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Incontinência Urinária Masculina

A incontinência urinária traduz-se pela perda de urina involuntária e é mais comum nas mulheres. Porém, também pode ocorrer nos homens, causando os mesmos sintomas desconfortáveis. Os homens mais velhos são também mais afectados que os homens mais novos, porém, tal não significa que a incontinência urinária seja parte do processo normal de envelhecimento.

Os homens adultos têm uma menor probabilidade de sofrer de incontinência urinária, devido às diferenças anatómicas da região pélvica em relação à mulher e às alterações sofridas por esta durante a vida, como a gravidez e o parto. Porém, apesar de as causas poderem ser diferentes, a incontinência urinária é um problema que pode estar presente na vida dos homens.


Como funciona o sistema urinário?

A urina produzida pelos rins é armazenada na bexiga, sendo conduzida para o exterior pela uretra, um tubo que passa pela próstata e pelo pénis. Assim que a bexiga se enche de urina, sinais nervosos informam os músculo que controlam a sua abertura e fecho, para que estes se mantenham contraído, evitando a saída de urina. A bexiga mantem-se assim relaxada e os músculos das suas paredes apenas de contraem quando tiver de urinar. Quando a bexiga se contrai os músculos da uretra relaxam e permitem que a urina flua para fora do corpo.

Sistema urinário

Sistema urinário

Quais as causas da incontinência urinária masculina?

A incontinência urinária pode ocorrer por qualquer alteração no sistema urinário que impeça a retenção de urina pela bexiga do homem. Entre as principais causas incluem-se:

Problemas Nervosos

Qualquer condição de saúde ou lesão que possa causar problemas nervosos, pode ser responsável pela incontinência urinária masculina. A diabetes, a doença de Parkinson e a esclerose múltipla afectam o sistema nervoso, o que se pode traduzir em dificuldades em reter a urina. Lesões na espinal medula podem interromper os sinais nervosos durante o controlo urinário, impedindo que a bexiga seja esvaziada completamente.

A bexiga hiperactiva pode também ser causada por problemas nervosos, apesar de nem sempre estes serem os responsáveis pela contração da bexiga fora do momento certo, levando ao aumento da frequência urinária, à urgência em urinar e até mesmo à incontinência urinária.

Problemas de Próstata

A próstata é uma glândula masculina que circunda a uretra na zona por baixo da bexiga. Qualquer problema a nível desta glândula pode influenciar a retenção urinária e causar perdas de urina no homem.

A hiperplasia benigna da próstata ou HBP traduz-se por um aumento de tamanho desta glândula que se reflecte numa diminuição de calibre da uretra, devido à pressão exercida sobre este tubo. A pressão exercida na uretra pode causar hesitação ao urinar, interrupção do fluxo de urina, fluxo fraco de urina e maior urgência em urinar, especialmente durante o período da noite.

O cancro da próstata e o seu tratamento, como a cirurgia à próstata, a remoção parcial ou total desta glândula, ou a radiação, podem levar tanto à disfunção eréctil como à incontinência urinária nos homens, podendo esta ocorrer de forma permanente ou temporária.

Quais os sintomas da incontinência urinária masculina?

Os sintomas da incontinência urinária relacionam-se com o tipo de incontinência urinária sofrida. Esta pode ser de cinco tipos:

  • Incontinência por stress ou esforço: O principal sintomas é a perda de urina quando tosse, ri, carrega pesos ou muda de posição.
  • Incontinência por impulso ou urgência: O principal sintoma é a perda de urina por não conseguir alcançar a casa-de-banho a tempo. Também acontece quando a bexiga contrai fora do momento exacto, como acontece na bexiga hiperativa.
  • Incontinência por extravasamento: Ocorre por a bexiga não conseguir esvaziar completamente, encontrando-se cheia de forma crónica. A pressão na bexiga leva a pequenas perdas de urina e em casos mais graves o fluxo de urina é mesmo obstruído, pela incapacidade dos músculos da parede da bexiga contraírem.
  • Incontinência total: Ocorre quando o esfíncter não consegue controlar a passagem de urina, traduzindo-se por uma perda constante.
  • Incontinência psicogénica: É mais comum nas crianças, ocorrendo a perda de urina por causas emocionais. Pode também ocorrer em adultos com depressão ou esgotamento nervoso.

Nalguns casos pode ocorrer incontinência mista, quando se combinam dois ou mais tipos de incontinência, como a incontinência psicogénica e a incontinência por impulso.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico da incontinência urinária masculina é feito através da avaliação da história clínica do doente e dos seus sintomas. É importante mencionar durante a consulta de diagnóstico a quantidade de fluidos ingerida por dia, se consome álcool regularmente ou cafeína.

Um exame físico pode também revelar alterações a nível da próstata ou danos nervosos, sendo que se estes forem confirmados, pode ser feito um ultrassom ou exames que permitam avaliar a resposta nervosa.

Podem também ser testados o mecanismo de controlo do esfíncter e a capacidade da bexiga reter urina e esvaziar completamente.

Qual o tratamento?

O tratamento da incontinência urinária masculina depende do tipo de incontinência urinária e da gravidade do problema. O tratamento pode passar por alterações ao estilo de vida como a limitação de ingestão de fluidos a certas horas do dia ou de certos alimentos.

Treinar a bexiga envolve planear atempadamente as suas idas à casa-de-banho e realizar exercícios Kegel, que permitem fortalecer os músculos do pavimento pélvico, ajudando a bexiga a suster a urina.

Dependendo das causas da incontinência urinária, também podem ser administrados medicamentos para o seu tratamento, porém, inicialmente deve ser feita uma avaliação dos medicamentos que o paciente já se encontra a tomar de forma a permitir ajustes caso estes afectem a incontinência urinária.

Entre os medicamentos recomendados para esta condição encontram-se os bloqueadores alfa, geralmente usados no tratamento da hiperplasia da próstata, os inibidores da 5-alfa redutase como a finasterida e a dutasterida, também usados no tratamento da próstata, permitindo a redução do seu tamanho, antidepressivos que permitam reduzir a resposta nervosa e medicamentos como o Detrutisol tolterrodina e o Vesicare solifenacina, que permitem reduzir os espasmos dos músculos da bexiga e evitar as perdas de urina.

Em casos mais graves, em que os tratamentos previamente descritos não surtiram os efeitos desejados, pode ser recomendada cirurgia. Esta destina-se especialmente a pacientes que sofreram danos nervosos como lesões na espinal medula ou prostatectomia. Entre os procedimentos cirúrgicos mais utilizados destacam-se a colocação de um esfíncter artificial, o sling masculino e o desvio urinário.

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