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Psoríase

A psoríase é uma doença não contagiosa da pele que se caracteriza pela formação de placas e descamação, como resultado da proliferação de células da pele motivada por um processo inflamatório anormal. As placas de pele formadas causam frequentemente comichão e secura, podendo também tornar-se dolorosas.

Por a psoríase ser uma doença crónica, a melhoria dos sintomas alterna com o seu agravamento, sem que seja possível a sua eliminação por completo. As localizações mais afectadas do corpo são os cotovelos, os joelhos e o escalpe, apesar de nos casos mais severos poder afectar todo o corpo. Muitas vezes os sintomas da psoríase são confundidos com os da infecção fúngica tinea, que também afecta diferentes áreas do corpo.

Apesar de a psoríase poder ocorrer em pessoas de qualquer idade e em ambos os sexos, a maioria dos pacientes é diagnosticada no início da vida adulta. A qualidade de vida destes pacientes é frequentemente comprometida pela aparência da sua pele, para além de as pessoas com psoríase terem uma probabilidade maior de sofrer de diabetes, colesterol elevado, doença cardíaca e artrite.


Quais os sintomas da psoríase?

Os sintomas da psoríase variam com o seu tipo. Estão identificados 7 tipos diferentes de psoríase:

  • Psoríase em placa: É a forma mais comum de psoríase e caracteriza-se pela presença de placas vermelhas e secas na pele. Estas placas causam normalmente comichão e tornam-se dolorosas. Podem aparecer mais ou menos placas em diferentes zonas do corpo.
  • Psoríase gutata: É mais comum em adultos jovens e em crianças, sendo geralmente causada por um infecção bacteriana, normalmente por estreptococos. Os sintomas incluem pequenas lesões em forma de gota no tronco, pernas, braços e escalpe. Pode ocorrer num único surto ou tornar-se recorrente.
  • Psoríase invertida: Caracteriza-se por manchas vermelhas de pele inflamada nas axilas, por baixo dos seios e em torno dos genitais. Agrava-se com a transpiração e o suor e também com infecções fúngicas.
  • Psoríase ungueal: Afecta as unhas dos pés e das mãos e causa crescimento anormal e descoloração. Em casos severos pode mesmo haver uma destruição da unha, separando-se esta do leito ungueal.
  • Psoríase pustulosa: Ocorre em áreas específicas do corpo como as mãos, os dedos ou os pés e caracteriza-se pelo desenvolvimento de vesículas ou pústulas após o aparecimento de rubor na pele. Sintomas como a febre, os tremores, a comichão e a diarreia podem acompanhar este tipo de psoríase, tornando-a extremamente desconfortável.
  • Psoríase eritrodérmica: É o tipo mais comum de psoríase e caracteriza-se por erupções cutâneas vermelhas em todo o corpo, responsáveis por ardor e comichão intensa.
  • Artrite psoriática: Caracteriza-se por dor e inchaço nas articulações, para além de ser responsável pela descoloração das unhas e inflamação e descamação da pele. Estima-se que a artrite e as artroses afectem cerca de 10% das pessoas que sofrem de psoríase, podendo causar deformações nas mãos e nos pés, onde é mais frequente.
  • Psoríase em placa Psoríase ungueal Psoríase na mão
    Psoríase em placa Psoríase ungueal Psoríase na mão

Quais são as causas da psoríase?

As causas da psoríase não estão completamente esclarecidas, porém sabe-se que esta doença se relaciona com um problema no sistema imunitário, particularmente nas células denominadas linfócitos T. Uma reacção exacerbada deste tipo de células, que normalmente combatem infecções bacterianas ou por vírus, aumenta a dilatação dos vasos sanguíneos e a resposta de outros glóbulos brancos na camada exterior da pele.

O aumento da produção de células saudáveis da pele, de linfócitos T e de outros glóbulos brancos leva a ciclos mais rápidos de regeneração da pele, fazendo com que as células da pele se movam de forma mais rápida para a camada mais exterior. Juntamente com os glóbulos brancos, esta deposição de células da pele leva à formação de placas e descamação à sua superfície.

Apesar de o motivo porque ocorre uma reacção excessiva nos linfócitos T não estar bem explicado, investigações nesta área descobriram a presença de certos genes relacionados com o desenvolvimento da psoríase. Porém, também existem factores ambientais que podem contribuir para o seu desenvolvimento, como por exemplo infecções na pele e na garganta, queimaduras solares severas, stress, tabagismo e consumo de álcool e certos medicamentos como lítio, bloqueadores beta e medicamentos antimaláricos.

Quais as complicações da psoríase?

A psoríase é uma condição que aumenta o risco de desenvolver outros problemas de saúde. Como já foi referido, em 10% dos casos desenvolvem-se problemas articulares, porém, os pacientes com psoríase também têm um risco aumentando de sofrer de problemas nos olhos como a conjuntivite, têm mais propensão para a obesidade, diabetes tipo 2, hipertensão arterial, doença cardiovascular, síndrome metabólico, outras doenças auto-imunes como a doença celíaca, a esclerose e a doença de Crohn, doença de Parkinson e problemas renais.

O risco de problemas cardiovasculares é particularmente importante, uma vez que as pessoas com psoríase têm 3 vezes mais probabilidade de sofrer um ataque cardíaco, quando comparadas com pessoas sem a doença. Isto pode dever-se ao excesso de inflamação causado pela doença, à maior tendência para a obesidade ou ao tratamento da psoríase, uma vez que alguns tratamentos contribuem para o aumento dos níveis de colesterol e para o endurecimento das artérias.

Nos casos mais graves, a psoríase pode ainda contribuir para a baixa autoestima e causar depressão. Muitas pessoas isolam-se devido ao seu aspecto, principalmente quando a psoríase afecta as áreas mais expostas do corpo.

Como é feito o tratamento da psoríase?

O tratamento da psoríase tem como objectivo reduzir a multiplicação celular, impedindo também a inflamação e a formação de placas. Estão disponíveis tratamentos tópicos, orais, injetáveis e fototerapia.

O tratamento tópico com cremes e loções está indicado em casos de psoríase ligeira a moderada. Para casos mais graves, o tratamento tópico pode ser combinado com medicamentos de administração oral ou com fototerapia.

Tratamentos tópicos para a psoríase incluem corticoesteróides tópicos, análogos da vitamina D, retinóides tópicos, inibidores da calcineurina, champôs ou outros produtos com carvão natural e ácido acetilsalicílico.

O uso de cremes hidratantes apesar de não tratar a psoríase, reduz os sintomas desconfortáveis como a comichão e a descamação.

A fototerapia pode ser feita com luz solar, artificial ou laser, permitindo reduzir a regeneração celular e consequentemente a inflamação e a descamação.

Os tratamentos injectáveis e orais incluem retinóides, ciclosporina, metotrexato e outros medicamentos que visem controlar a resposta do sistema imunitário. Estes estão normalmente recomendados no caso de resistência a outros tipos de medicamento, comum na psoríase severa.

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