacteriana ainda não estão bem definidas, tendo esta como principais sintomas o corrimento vaginal anormal e o odor.

A recomendação do medicamento o Metronidazol e creme vaginal de clindamicina 2% (Dalacin V) é apenas para referência, se optar por comprar o medicamento no nosso site, o nosso médico precisará analisar o seu historial médico e situação de saúde atual através de uma breve consulta online (preenchimento de um formulário médico) para verificar se os medicamentos disponíveis são adequados para o seu caso.



Doença Definição Recomendação da 121doc

Herpes Genital

O herpes genital é uma infecção causada pelo vírus do herpes simplex que leva ao aparecimento de vesículas e úlceras dolorosas em torno da área genital e do ânus, corrimento vaginal, dor ao urinar e por vezes febre. Algumas pessoas experienciam sintomas 4-7 dias após a infecção, enquanto que outras nunca os experienciam, podendo as recorrências ser mais frequentes em determinados indivíduos. O vírus do herpes não tem cura mas existem medicamentos que ajudam a combater os sintomas e a colocar o vírus num estado de latência.

A recomendação dos medicamentos Aciclovir, Valtrex e Famvir é apenas para referência, se optar por comprar o medicamento no nosso site, o nosso médico precisará analisar o seu historial médico e situação de saúde atual através de uma breve consulta online (preenchimento de um formulário médico) para verificar se os medicamentos disponíveis são adequados para o seu caso.



Doença Definição Recomendação da 121doc

Tricomoníase

A trichomonas é o microrganismo responsável pela tricomoníase e é transmitida através de relações sexuais desprotegidas, causando a inflamação da vagina e da uretra.

A recomendação do antibiótico Metronidazol é apenas para referência, se optar por comprar o medicamento no nosso site, o nosso médico precisará analisar o seu historial médico e situação de saúde atual através de uma breve consulta online (preenchimento de um formulário médico) para verificar se os medicamentos disponíveis são adequados para o seu caso.



Porque é possível comprar medicamentos de prescrição para DST online

Os medicamentos indicados para o tratamento de doenças sexualmente transmissíveis, como antibióticos, citostáticos e antivirais, são disponibilizados apenas através de prescrição, não podendo ser comercializados sem receita médica.

No entanto, uma pessoa que possui algum tipo de DST, pode comprar medicamentos de prescrição online para tratamento de clamídia, verrugas genitais e ureaplasma urealyticum online, já que é permitido fazer a consulta online, passando todas as informações ao médico, que indicará o medicamento necessário para os sintomas apresentados.

O paciente acometido de DST pode fazer uso de diversos medicamentos após ter preenchido o questionário médico, que será repassado a um dos médicos registrados na UE, que irá fazer a avaliação e enviar a confirmação para a receita através de e-mail.

A expedição dos medicamentos é feita de forma totalmente discreta, sem indicação do conteúdo ou do remetente e, dependendo da forma de pagamento o mesmo poderá estar na mão do solicitante um dia depois do pedido.

Fontes:

Atualizado em 19 de Janeiro de 2017.

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