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Dieta com baixa caloria para tratamento da obesidade

A dieta com baixa caloria, ou VLCD, é um tipo de dieta que envolve a substituição de alimentos normais por sopas, barras de cereais, mingau com leite e batidas, sendo indicada tipicamente para adultos obesos, ou seja, os que apresentam IMC, índice de massa corporal, muito acima do desejado, não devendo ser considerada como a primeira opção para emagrecimento saudável.

A dieta com baixa caloria só deve ser feita sob orientação médica e durante um período pré-determinado, com o máximo de 12 semanas de forma contínua, ou de forma intermitente, de acordo com a prescrição médica.

O que é a dieta de baixa caloria?

A dieta de baixa caloria pressupõe ingerir menor quantidade de calorias do que o necessário para manter o equilíbrio do organismo. No entanto, é preciso bastante cuidado, não optando por esse tipo de dieta sem aconselhamento médico, uma vez que, mesmo com a ingestão de menor quantidade de calorias, a pessoa pode parar de emagrecer.

Essa situação acontece em virtude de uma reação orgânica natural: quando o corpo entende que não está recebendo nutrientes, ele para de consumir calorias. Dessa forma, mesmo com a dieta de baixa caloria, o metabolismo se torna menor, desacelerando e parando de consumir calorias, o que torna a perda de peso cada vez menor.

A dieta de baixa caloria funciona?

A dieta de baixa caloria pode não ser uma opção completa, quando encaramos a necessidade de nutrição do organismo, fornecendo menor quantidade de calorias do que a pessoa precisa para manter peso saudável e equilíbrio orgânico.

Vantagens e Desvantagens da dieta de baixa caloria

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Na dieta de baixa caloria é necessário ingerir um terço das necessidades energéticas da pessoa que quer emagrecer, ou seja, fazendo uma drástica redução de alimentos. Dessa forma, não é uma dieta fácil de ser seguida. Na dieta de baixa caloria, além de sentir pouca energia e muita fome, a pessoa pode apresentar ainda outros sintomas, como, por exemplo:

  • Constipação, diarreia ou cólicas intestinais;
  • Dores de cabeça e boca seca;
  • Tontura;
  • Perda de cabelos.

Mesmo que a dieta de baixa caloria possa levar à perda de peso em curto prazo, a maior parte das pessoas tende a ganhar novamente peso, ao parar a dieta.

A dieta de baixa caloria, portanto, não deve ser considerada como um plano de perda de peso a longo prazo, devendo ser usada apenas como parte de um plano mais longo, com orientação médica.

Como a dieta de baixa caloria não é adequada para a maior parte das pessoas, os médicos a indicam apenas quando o paciente tem necessidade de perder peso, como ocorre com a obesidade mórbida, atendendo determinados requisitos. Entre eles, são considerados:

  • Necessidade de uma cirurgia;
  • Gerenciamento de qualquer condição de saúde, como ocorre com o diabetes;
  • Preparação para tratamento de fertilidade.

Existe uma grande variedade de planos de dieta de baixa caloria para pessoas que tenham IMC acima de 30 e que precisam perder peso. Os alimentos de substituição, nesse tipo de dieta, são recomendados por conter todos os nutrientes que o organismo necessita, ao mesmo tempo em que fornecem 800 calorias por dia.

Para quem a dieta de baixa caloria se aplica

Antes de começar uma dieta de baixa caloria, a pessoa deve consultar um médico para se certificar de que se trata da melhor opção para o seu caso específico. A dieta de baixa caloria é uma forma bastante restritiva de alimentação, já que reduz de forma drástica a ingestão de calorias, o que significa que a supervisão médica é essencial.

A dieta de baixa caloria pode ser recomendada pelo médico em determinados casos, como para quem tenha feito mudanças saudáveis na dieta e mantendo um nível de atividade física adequado, para quem é classificado como obeso, apresentando IMC de 30 ou mais e para quem não consegue perder peso de outra maneira.

Caso não tenha certeza qual é o seu IMC, utilize a calculadora abaixo para identificar:



A dieta de baixa caloria não pode ser indicada para mulheres grávidas ou que estejam em fase de amamentação, além de não serem recomendadas para crianças e para pessoas com determinadas condições de saúde, como, entre outros, distúrbios alimentares.

Trata-se de uma dieta que deve ser usada como último recurso para emagrecimento, sempre sob supervisão médica.

Riscos da dieta de baixa caloria

Quando uma pessoa faz a dieta de baixa caloria por tempo mais prolongado, vai criar sérios riscos para sua saúde, além de apresentar efeitos colaterais negativos, uma vez que o organismo necessita de uma determinada quantidade de calorias, não podendo prescindir das mesmas durante muito tempo.

Reduzir a ingestão de calorias, evidentemente, ajuda a emagrecer, mas é preciso ter atenção ao fato de que o corpo precisa de energia para realizar as atividades eficientemente. Portanto, a dieta de baixa caloria deve ser feita apenas sob orientação médica.

Privar o organismo de alimentos baixos em calorias irá submeter o organismo à ausência de minerais essenciais, como potássio e ferro, além de vitaminas. Essa privação pode criar condições para que o organismo tenha diversas doenças provocadas pela falta de minerais e vitaminas, como escorbuto, anemia e outras doenças, inclusive problemas de pele, fraqueza generalizada e mal desenvolvimento cognitivo.

A dieta de baixa caloria pode levar à perda de massa muscular, uma vez que o organismo vai recorrer aos tecidos armazenados e à gordura para produzir energia suficiente para manter suas atividades normais, mas, além disso, a ingestão de calorias em deficiência também leva o organismo a ter um metabolismo mais lento.

O próprio organismo irá buscar manter a energia, baixando a possibilidade de perder mais peso e, dessa forma, a dieta de baixa caloria não vai mais funcionar.

Outro problema decorrente da dieta de baixa caloria é a subnutrição, que ocorre quando o organismo não recebe os nutrientes suficientes e necessários, situação decorrente de um tempo mais prolongado.

Assim, a pessoa pode apresentar alguns sintomas decorrentes, como tontura, fadiga, perda de peso não saudável. Quando não tratada a tempo, a subnutrição pode levar a pessoa a ter problemas físicos e mentais, levando à frequência cardíaca irregular, com enfraquecimento dos músculos cardíacos e maior propensão a ataques cardíacos ou acidente vascular cerebral. Vale lembrar que pessoas com desordens alimentares, como a anoréxica, também são propensas à subnutrição.

Veja no gráfico abaixo os riscos relacionados a deficiência de nutrientes e possíveis efeitos causados a saúde.

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Outros problemas de saúde também podem ocorrer com a dieta de baixa caloria, principalmente com relação à imunidade física, em decorrência dos baixos níveis de proteínas presentes no organismo.

Com o sistema imunológico enfraquecido, o organismo se torna mais suscetível a diversas infecções de médio ou grave porte, como doenças bacterianas e infecções por vírus e fungos. A pessoa também pode sentir problemas de tireoide, ficar mais fraca com relação à resistência a temperaturas mais baixas, apresentar falta de concentração e depressão e ter dores de cabeça.

Alternativa à dieta de baixa caloria

A única alternativa à dieta de baixa caloria é a busca de aconselhamento médico para ter a dieta adequada. Cada organismo funciona de uma forma diferente e precisa de um determinado tipo de cuidado, principalmente quando se trata de perder peso.

Através de uma consulta médica, o paciente que precisa emagrecer poderá ser aconselhado a utilizar métodos de suporte para o emagrecimento, como medicamentos de prescrição, se forem necessários, além da indicação de uma dieta equilibrada, sempre acompanhada de exercícios físicos.

O primeiro passo

Para emagrecer de forma saudável, é preciso ter uma alimentação equilibrada, rica em fibras, dentro de horários regulares, com intervalos menores entre as refeições e, principalmente, fazendo atividades físicas para ajudar a queimar as calorias. As dietas saudáveis, que incluem a reeducação alimentar, permitem perder peso de forma gradual e constante, não estacionando a perda de peso, como ocorre com a dieta de baixa caloria.

Veja no infográfico abaixo como adotar uma rotina saudável com diversas alternativas para perda de peso sem qualquer risco a sua saúde:

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É importante também destacar que a pessoa que precisa emagrecer deve levar em consideração o seu próprio limite de emagrecimento, mantendo a saúde, considerando o seu tipo de organismo, ou seja, não é o mesmo de uma pessoa para outra.

Quando o peso de uma pessoa está dentro do que o organismo considera saudável, o próprio corpo começa a reduzir a perda de peso, uma vez que ele tem um limite próprio, precisando manter a quantidade ideal de gordura para garantir o bom funcionamento dos órgãos, mantendo a saúde.

Para perder peso de forma saudável, sem que se tenha uma parada, é preciso fazer um tratamento nutricional alternado, evitando que a situação de defesa orgânica se apresente. Assim, por exemplo, uma pessoa pode ter uma dieta de baixa caloria por um período de 10 dias, seguido de um período com alimentação equilibrada e menos radical, mas sempre sob orientação médica, uma vez que o organismo vai tentar se defender, embora de maneira mais suave.

Fontes:

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