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Finasterida e Impotência

Descubra a relação entre o medicamento para a calvície e a impotência sexual.

Alguns medicamentos acabam tendo como efeito-colateral a impotência sexual, alguns medicamentos antidepressivos, para hipertensão, ou neurológicos podem acabar causando este efeito. Mas um medicamento que vem despertando a curiosidade dos cientistas em relação aos seus efeitos colaterais é o medicamento para calvície que possui em sua composição a Finasterida.

Neste artigo, vamos falar um pouco mais dessa possível relação entre a Finasterida e a impotência sexual .

O que é Finasterida e como age

A calvície é um problema que atinge grande parte dos homens, principalmente quando a idade vai avançando. Pensando nisso, muitos medicamentos atuam no sentido de pelo menos atenuar a calvície masculina com substâncias específicas, entre elas a Finasterida.

A Finasterida é uma droga indicada principalmente para o tratamento da calvície, provocada pelo que os especialistas chamam de alopecia androgênica, ou seja, a calvície que é provocada por questões genéticas.

A atuação da Finasterida para evitar o avanço da queda de cabelo é de bloquear o hormônio responsável por essa queda. Esse hormônio é conhecido como diidrostestosterona, o DHT que, como o próprio nome diz provém de uma transformação do hormônio da testosterona.

Saiba mais sobre Finasterida

Relação de Finasterida com a impotência sexual

Muitas pessoas desconfiam que o medicamento que possua a Finasterida possa ajudar no combate a calvície, mas também possa acabar causando algum tipo de impotência sexual, principalmente a disfunção erétil. Isso porque, como já dissemos, a Finasterida atua no hormônio da testosterona, o hormônio masculino.

Com essa desconfiança em mente, o endocrinologista Michael S. Irwig, da Universidade de Washington, resolveu realizar um estudo sobre os efeitos da Finasterida e da sexualidade masculina. O estudo constatou que entre 71 pacientes que fizeram o uso da Finasterida, pelo menos 94% tiveram redução de libido e 92% tiveram disfunção erétil, entre outros resultados.

Mas, muitos profissionais da comunidade médica contestaram esses resultados. Primeiramente vale lembrar que essa ainda não é uma pesquisa conclusiva e soma-se a isso as circunstâncias em que ela foi realizada.

É que a pesquisa teria sido feita via telefone, com pacientes que já estavam cadastrados em um site onde o assunto é problemas com disfunção erétil. Ou seja, pode ser que esses pacientes já sofressem de distúrbio sexual, mesmo antes do uso da Finasterida.

Outro objeto de contestação de estudiosos é o fato de que a Finasterida não tinha apresentado queixas significativas de seus usuários quanto aos problemas relacionados a impotência sexual. Fatos que tornam essa pesquisa ainda não conclusiva e a relação entre impotência sexual e Finasterida, não tão eficazes.

Em menos de 2% dos casos acontece a perda da líbido

O que se tem comprovado até hoje cientificamente é bem diferente, do que foi mostrado pelo estudo da Universidade de Washington, estudos científicos feitos em longo prazo mostram que a perda de libido, por exemplo, que é a perda do desejo sexual, só foi observada em menos de 2% dos pacientes que usaram a Finasterida.

Esse fato comprova que talvez os estudos possam não estar tão corretos, como se imaginou ao longo do tempo. A verdade é que este medicamente vem sendo usado por muito tempo para o combate da calvície genética, que costuma atingir muito mais aos homens, e as reclamações em consultórios quanto ao desempenho sexual afetado depois de seu uso são mínimas, e para alguns médicos até inexistentes.

Qualquer medicamento apresenta certos riscos de reações adversas

A verdade é que esse índice de menos de 2% que perderam a libido com o uso da Finasterida é simbólico e irrisório. Muitos outros medicamentos oferecem riscos muito maiores a impotência sexual, como já falamos em textos anteriores, os medicamentos ligados ao tratamento da depressão, por exemplo, podem em primeiro momento afetar a perda de libido de grande parte dos pacientes. Outros tratamentos, como os neurológicos também podem acabar se refletindo em alguns problemas ligados a impotência sexual.

O índice é muito grande de ocorrência da impotência sexual nesses casos e da Finasterida o risco é de menos 2% da perda da libido. Por isso, o uso da Finasterida não é restritivo e nem deve apresentar medo de causar impotência sexual. São raros os casos de impotência, e são altos os casos de sucesso no combate a calvície, como já dissemos mais de 86% dos pacientes viram seus cabelos pararem de cair com o uso do medicamento.

Portanto, se você tem algum problema relacionado à calvície não tenha medo de consultar seu médico e verificar a possibilidade do uso de medicamentos que contenham a Finasterida.

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