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Clindamicina Creme Vaginal (Dalacin V)

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O Dalacin é um creme vaginal desenvolvido a partir do princípio ativo fosfato de Clindamicina, servindo para o tratamento eficaz da vaginose bacteriana. O Dalacin (Clindamicina) apresenta uma concentração de 2% do princípio ativo, sendo encontrado com o nome comercial de Dalacin V, além de outras denominações, quando se trata de medicamento genérico.

O preço do Dalacin V inclui a avaliação médica, emissão de receita e o envio do medicamento pela farmácia. A avaliação permite aos nossos médicos garantir a segurança do medicamento de acordo com o seu estado de saúde.

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Comprar Clindamicina Creme Vaginal (Dalacin V) online - Respostas a suas perguntas

É seguro e legal comprar Clindamicina Creme Vaginal (Dalacin V) online na 121doc?

É possível comprar o Clindamicina Creme Vaginal (Dalacin V) online se os nossos médicos avaliarem a consulta online e emitirem uma receita com base nas informações médicas individuais de cada paciente. A 121doc permite ao paciente comprar o Clindamicina Creme Vaginal (Dalacin V) respondendo um questionário médico online que é analisado pela nossa equipe médica experiente para determinar se a paciente está apta para usar o medicamento que deseja comprar e emitir então uma receita que permite a nossa farmácia dispensar o medicamento.

A 121doc, é regulada e autorizada a dispensar medicamentos online pela Medicines and Healthcare products Regulatory Agency (MHRA) Britânica e Agência Europeia de Medicamentos (EMA) sendo totalmente seguro e legal para o paciente utilizar os nossos serviços. Se encontrar farmácias físicas ou online que não pedem receita ou qualquer dado médico antes de vender o Dalacin V Creme Vaginal, deve evitá-las!

Como posso comprar Clindamicina Creme Vaginal (Dalacin V) sem receita médica na 121doc?

A Clindamicina Creme Vaginal (Dalacin V) é um medicamento sujeito à receita médica por determinação das autoridades de saúde europeias e mundiais. Sendo assim, não é possível comprar a Clindamicina Creme Vaginal (Dalacin V) sem receita médica.

A venda de Clindamicina Creme Vaginal (Dalacin V) sem receita médica é ilegal. Para que a prescrição deste medicamento seja emitida é necessária uma avaliação médica prévia das condições de saúde e histórico médico da paciente. Segundo a EMA (European Medicine Agency), a venda de Clindamicina Creme Vaginal (Dalacin V) continuará a exigir a emissão de uma receita médica, uma vez que a venda livre deste medicamento poderia levar ao seu uso descontrolado.

A emissão da receita online é aprovada pela legislação britânica e europeia, sendo assim a consulta online com nossos médicos especialistas é totalmente viável para a avaliação de seu estado de saúde.

Posso comprar Clindamicina Creme Vaginal (Dalacin V) online sem receita médica?

A Clindamicina Creme Vaginal (Dalacin V) é considerada um remédio o de prescrição médica a nível Mundial. Como tal, a venda do mesmo sem receita é ilegal. É importante ressaltar que além da questão legal, a questão de saúde é primordialmente importante. Tentar comprar medicamentos sem informar questões importantes a um médico, seja fisicamente ou online, oferece riscos à sua condição de saúde. Um médico deverá sempre analisar os seus dados e, com base nisso, poderá determinar se a Clindamicina Creme Vaginal (Dalacin V) é adequada para o seu caso e se o tratamento pode atingir a eficácia esperada. Você pode contar com essa ajuda aqui na 121doc.

Qual é o preço da Clindamicina Creme Vaginal (Dalacin V)?

O preço da Clindamicina Creme Vaginal (Dalacin V) original varia de acordo com a dose e a quantidade prescrita pelo médico.

O preço incluí todo o serviço de excelência que a 121doc prestará: medicamento original, consulta médica online, prescrição médica e a entrega expressa. Os preços praticados pela 121doc podem diferir ligeiramente dos que são praticados numa farmácia local. Note que várias farmácias online ilegais têm preços muito baixos pois não seguem a legislação e não apresentam qualquer proteção para seus clientes.

Quais os métodos de pagamento e envios oferecidos pela 121doc?

Na 121doc você pode comprar Clindamicina Creme Vaginal (Dalacin V) utilizando métodos cômodos e seguros como cartões de débito ou de crédito (nacional e internacional) ou boleto bancário. Aceitamos parcelamento em até 6 vezes ou pagamento à vista.

As embalagens são completamente discretas e opacas, sendo os envios feitos pela nossa farmácia na Inglaterra. A entrega é feita de forma expressa via Correios. Enviamos um link de rastreamento para seu email para que você possa acompanhar a entrega. Operamos no setor da saúde há mais de 10 anos e garantimos sempre a entrega de forma rápida e segura.

Meus dados ficarão seguros ao comprar Clindamicina Creme Vaginal (Dalacin V) online?

Os seus dados estarão totalmente seguros dentro de um sistema criptografado (SSL), que mantém as suas informações pessoais, informações médicas e de pagamento de forma segura. Todos os dados são encriptados e transmitidos apenas para a farmácia e sob nenhuma circunstância são divulgados sem o seu consentimento prévio. Na embalagem de entrega não existe também qualquer informação sobre o website ou medicamento e, para maior discrição, no seu extrato bancário, apenas mencionamos as siglas "HHC" ou "Go interpay", o nosso intermediador de pagamento.

O que é e para que serve a Clindamicina Creme Vaginal (Dalacin V)?

O Dalacin V é indicado para o tratamento de vaginose bacteriana, utilizando o princípio ativo fosfato de Clindamicina, que tem o poder de eliminar as bactérias responsáveis pela infecção, principalmente quando causadas pela Gardnerella vaginalis, o Mobiluncus spp e o Mycoplasma.

O tratamento para a vaginose bacteriana deve seguir estritamente as recomendações médicas, não devendo ser interrompido mesmo com a melhora dos sintomas. Recomenda-se ainda o uso de preservativos durante as relações, enquanto a mulher estiver em tratamento, evitando também o consumo de bebidas alcoólicas.

Para prevenir novos desenvolvimentos de infecções, recomenda-se que a mulher não faça duchas vaginais, que use preservativos em suas relações sexuais, principalmente na presença de parceiros diferentes, além de restringir o número de parceiros e fazer os exames ginecológicos pelo menos uma vez por ano.

Entenda um pouco mais sobre a vaginose bacteriana:

Vaginose Bacteriana
Vaginose Bacteriana

A vaginose bacteriana é uma infecção vaginal causada pelo excesso de bactérias, principalmente a Gardnerella vaginalis e a Gardnerella mobiluncos, que se alojam no canal vaginal provocando sintomas como coceira intensa, queimação e desconforto ao urinar, além de apresentar cheiro fétido e corrimento branco pastoso. Em casos mais graves o corrimento pode ter cor amarelada ou cinza.

A infecção provocada pela vaginose bacteriana não é considerada uma DST (Doença Sexualmente Transmissível), uma vez que é causada por alterações na flora vaginal normal, ocorrendo coma redução na concentração de lactobacilos com o predomínio de uma espécie de bactérias sobre as outras.

Embora a vaginose bacteriana possa causar bastante desconforto, o seu tratamento pode ser feito com o uso de medicamentos específicos, como é o caso da Clindamicina. Dessa forma, é importante para a mulher fazer consultas periódicas para evitar o problema e, em sua ocorrência, fazer o tratamento adequado.

Como a vaginose bacteriana apresenta sintomas semelhantes à candidíase, é importante também avaliar se a infecção está sendo provocada por fungos ou por bactérias, uma vez que os tratamentos são diferenciados.

Na maior parte dos casos, a vaginose bacteriana não causa maiores complicações. No entanto, em pessoas com o sistema imunológico enfraquecido a infecção pode provocar:

  • Infecção no útero e nas trompas de falópio, causando uma doença inflamatória pélvica conhecida como DIP;
  • Aumentar as possibilidades de infecção com o vírus HIV, quando em caso de exposição;
  • Aumentar as chances de uma mulher infectada também apresentar outras doenças sexualmente transmissíveis, a exemplo da clamídia e da gonorreia.

Em caso de gravidez, a vaginose bacteriana pode aumentar os riscos de um parto prematuro ou de o bebê nascer com peso abaixo da média.

A Clindamicina também pode ser encontrada na forma de cloridratro, sendo indicada para o tratamento de uma série de infecções provocadas por bactérias anaeróbicas suscetíveis, por cepas suscetíveis de bactérias aeróbicas gram-positivas, como estreptococos, estafilococos e pneumococos, como, por exemplo:

  • Infecções do trato respiratório superior, com a presença de amigdalite, faringite, sinusite e otite média;
  • Infecções do trato respiratório inferior, como bronquite e pneumonia;
  • Infecções da pele e partes moles, como acne, furúnculos, celulite, impetigo, abscessos e feridas infeccionas;
  • Infecções ósseas e infecções das articulações, incluindo osteomielite aguda ou crônica e artrite séptica;
  • Infecções dentárias e abscessos periodontais, periodontite, gengivite e abscessos periapicais;
  • Infecções da pelve e do trato genital feminino, como endometrite, abscessos tubo-ovarianos não gonocócicos, celulite pélvica, infecção vaginal pós-cirurgias, salpingite e doença inflamatória pélvica, quando associado a um antibiótico apropriado de espectro gram-negativo aeróbico.

Como se trata de um antibiótico de grande espectro, o cloridrato de Clindamicina pode ser encontrado em diversos medicamentos, podendo ser usado na forma de comprimidos ou de solução injetável.

Nas farmácias, o medicamento pode ser encontrado com o nome comercial de Clindacin, Clindarix e Hyclin, em solução injetável, além de comprimidos e de creme vaginal, como é o caso do Dalacin V.

O uso do medicamento deve ser feito da forma apropriada, atendendo os sintomas do tipo de infecção a ser tratada, recomendando-se sempre seguir a prescrição determinada pelo profissional de saúde.

Doses e composição da Clindamicina creme vaginal (Dalacin V)

O Dalacin V creme vaginal (Fosfato de Clindamicina) está disponível em embalagem contendo uma bisnaga com 20 g e 3 aplicadores. Cada grama do Dalacin V creme vaginal contém 20 mg do princípio ativo. Por sua vez, cada dose (um aplicador cheio) contém 5 gramas do creme, o equivalente a cerca de 100 mg de fosfato de clindamicina.

O creme vaginal é também composto dos seguintes excipientes: estearato de sorbitana, polissorbato 60, propilenoglicol, ácido esteárico, álcool cetoestearílico, palmitato de cetila, vaselina líquida, álcool benzílico e água purificada.

Mecanismo de ação: como funciona a Clindamicina Creme Vaginal (Dalacin V)?

O Dalacin V (Clindamicina pomada vaginal) utiliza o princípio ativo fosfato de Clindamicina, um antibiótico semissintético produzido pela substituição do grupo 7R-hidroxi de um derivado da Lincomicina, pelo grupo 7S-cloro. O cloridrato de Lincomicina é o sal cloridrato hidratado da Clindamicina.

Suas propriedades curativas se manifestam através da inibição da síntese proteica bacteriana, tendo demonstrado atividade in vitro contra os seguintes microrganismos isolados:

  • Cocos aeróbicos gram-positivos, como Staphylococcus aureus, Staphylococcus epidermidis, que são cepas produtoras de penicilinase e não penicilinase. Nos testes in vitro, algumas cepas de estafilococos resistentes à eritromicina rapidamente desenvolveram resistência à Clindamicina;
  • Bacilos anaeróbicos gram-negativos, como Bacteroides spp, incluindo os grupos Bacteroides fragilis e bacteroides melaninogenicus, além do Fusobacterium spp;
  • Bacilos anaeróbicos gram-positivos não formadores de esporos, como o Propionibacterium, o Eubacterium e o Actinomyces spp;
  • Cocos anaeróbicos e microaerófilos gram-positivos, como Peptococcus spp, Peptostreptococcus spp e Microaerophilic Streptococci;
  • Clostridia, que é mais resistente que outros microrganismos anaeróbicos à Clindamicina. Muitos Clostridumperfringens são suscetíveis, embora outras espécies, como Clostridium sporogenes e Clostridium tertium são frequentemente resistentes à Clindamicina.

Os seguintes microrganismos também mostram suscetibilidade in vitro à Clindamicina:

  • melaninogenicus;
  • disiens;
  • bivius;
  • Peptostreptococcus spp;
  • vaginalis;
  • mulieris;
  • curtisii;
  • Mycoplasma hominis.

A resistência cruzada foi demonstrada entre a Clindamicina e a Licomicina, havendo ainda antagonismo entre a Clindamicina e a Eritromicina.

A ação da Clindamicina é feita através da inibição da síntese proteica bacteriana, impedindo que as bactérias produzam um tipo de proteína que é a base do seu crescimento e reprodução. Com o medicamento, as bactérias, dessa forma, passam a parar de se multiplicar, impedindo que a infecção continue.

A maior concentração no sangue de cloridrato de Clindamicina é conseguida após 45 minutos de ingestão do comprimido ou após o uso do creme vaginal. Como a maior parte dos antibióticos, o tempo mínimo para redução dos sintomas é de 48 a 72 horas após o primeiro uso.

Conheça a estrutura química da Clindamicina:

Estrutura Química da Clindamicina

Posologia: como usar a Clindamicina Creme Vaginal (Dalacin V)?

A embalagem do Dalacin V (Fosfato de Clindamicina) contém aplicadores descartáveis, especialmente desenvolvidos para a aplicação intravaginal do creme. A paciente deve remover a tampa da bisnaga e conectar o aplicador à mesma, pressionando suavemente a bisnaga e preenchendo o aplicador com o creme.

O aplicador estará pronto quando o êmbolo atingir a trava na extremidade. Depois disso é necessário retirar o aplicador e fechar novamente a bisnaga.

A paciente deve se inclinar sobre as costas e, prendendo firmemente o aplicador com as mãos, introduzi-lo na vagina o mais profundamente possível, sem que provoque qualquer desconforto.

Basta empurrar lentamente o êmbolo até o final, retirando-o com cuidado e descartando-o em seguida. É necessário usar um aplicador cheio todas as noites, ao se deitar, pelo período determinado pelo médico, seguindo expressamente suas recomendações.

De uma forma geral, o tratamento deve ser feito durante 3 a 7 dias.

Confira as instruções de aplicação do creme vaginal Dalacin (Fosfato de Clindamicina):

Como aplicar creme vaginal clindamicina

Segurança e eficácia da Clindamicina Creme Vaginal (Dalacin V) – Estudos Científicos

Através do uso oral de Clindamicina, observou-se nos estudos clínicos que uma dose de 150 mg do princípio ativo foi rapidamente absorvida. O nível sérico médio de 2,5 mg/ml foi atingido em 45 minutos. A absorção da dose oral, portanto, mostrou-se quase completa, não havendo qualquer alteração considerável com a ingestão de alimentos.

Os estudos de níveis séricos conduzidos após doses múltiplas de cloridrato de Clindamicina por até 14 dias não demonstraram evidências de acúmulo ou de alteração do metabolismo do medicamento.

Nas infecções ginecológicas, como é o caso do tratamento de vaginose bacteriana, a Clindamicina consegue eficácia similar à do Metronidazol, tanto oral quanto topicamente. A taxa de cura de ambos os medicamentos foi estabelecida entre 80 e 90%.

O uso de Clindamicina por via intravenosa também se mostrou tão efetivo quanto a ampicilina e sulbactam, no tratamento de endometrite pós-parto. As taxas de cura foram de 88 e 83%, respectivamente.

Resultados similares também foram observados na comparação de Clindamicina e Gentamicina.

Efeitos colaterais da Clindamicina Creme Vaginal (Dalacin V)

Efeitos colaterais foram observados com o tratamento aplicado com Dalacin V (Clindamicina). Os efeitos colaterais mais comuns com o uso da Clindamicina creme vaginal são a irritação ou inflamação da vulva ou vagina, tonturas e dores de cabeça.

A listagem dos efeitos colaterais que apresentamos foram colocadas em ordem decrescente de gravidade médica dentro de cada categoria. Confira a tabela abaixo:

Efeitos colaterais da Clindamicina creme vaginal (Dalacin V)
  • Sistema cardiovascular: queda acentuada na pressão arterial, fraqueza e tonturas;
  • Sistema digestivo: elevação das enzimas hepáticas, aumento da bilirrubina, com desenvolvimento de icterícia;
  • Sistema hematopoiético: agranulocitose, neutropenia, leucopenia reversível, trombocitopenia;
  • Sistema reprodutivo: vaginite, cervicite e irritação vulvovaginal na área.

Após o uso de antibióticos para tratar a vaginose bacteriana, como a clindamicina, pode-se desenvolver outras infecções vaginais como a candidíase. Consulte o seu médico no caso de sentir comichão intensa quando usar o Dalacin V.

Podem ocorrer reações de hipersensibilidade graves, incluindo reações cutâneas, como reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistêmicos, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica e pustulose exantemática aguda generalizada.

Havendo qualquer reação de hipersensibilidade ou reações cutâneas mais graves, é necessário suspender o tratamento com Dalacin V e procurar o médico para uma terapia mais apropriada.

Colite pseudomembranosa foi relatada quando o Dalacin V foi utilizado em associação com outros agentes antibacterianos, podendo variar, em gravidade, de leve até risco de morte. Dessa forma, é importante considerar o diagnóstico em pacientes que apresentam diarreia subsequente à administração de agentes antibacterianos.

Advertências, precauções e contraindicações da Clindamicina Creme Vaginal (Dalacin V)

A utilização de cremes vaginais como o Dalacin (Clindamicina) pode danificar os preservativos e os diafragmas de látex. Durante o tratamento com o creme vaginal Dalacin e nos 5 dias seguintes deve usar outro método contraceptivo ou se possível abster-se de ter relações sexuais.

O tratamento com agentes antibacterianos altera a flora normal do cólon e da vagina, podendo permitir o desenvolvimento de Clostridia. Os estudos indicam que a toxina produzida pelo Clostridium difficile é uma das principais causas de colite associada a antibiótico. Havendo a constatação de colite pseudomembranosa, é necessário adotar medidas terapêuticas apropriadas.

Os casos mais leves de colite pseudomembranosa normalmente respondem favoravelmente à interrupção do tratamento. Em casos moderados a graves, é necessário considerar o tratamento hidroeletrolítico, suplementação proteica e tratamento com medicamentos antibacteriano clinicamente eficaz contra colite por Clostridium difficile.

A diarreia associada ao Clostridium difficile foi relatada com o uso da Clindamicina oral ou injetável, embora não seja tão presente com o uso do creme vaginal. Contudo, a paciente deve observar quaisquer sintomas apresentados, procurando um médico sempre que eles se manifestarem de forma constante.

Hipertoxina produzida por cepas de C. difficile podem resultar em aumento da morbidade e mortalidade, uma vez que essas infecções podem ser refratárias a antimicrobianos, podendo requerer a colectomia.

Houve relatos de que a doença pode ocorrer em até dois meses após a administração de antibacterianos. Dessa forma, é necessário cuidado na observação do histórico médico e acompanhamento das pacientes tratadas com o creme vaginal.

Durante tratamentos mais prolongados é necessário fazer testes periódicos das funções hepática e renal. Em pacientes com doenças hepáticas ou renais, não é necessária a redução da dose, embora os exames sejam exigidos.

Interações medicamentosas

Nos estudos in vitro da Clindamicina observou-se um antagonismo entre esse princípio ativo e a Eritromicina. Em razão do possível resultado antagônico, os dois medicamentos não devem ser administrados concomitantemente.

Os estudos também demonstraram que a Clindamicina apresenta propriedades de bloqueio neuromuscular, que podem ser intensificados com a ação de outros medicamentos com atividade semelhante. Assim, o Dalacin V deve ser usado com cautela em pacientes sob terapia com tais agentes.

A Clindamicina é metabolizada predominantemente pelo CYP3A4 e, em menor grau, pelo CYP3A5, pelo metabólito principal sulfóxido de Clindamicina e pelo menor metabólito Ndesmetilclindamicina.

Dessa forma, os inibidores de CYP3A4 e CYP3A5 podem reduzir a depuração da Clindamicina e os indutores destas isoenzimas podem aumentar a depuração do princípio ativo. Na presença de indutores fortes de CYP3A4, como a Rifampicina, é necessário monitorar a perda de eficácia.

Os estudos in vitro demonstraram que a Clindamicina não inibe CHYP1A2, CYP2C9, CYP2C19, CYP2E1 ou CYP2D6, inibindo apenas de forma moderada o CYP3A4. Assim, as interações clinicamente importantes entre a Clindamicina e outros medicamentos coadministrados metabolizados por essas enzimas são bastante improváveis.

Superdosagem

A Clindamicina pode provocar riscos de morte quando administrada em doses intravenosas, porém no caso de aplicação do creme vaginal, essa condição dificilmente pode acontecer.

No uso de Clindamicina via oral ou intravenosa, observou-se convulsões e depressões em cobaias animais. A hemodiálise e a diálise peritoneal não são eficazes para eliminar o composto de sangue, devendo ser empregado tratamento de suporte.

O uso do creme vaginal deve ser feito de acordo com a recomendação médica, evitando-se, dessa forma, qualquer problema de superdosagem, uma vez que a dose indicada não apresenta qualquer efeito notável.

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