Falar no Chat (+351) 308 804 997
(+55) 11 49 33 77 11
Equipa de suporte ao paciente: Seg. à Sex. das 09h às 18h
  • Serviço privado e confidencial Embalagem discreta e pagamento confidencial
  • Apenas medicamentos originais Medicamentos enviados da nossa farmácia registada no Reino Unido
  • Tudo incluído no preçoConsulta médica, prescrição e entrega em 24h
  • Entrega em 24 horas

Hipogonadismo – Défice de Testosterona

Composição química da testosteronaA testosterona é uma hormona masculina que tem um importante papel durante a puberdade, permitindo o crescimento e desenvolvimento dos órgãos reprodutivos masculinos como o pénis, os testículos, o escroto, a próstata e as vesículas seminais. Contribui também para o desenvolvimento dos caracteres secundários masculinos como o aparecimento de pêlos, o desenvolvimento da musculatura e da massa óssea.

Níveis normais de testosterona são também responsáveis pelos níveis de energia, controlo do humor, fertilidade e desejo sexual.

A produção de testosterona diminui naturalmente com o envelhecimento. Por outro lado, baixos níveis de testosterona ou défice de testosterona podem ser um sinal de danos no hipotálamo, na glândula pituitária (hipogonadismo secundário) ou nos testículos, também conhecido como hipogonadismo primário.

Os dois tipos de hipogonadismo podem ocorrer ao mesmo tempo e ter origem congénita ou desenvolver-se mais tarde durante a vida.

O hipogonadismo afecta aproximadamente 40% dos homens com mais de 45 anos, apesar de apenas 5% estarem correctamente diagnosticados e seguirem tratamento.


O que acontece no hipogonadismo?

A produção de testosterona pelos testículos é regulada por uma cadeia de sinais que tem início no cérebro e se denomina eixo hipotalâmico-hipofisário. O hipotálamo secreta a hormona GnRH para que a glândula pituitária ou hipófise secrete a hormona luteinizante, também conhecida como LH. Esta hormona estimula as células de Leydig dos testículos a produzir testosterona, sendo produzidas 4 a 7 miligramas desta hormona por dia.

Qualquer alteração neste processo pode interferir com a produção de testosterona.

Eixo hipotálamo hipófise

Quais são os sintomas do défice de testosterona?

Os sinais e sintomas do défice de testosterona dependem do momento em que esta condição se começa a desenvolver. Este problema pode ser congénito e ocorrer durante o desenvolvimento fetal ou ocorrer antes da puberdade ou durante a vida adulta.

No caso de não ser produzida testosterona suficiente durante o desenvolvimentos fetal, podem ocorrer alterações no desenvolvimento dos órgãos sexuais externos. Dependendo a partir de quando o hipogonadismo está presente e quanta testosterona está presente, pode ocorrer o desenvolvimento de genitais femininos ou ambíguos, genitais que não são femininos nem masculinos, ou o subdesenvolvimento dos genitais masculinos.

Na puberdade, o hipogonadismo pode causar um fraco desenvolvimento da massa muscular, desenvolvimento de tecido mamário, diminuição do desenvolvimento da voz, subdesenvolvimento do pénis e dos testículos e ausência de pêlos corporais.

Quando se desenvolve na vida adulta, o hipogonadismo pode ter impacto na função sexual normal e dar origem a disfunção eréctil , infertilidade, perda de massa óssea e muscular, desenvolvimento de tecido mamário e diminuição do crescimento da barba e de pêlos corporais.

Por a testosterona estar envolvida na regulação dos níveis de energia e humor, um défice na sua produção irá também ser responsável por fadiga, diminuição do desejo sexual e dificuldades de concentração.

Quais as causas?


O hipogonadismo primário ou de causa testicular pode ser causado pelo síndrome de Klinefelter, um anomalia congénita dos cromossomas sexuais, que se traduz por um aumento do número de cromossomas X comparativamente ao sexo masculino normal que se traduz por XY. Também pode ser causado pela continuação da presença dos testículos no abdómen, não sendo feita a sua descida para o escroto antes do nascimento.

A orquite, a lesão nos testículos e o cancro testicular podem afectar a produção de testosterona pelos testículos, ocorrendo geralmente na adolescência ou idade adulta. A hemocromatose (presença de muito ferro no sangue) pode levar a falência testicular.

O hipogonadismo secundário relaciona-se com problemas na hipófise ou hipotálamo e pode ser causado por condições como o síndrome de Kallman, que se traduz por um desenvolvimento anormal do hipotálamo, desordens na hipófise, que podem ser causadas por um tumor nesta glândula ou próximo, doenças inflamatórias como a sarcoidose, a histiocitose e a tuberculose, vírus do HIV ou SIDA, medicamentos, obesidade ou stress físico.


Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico do hipogonadismo exige uma avaliação clínica dos sinais e sintomas descritos acima, característicos da falta de produção androgénios. A falta de produção de testosterona pode também ser comprovada por evidência bioquímica através de exames ao sangue.

Qual o tratamento do hipogonadismo?

O tratamento do hipogonadismo depende das suas causas. Se o hipogonadismo for causado por falência testicular, pode estar recomendada a terapia de substituição hormonal com testosterona para restabelecer a função sexual e prevenir a perda de massa óssea. Os homens que recebem este tratamento notam uma melhoria dos níveis de energia e bem-estar, bem como um aumento do desejo sexual.

A substituição hormonal com testosterona feita em rapazes pode estimular a puberdade e o desenvolvimento dos caracteres sexuais masculinos. A terapia deve ser feita com doses baixas de testosterona, sendo estas aumentadas gradualmente de forma a simular o que aconteceria normalmente no corpo. Desta forma podem ser minimizados os efeitos secundários deste tratamento.

A testosterona pode ser administrada em diferentes formas, como por exemplo, injeção, adesivo, gel, pastilha ou implante. O método de administração é decidido pelo médico, após uma avaliação do estado de saúde do paciente.

Os homens ou rapazes a fazer tratamento com testosterona devem ser monitorizados frequentemente de forma a detectar precocemente possíveis efeitos secundários.

Seleccione
Medicamento
Preencha o formulário
O médico emite a sua prescrição
Entrega em 24h