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Dapoxetina

A ejaculação precoce, ou ejaculação prematura, é um problema que acontece com homens em decorrência de alguma disfunção sexual. No mundo todo, as estatísticas mostram que entre 20 a 40% dos homens apresentou o problema de ejaculação precoce em algum momento de suas vidas.

Dapoxetina, também conhecido como Priligy, é o primeiro medicamento oral criado especificamente para tratar a ejaculação precoce.

Não está atualmente disponível em todos os países, embora esteja rapidamente sendo aprovado em todas as partes do mundo a cada ano.

O que é a Dapoxetina?

A dapoxetina é disponibilizada para tratamento de ejaculação precoce, permitindo aos homens prolongar a duração de relações sexuais em até 300% do tempo, funcionando no organismo humano por até 4 horas.

A ejaculação precoce é um problema que afeta milhões de homens no mundo todo, prejudicando o relacionamento com a parceira e levando o homem a sentimentos de ansiedade e falta de autoconfiança, principalmente durante o sexo, o que, na maior parte dos casos, repercute em sua vida pessoal e social.

Como ainda vivemos numa sociedade que apresenta inúmeros preconceitos com relação à virilidade masculina, o problema de ejaculação precoce muitas vezes fica latente, não permitindo que o homem procure ajuda médica e faça um tratamento conveniente. A dapoxetina é um medicamento que, vendido através de clínicas online, pode evitar esse constrangimento.

Os estudos feitos com a dapoxetina na Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, comprovou que a droga não apresenta efeitos colaterais. Na avaliação feita em laboratórios, foram testados 1.200 homens que apresentavam ejaculação precoce, chegando ao orgasmo depois de um minuto do início da relação sexual, em média.

Depois do tratamento com doses de 30 e 60 mg de dapoxetina, a ejaculação passou a ocorrer depois de três minutos do início da relação sexual.

A dapoxetina não aumenta o desejo sexual masculino e sua ação é em decorrência do aumento de serotonina nas regiões ligadas ao prazer sexual, reduzindo a libido e a ansiedade. Nos estudos verificou-se que a dapoxetina também é responsável pelo espessamento das secreções do esperma, aumentando, dessa forma, o tempo de ejaculação.

Uso médico da Dapoxetina

Muitas vezes a ejaculação precoce é considerada um caso de impotência, embora erroneamente, já que se trata de um problema com causas já conhecidas pela ciência e que pode ser convenientemente tratado.

A única forma médica de prescrição de fazer o tratamento da ejaculação precoce, atualmente é o uso da dapoxetina, que, na verdade, foi desenvolvido como antidepressivo.

Antes do conhecimento de causas físicas para a ejaculação precoce, os fatores psicológicos eram considerados como causa, além de serem aceitos também circunstâncias de deficiência física.

As pesquisas recentes demonstram, no entanto, que a ejaculação precoce apresenta causas neurológicas, provenientes da recaptação da serotonina.

A serotonina é considerada como mensageiro entre os neurotransmissores, provocando o reflexo da ejaculação nos homens. Quando ocorre sua captação pelos neurotransmissores, desencadeia-se o orgasmo prematuro masculino e, quando ele consegue segurar essa captação antecipada, é possível manter uma relação sexual mais duradoura.

A Dapoxetina é uma substância utilizada pela medicina para o tratamento da ejaculação precoce. Trata-se de um princípio ativo pertencente à mesma classe da fluoxetina, considerado como inibidor seletivo da recaptação da serotonina e foi desenvolvido pelos laboratórios Eli Lilly para servir como antidepressivo. A Dapoxetina é comercializada como nome de Priligy.

Propriedades químicas da dapoxetina

A dapoxetina é comercializada como um pó branco, com um sabor bastante amargo. Trata-se de um derivado de Naphthyloxyphenylpropanamin que se apresenta solúvel em água que apresenta meia-vida curta, fazendo com que o ingrediente ativo permaneça no organismo por apenas uma a duas horas depois de seu uso.

formula da dapoxetina

A dapoxetina é um medicamento que deve ser aplicado sob receita médica em pacientes que apresentem problemas de ejaculação precoce, funcionando como um retardador do orgasmo. Seu uso, portanto, deve ser feito quando se apresentam os seguintes casos:

  • Quando um paciente apresenta problemas de ejaculação depois de menos de dois minutos do início da relação sexual;
  • Quando o paciente apresenta pouco ou nenhum controle sobre seus orgasmos;
  • Quando o paciente ejacula após uma estimulação sexual mínima;
  • Quando o paciente não consegue terminar de forma regular suas relações sexuais.

Quando se trata de ejaculação prematura, é preciso notar que o fato é bastante subjetivo, havendo pessoas que podem demorar mais ou menos tempo para atingir o orgasmo. No entanto, os especialistas consideram que pessoas que levam dois minutos ou menos para atingir o orgasmo, estão passando pelo problema de ejaculação precoce.

Como a dapoxetina retarda a ejaculação precoce?

O tratamento com a dapoxetina é predominante em homens com idades entre 18 e 64 anos. Seu funcionamento no organismo humano inibe a captação de serotonina de forma temporária, retardando a ejaculação e podendo estender em até 3 vezes o tempo de orgasmo masculino durante uma relação sexual.

Através da inibição da receptação da serotonina, o organismo controla a produção de hormônios, como a testosterona, atrasando também a comunicação entre os neurônios e não deixando que o homem sinta prematuramente a vontade de ejacular.

serotonina

Como a dapoxetina impede que a serotonina seja captada, o hormônio permanece por mais tempo na circulação sanguínea, impedindo o ato reflexo da ejaculação, fazendo com que o homem passe a manter mais controle sobre a relação sexual e aproveite mais tempo antes de chegar ao orgasmo.

Método de ação da dapoxetina

A ação da dapoxetina tem início com o funcionamento da serotonina no organismo. A dapoxetina garante o bloqueio das moléculas que transportam a serotonina, assegurando que menor quantidade dessa substância seja retomada pelos neurônios no cérebro e permitindo que uma quantidade maior desse neurotransmissor continue a circular pelo corpo masculino.

Com esse retardamento, o estado de ejaculação durante a relação sexual demora mais tempo. A situação provoca o aumento do nível de serotonina, desligado do fluído cerebroespinal, fazendo com que o orgasmo leve mais tempo. Assim, a ejaculação precoce não acontece e o homem leva mais tempo durante suas relações sexuais.

O retardamento da ejaculação masculina é provocado uma vez que a recaptação de serotonina não ocorre, sendo necessário que ela seja recaptada para que o homem experimente o orgasmo.

Os primeiros efeitos da dapoxetina têm início entre 60 a 180 minutos depois de fazer uso do medicamento, devendo o paciente manter uma janela de tempo de 24 horas para usá-lo novamente. Os testes mostraram que, depois de 24 horas, apenas 5% do princípio ativo da dapoxetina permanece no organismo.

Essas características fazem da dapoxetina o medicamento ideal para o tratamento da ejaculação precoce, já que apresenta rápida absorção e eliminação eficiente durante esse período.

Com esse pouco tempo de permanência, a dapoxetina também apresenta menor possibilidade de efeitos colaterais relacionados ao seu uso.

Eficácia e segurança da dapoxetina nos estudos clínicos e laboratoriais

A dapoxetina passou por diversos estudos e análises antes de ser submetida à FDA norte-americana. Uma análise combinada de 4 ensaios controlados em homens que apresentavam ejaculação precoce comprovou um aumento bastante significativo no tempo da relação sexual com o uso do medicamento, em comparação com o placebo aplicado aleatoriamente nos pacientes testados.

Os estudos foram feitos em 4.843 homens que apresentavam problemas de ejaculação precoce. Dos analisados, 30,7% relataram melhora com o uso de dapoxetina 30 mg e 38,3% relataram aumento do tempo da relação sexual antes da ejaculação com dapoxetina 60 mg.

Resultados dos estudos sobre a dapoxetina

A dapoxetina passou por diversos estudos internacionais antes de ser lançada no mercado.

Os resultados de testes clínicos mostraram que o tratamento da ejaculação precoce com o uso do medicamento foi positivo, trazendo aumento do tempo de forma significativa para homens que apresentavam o problema.

Os resultados dos testes clínicos também foram confirmados através de metaestudos realizados em dezembro de 2014 e divulgados a partir de abril de 2015.

Outros estudos confirmaram que a dapoxetina apresenta bons resultados sobre pessoas acometidas de estresse, em situações que possam estar associadas ao sexo, em geral, e em ejaculação precoce, em particular. Como resultado, a dapoxetina comprovou que é um importante auxiliar para trazer o relaxamento mental e proporcionar melhores relações sexuais, com redução do estresse e aumento do tempo da ejaculação.

O resultado adicional apresentado pela dapoxetina está relacionado com o controle da ejaculação. Os homens que fizeram uso do medicamento informaram que, muito depois de tomar dapoxetina, ainda conseguiram manter melhor controle sobre o momento do orgasmo, comprovando a eficácia do medicamento.

Estudo da dapoxetina na Áustria

Um estudo sobre a dapoxetina desenvolvido na Áustria mostrou que o medicamento apresenta ação positiva com relação ao tempo de latência ejaculatória, permitindo que o homem possa aproveitar melhor a relação sexual, evitando a ejaculação precoce.

Com o uso de dapoxetina, os voluntários que se apresentaram para os testes foram capazes de atrasar o tempo de ejaculação por até três vezes mais, considerando o momento da primeira intrusão (oral, vaginal ou anal) até o momento da ejaculação.

Em alguns voluntários testados, que antes chegavam à ejaculação em menos de um minuto, o tempo até a ejaculação após o uso de dapoxetina chegou a 5 minutos ou mais.

Os estudos sobre a dapoxetina tiveram início em 2009, o que deixa claro que não há estudos de longo prazo para analisar todos os seus efeitos sobre o organismo humano. No entanto, os resultados apresentados até o momento comprovam cientificamente que se trata de um medicamento que atende as necessidades dos homens que apresentam ejaculação precoce.

Como usar a dapoxetina?

A dosagem correta de dapoxetina deve ser determinada por um médico, após o diagnóstico aprofundado do estado geral do paciente e de suas necessidades particulares. É necessário, portanto, seguir as instruções médicas cuidadosamente, uma vez que cada caso apresenta-se de forma diferente.

De forma geral, a dose recomendada de dapoxetina é de 30 mg por dia, devendo ser administrado o medicamento entre 1 a 3 horas antes de uma relação sexual. Havendo necessidade, a dapoxetina pode ser tomada em dose dupla, com 60 mg por dia.

Havendo prescrição médica para uma determinada dosagem, no entanto, o paciente não pode exceder o uso de um único comprimido de dapoxetina a cada 24 horas.

O comprimido deve ser tomado inteiro, juntamente com um copo de água, podendo, também ser tomado junto com a alimentação.

Quando estiver fazendo uso da dapoxetina, o paciente deve evitar bebidas alcoólicas.

O que fazer em caso de overdose?

Em caso de overdose no uso de dapoxetina, é importante telefonar imediatamente para o médico, o centro de informações sobre envenenamento ou ir diretamente para uma emergência hospitalar mais próxima.

É necessário seguir as recomendações médicas, mesmo que não surjam sinais de desconforto ou de intoxicação, já que os cuidados médicos são necessários.

Enquanto estiver sofre o efeito da dapoxetina, atenção:

A dapoxetina pode provocar desmaios, vertigens ou tonturas. Para reduzir os riscos desses efeitos, tome sempre o comprimido com pelo menos um copo cheio de água, não tome o medicamento se estiver desidratado e se tem no momento alguma doença que cause temperatura alta ou diarreia.

Evite tomar dapoxetina se não tomou água nas últimas 4 horas e se praticou atividades que o fizeram transpirar recentemente.

Efeitos colaterais da dapoxetina

A dapoxetina foi bastante testada antes de seu lançamento, sendo aprovada pelas agências de regulação de medicamentos, mostrando-se bastante tolerada pela maior parte dos pacientes.

Nos estudos clínicos, a dapoxetina foi testada em 25 países diferentes, sendo aplicada em mais de 6 mil voluntários, demonstrando, de forma geral, sempre boa compatibilidade.

Os testes apresentaram raros casos de efeitos colaterais, como náuseas, tonturas e dores de cabeça, com surgimento de fadiga, problemas de sono ou diarreia. Os efeitos mais comuns, como náuseas e tonturas, surgiram em apenas 3% dos voluntários que se prestaram aos testes.

Encontre alguns dos possíveis efeitos colaterais abaixo:

Efeitos colaterais comuns Efeitos colaterais ocasionais Efeitos colaterais raros
Tonturas Efeitos referentes à sonolência Tonturas
Sonolência Desorientação casual Alteração dos movimentos intestinais
Transtorno de déficit de atenção Desmaios Ataques súbitos de sono
Sonhos estranhos e pesadelos Dilatação das pupilas Ansiedade
Desconforto nervoso Ranger de dentes Irritabilidade
Dor abdominal Aumento da pressão sanguínea
Congestão nasal Alterações no humor
Dores de cabeça Alteração da consciência
Dispepsia Prisão de ventre
Aumento da sudorese Fraqueza

Contraindicações da dapoxetina

O uso da dapoxetina é contraindicado nos seguintes casos:

  • Insuficiência hepática;
  • Problemas cardíacos, como insuficiência cardíaca ou falta de oxigênio no coração;
  • Com o uso concomitante de tramadol, erva de São João, triptofano, lítio, tioridazina ou linezolida.

Interações medicamentosas da dapoxetina

O paciente também não pode estar fazendo uso de inibidores potentes de CYP3A4 (as enzimas endógenas, especialmente para o metabolismo de drogas), a exemplo de telitromicina, itraconazol, cetoconazol, itraconazol e inibidores de monoamina oxidase, responsável pela divisão de serotonina; inibidores moderados como eritromicina, claritromicina ou veraparmil, situações em que o paciente, sob recomendação médica, deverá reduzir a dose de dapoxetina.


Fonte:

  1. McMahon CG et al. (2011): Efficacy and Safety of Dapoxetine for the Treatment of Premature Ejaculation: Integrated Analysis of Results from Five Phase 3 Trials, in: The Journal of Sexual Medicine. 8, Nr. 2, 2011, S. 524–539, onlinelibrary.wiley.com
  2. Fa-Gui Yue et al. (2015): Efficacy of Dapoxetine for the Treatment of Premature Ejaculation: A Meta-analysis of Randomized Clinical Trials on Intravaginal Ejaculatory Latency Time, Patient-reported Outcomes, and Adverse Events, in: Urology Volume 85, Issue 4, Pages 856–861 , sciencedirect.com
  3. Jinhong Li et al. (2014): Dapoxetine for Premature Ejaculation: An Updated Meta-Analysis of Randomized Controlled Trials, in: Clinical Therapeutics, Volume 36, Issue 12, 1 December 2014, Pages 2003–2014, sciencedirect.com
  4. Buvat, J. et al. (2009): Dapoxetine for the Treatment of Premature Ejaculation: Results from a Randomized, Double-Blind, Placebo-Controlled Phase 3 Trial in 22 Countries, in: European Urology, Volume 55 Issue 4, April 2009, Pages 957-968, europeanurology.com
  5. Kaufman, JM et al. (2009): Treatment benefit of dapoxetine for premature ejaculation: results from a placebo-controlled phase III trial., in: BJU Int. 2009 Mar;103(5):651-8, ncbi.nlm.nih.gov

Atualizado em 19 de Janeiro de 2017.

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