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Fimose

A fimose caracteriza-se pela incapacidade de retrair o prepúcio, a pele que cobre a cabeça do pénis, onde estão presentes as suas glândulas. É normal que na infância seja impossível retrair o prepúcio, principalmente antes dos 2 anos de idade, o que não constitui uma patologia. O processo normal de retração desenvolve-se normalmente à medida que a criança vai crescendo, podendo a separação ocorrer na infância tardia ou no início da adolescência – fimose fisiológica.

Cerca de 95% dos rapazes tem um prepúcio retráctil até aos 16-17 anos, sendo que a sua maioria o consegue até aos 10 anos de idade. A adesão do prepúcio à cabeça do pénis é quebrada de forma espontânea e não exige manipulação.

No caso da fimose patológica, um segundo tipo de fimose que não se resolve com a idade, o pénis apresenta-se com um anel de pele apertado junto à sua cabeça, podendo este causar alguns problemas como obstrução do fluxo urinário, sangue na urina ou dor. Pode ser necessário recorrer à cirurgia se estiverem presentes estes sintomas. No caso da fimose não causar problemas, geralmente não é feito nenhum tratamento.


Quais sãos os sintomas?

A incapacidade de retrair o prepúcio pode dificultar a higienização desta zona, o que por sua vez pode causar balanite , dificuldade em urinar, erecções dolorosas e parafimose no caso da fimose patológica.

Na fimose fisiológica podem ocorrer quistos relacionados com a produção de segma, formado pelas glândulas do pénis com uma aparência de pequenas pérolas brancas.

Pode ocorrer inchaço e vermelhidão do prepúcio com corrimento purulento, sendo possível observar as adesões do prepúcio à cabeça do pénis através da sua superfície interior. Na fimose fisiológica o meato terá uma aparência saudável e sem tecido cicatricial, enquanto que na fimose patológica o meato apresenta-se com um anel fibroso branco em volta do orifício prepucial.

Quais são as causas da fimose?

A fimose fisiológica não tem causas associadas e resolve-se sem intervenção durante o crescimento. Por outro lado, a fimose patológica pode ser causada pela formação de tecido cicatricial, balanite e outros factores de risco, devido a uma fraca higienização da área.

A retração forçada do prepúcio também pode levar à formação do tecido cicatricial ou a parafimose, quando o prepúcio é retraído para além das glândulas do pénis e não consegue voltar à posição normal. A parafimose pode levar à diminuição de fluxo sanguíneo para as glândulas do pénis, exigindo ajuda médica imediata.

Quando não tratada a tempo, a parafimose pode prejudicar o fluxo venoso e linfático, levando ao aparecimento de inchaço, o que por sua vez compromete o aporte de sangue arterial. A falha no aporte de sangue arterial pode levar a necrose, gangrena e em casos graves, à amputação.

Quais as complicações da fimose?

A fimose é um factor de risco para o carcinoma do pénis, sendo que neste caso a circuncisão pode ser benéfica para a redução do seu risco. No caso de ocorrer balanite xerótica obliterante, também conhecida como líquen escleroso atrófico, pode ser necessária a realização não só de uma circuncisão, mas também de uma meatoplastia.

Como é feito o tratamento da fimose?

O tratamento da fimose depende da sua severidade e tipo e pode incluir a retracção manual diária, a aplicação de corticoesteróides ou a circuncisão.

Tratamento com corticoesteróides

O tratamento com corticoesteróides tópicos (drocortisona, betametasona, triamcinolona e fluticasona) está particularmente indicado para crianças com fimose que sofrem de balanite. Os corticoesteróides ajudam a minimizar a pressão do prepúcio sobre o pénis para que este seja mais fácil de retrair.

Deve ser feita uma massagem com a pomada corticoesteróide tópica duas vezes por dia, durante 6 a 8 semanas, juntamente com a retração manual do prepúcio. Assim que o prepúcio seja possível de retrair é suspendida a terapia com corticoesteróides e mantém-se a retração manual diária durante banhos quentes ou após urinar, para prevenir a recorrência da fimose.

Circuncisão

A circuncisão traduz-se pela remoção cirúrgica do prepúcio e apenas é utilizada no tratamento da fimose em último caso e após a falha de outros tratamentos, como o uso de corticoesteróides. A circuncisão é normalmente realizada em casos recorrentes de balanite/balanopostite, infecções recorrentes do tracto urinário e parafimose.

Outros tratamentos

Outros tratamentos consistem em injecções esteroides, antibióticos a longo-prazo, circuncisão parcial ou incisão dorsal no prepúcio. Estas duas últimas abordagens permitem que o prepúcio ou uma grande parte deste sejam preservados.

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