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Vírus do Papiloma Humano (HPV) - principais dúvidas

hpv-virusO HPV é uma das doenças sexualmente transmissíveis de maior ocorrência em homens e mulheres. As dificuldades de se diagnosticar a doença antes mesmo dela se manifestar ainda é, hoje, um grande desafio para a medicina, pois varia de organismo para organismo, já que a própria produção de anticorpos pode expelir doenças que se ligadas ao HPV podem desenvolver câncer – no colo do útero, em mulheres – e/ou mesmo a própria aparição dos sintomas e lesões na região uterina pode ser controlada pela quantidade de anticorpos atuante no organismo.

Esse editorial tem por objetivo esclarecer dúvidas sobre a doença, os sintomas, modos de prevenção e tratamentos possíveis. Vamos lá!

O que é o HPV?

O Vírus Papiloma Humano (HPV) a Crista de Galo – nome dado pela quantidade de verrugas que podem ser encontradas na região da vagina e virilhas – é uma doença que acomete a pele e possui mais de 200 variações. Seu meio de transmissão mais comum é através de relação sexual sem a devida proteção. Em grande maioria, a doença se apresenta por meio de aparições de verrugas na vagina e arredores.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o HPV é a doença mais freqüentemente diagnosticada no mundo. Estima-se que mais da metade das mulheres no mundo tenham o vírus presente em seu organismo e nem sequer saibam disso, pois os sintomas são quase imperceptíveis. Além do surgimento das verrugas ou condilomas acuminados, é possível também ter alguma noção de que algo está errado após a realização do chamado preventivo (o papanicolau), que pode atestar quaisquer alterações nos tecidos uterinos como lesões intra-epiteliais de baixo grau (HPV com baixo grau cancerígeno), neoplasia intra-epitelial grau I (alto grau cancerígeno), ou até mesmo a simples menção de um vírus sem a precisão de apontar lesões.

Como são os condilomas acuminados ou verrugas?

hpvQuanto às verrugas, não pense que elas são incomuns, de formatos diferenciados. Ao contrário, elas se assemelham àquelas que surgem nos joelhos, cotovelos e etc, e frequentemente encontrada em crianças.

Além disso, o HPV é comumente associado à outra doença que acomete milhares de mulheres em todo o mundo: o câncer do colo do útero. Muito se especula sobre isso, como se apenas o fato de se diagnosticar o HPV também significasse constatar o próprio câncer.

É preciso ressaltar que apenas a aparição do HPV não é fator preponderante para que a mulher desenvolva o câncer.

Por que há pessoas que não desenvolvem o HPV?

Como dito a cima, o desenvolvimento dos sintomas do HPV e suas correlações dependem, em suma, do funcionamento do organismo. Há tipos de HPV que são facilmente inibidos do organismo exatamente pela intensa produção de anticorpos. Além do mais, é preciso destacar que o papiloma humano sozinho não produz o câncer. Para que isso ocorra, a mulher precisa não cumprir as etapas do tratamento ou, ainda, não fazer exames preventivos regularmente.

O que fica claro então é que, a deficiência imunológica é o principal fator para o desencadeamento da doença e por essa razão os médicos sempre recomendam uma alimentação balanceada, ingestão de complexos vitamínicos e entre outros para que se possa travar o desenvolvimento do HPV no útero, assim como a proibição do fumo e outras substâncias que contém elementos cancerígenos. Por essa razão estima-se que apenas 5% das mulheres que contraíram o HPV possam desenvolver o câncer no colo do útero.

O HPV está relacionado a outras doenças sexualmente transmissíveis?

Muito se fala também a respeito do HPV e correlação com outros tipos como a Cândida são comumente relacionadas. A tal ponto que muitos acreditam que o HPV predispõe qualquer outra doença sexualmente transmissível. É importante deixar claro que a ocorrência do vírus não tem qualquer correlação como a cândida, gonorréia ou outros. Não há nenhum estudo que comprove isso.

Existe tratamentos para HPV?

Com o avanço da medicina e estudos cada vez mais aprofundados sobre o HPV (e suas mais de 200 variações), é possível encontrar mais de um método de tratamento disponível nas redes de saúde pública ou privada. De vacinas à cauterização, os meios e métodos de tratamentos, na maioria dos casos, eliminam as lesões características da doença.

Alguns medicamentos foram clinicamente aprovados ao combater os sintomas mais severos, como as verrugas genitais. Os medicamentos mais conhecidos são o Aldara e o Wartec – Warticom.

A vacina, também testada e aprovada para uso em mulheres de 9 a 26 anos de idade já pode ser encontrada nos postos e unidades de saúde de todo o Brasil. Mas vale ressaltar que a vacina só previne contra 4 tipos de HPV que são mais predispostos ao desenvolvimento do câncer e, também, são utilizadas como método de prevenção. Por isso, o Governo Federal idealizou uma campanha nacional para a vacinação de crianças e adolescentes de todo o país.

Outro método preventivo é o uso de camisinha no ato sexual, ainda que não se combata 100% do contagio – já que a camisinha só oferece 70% de proteção nesses –, pois o próprio contato pele a pele pode infectar o(a) parceiro(a). É importante destacar que, apesar não ser 100% seguro contra a transmissão do HPV, a camisinha previne 100% o combate de outras doenças como o HIV.


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Fonte:

INCA GOV: HPV e câncer

Ministério da Saúde: Vacinação contra HPV

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