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Efeitos Secundários do Cialis

O Cialis é um medicamento indicado para tratamento de disfunção erétil, contendo o princípio ativo Tadalafil. Como qualquer medicamento de prescrição, o Cialis pode causar alguns efeitos secundários, que podem ser classificados entre os que foram constatados durante os ensaios clínicos e outros, mais raros, que são decorrentes da prática clínica, ou seja, do seu uso costumeiro pelos pacientes.

Os efeitos secundários do Cialis constatados durante os testes clínicos, foram relacionados por terem sido descobertos durante a fase de testes, que envolveu mais de 15 mil pacientes.

Após os testes, o relatório sobre os efeitos secundários do medicamento foi submetido à Food and Drug Administration, o órgão responsável nos Estados Unidos para o controle de medicamentos.

Depois da análise pelo FDA, o medicamento foi considerado seguro para homens que sofrem de impotência sexual e disfunção erétil, já que seus potenciais riscos demonstraram ser muito inferiores aos seus benefícios.

A avaliação do Cialis pelo FDA considerou que existem efeitos secundários que podem ser classificados em muito comuns, comuns, raros e muito raros.

Saiba mais sobre os efeitos secundários do Cialis.

Quais são os possíveis efeitos secundários causados pelo Cialis?

Como ocorre com outros medicamentos indicados para tratamento de disfunção erétil, os efeitos secundários provocados pelo Cialis, ou mais precisamente pelo Tadalafil, o seu princípio ativo, na maior parte dos casos podem ser considerados apenas como leves ou temporários.

Muito embora os tratamentos com medicamentos para a disfunção erétil tenham se tornado conhecidos como potencialmente perigosos para a saúde, torna-se necessário desfazer alguns mitos, criado particularmente com base em raros casos.

O Cialis, como a maior parte dos medicamentos contra a impotência, somente causou maior gravidade nos efeitos secundários em pessoas que o utilizaram sem os devidos cuidados, ou mesmo sem prescrição médica, ou ainda pela interação com outros medicamentos utilizados para doenças previamente existentes.

De acordo com a classificação elaborada pela FDA norte-americana, os efeitos secundários do Cialis são considerados como muito comuns, comuns, raros e muito raros.

Antes de conhecer cada um desses efeitos, confira a composição química do princípio ativo do Cialis, o Tadalafil:

formula química da tadalafila

Efeitos secundários muito comuns do Cialis

Entre os efeitos secundários mais comuns do Cialis podemos citar as dores de cabeça e dificuldades de digestão, ou dispepsia, como também é conhecida. Os efeitos foram observados em menos de 10% dos pacientes que participaram dos estudos clínicos, que os sentiram por apenas algumas horas, ou seja, exatamente o tempo do processo de vasodilatação propiciado pelo medicamento.

Esses efeitos, contudo, mostraram-se com maior frequência na primeira vez que o medicamento foi utilizado, passando a não ocorrer com o uso continuado do Cialis.

Efeitos secundários comuns do Cialis

Os efeitos secundários comuns costumam afetar cerca de 10% dos homens que utilizam o medicamento, sendo caracterizados principalmente por tontura ao levantar rapidamente, rubor facial, congestão nasal e dores musculares.

Na maior parte dos pacientes testados durante os estudos clínicos, as dores musculares se apresentaram de forma leve e atenuada, não havendo a necessidade de recorrer a qualquer tipo de analgésico.

Efeitos secundários raros do Cialis

São considerados raros os efeitos secundários de medicamentos que afetam menos de 1% dos pacientes testados. Com o Cialis esses efeitos raros também ocorreram, caracterizando-se principalmente por reações alérgicas ao princípio ativo ou por outros componentes da fórmula do medicamento.

Os efeitos se apresentaram através de taquicardia, de redução ou aumento da pressão arterial, de episódios de refluxo gastroesofágico, de dores nos olhos, no peito e no abdômen e de visão turva.

No caso um tanto improvável de um paciente sentir esses efeitos secundários, a recomendação é procurar ajuda médica para discutir sobre uma redução na dose do medicamento.

Efeitos secundários muito raros do Cialis

Os efeitos secundários muito raros do Cialis, como acontece em estudos clínicos com qualquer medicamento, apresentam-se quando ocorrem em menos de 1 em cada 1.000 pacientes testados.

A maior parte desses efeitos, em se falando do Cialis, foi relatada em pacientes idosos, com patologia prévia, surgindo apenas depois da comercialização do medicamento e depois de sua utilização por milhões de pacientes.

Os efeitos secundários muito raros se manifestam através de enxaquecas, perda súbita de audição, arritmia ventricular, síndrome de Stevens-Johnson, dermatite esfoliativa, ereções prolongadas (priapismo), edema facial e oclusão vascular da retina.

Priapismo e ataque cardíaco, que são considerados efeitos muito raros, apenas foram relatados por pacientes com histórico de problemas cardiovasculares ou de priapismo anterior, e que fizeram uso do medicamento.

Efeitos adversos relacionados à visão e à retina, como neuropatia ótica isquêmica anterior não artrítica, foram descobertos recentemente. Em razão do baixo número de relatos sobre esse tipo de problema, o Tadalafil, princípio ativo do Cialis, se mostrou menos grave do que o Sildenafil, princípio ativo do Viagra.

Cialis e outros problemas de saúde

O Cialis é um medicamento indicado para tratamento de impotência sexual, ou disfunção erétil, quando o homem apresenta problemas de ereção, sendo utilizado para que consiga chegar à ereção e mantê-la durante o tempo necessário para uma relação sexual satisfatória.

Em razão dessa indicação, e com um crescente número de homens que apresentam a mesma condição de disfunção erétil, muitos homens têm procurado o medicamento, na maior parte das vezes até mesmo sem prescrição médica, ou ainda adquirindo produtos cuja origem não é tão segura quanto o original, sem levar em consideração que o Cialis pode ter contraindicações e efeitos colaterais.

Existem algumas condições clínicas que impedem o uso do Cialis, como podemos observar a seguir:

Cialis e pressão alta

A disfunção erétil acontece principalmente em função de não haver a quantidade correta de fluxo sanguíneo chegando até o pênis, impedindo uma completa ereção. A situação acontece em decorrência de uma série de razões, que podem ser físicas, como disfunção hormonal, obesidade ou outra doença pré-existente, ou psicológicas, como estresse, depressão e perda da libido.

Medicamentos indicados para tratamento de disfunção erétil, como ocorre com o Cialis, são vasodilatadores, servindo para aumentar o fluxo sanguíneo, gerando um aumento na pressão que pode não ser totalmente benéfica para quem é portador de hipertensão arterial.

Dessa forma, pacientes hipertensos, que têm necessidade de visitar regularmente um médico, devem solicitar informações sobre a possibilidade ou não de usar o Cialis ou qualquer outro medicamento, se apresentarem os sintomas de disfunção erétil.

Cialis e Diabetes

Pacientes portadores de diabetes, mais comumente do que pessoas normais, costumam apresentar maior incidência de disfunção sexual. Isso ocorre em razão de o diabetes provocar danos nos vasos sanguíneos e nos nervos, levando à impotência sexual. As pesquisas demonstram que diabéticos apresentam três vezes mais probabilidade de ter esse tipo de problema do que pessoas não diabéticas.

O uso de Cialis por pacientes com diabetes deve ser sempre orientado por um profissional médico, que poderá ou não autorizar o medicamento depois de uma análise clínica do paciente. O sucesso do Cialis no tratamento de impotência sexual em diabéticos costuma chegar a 50%, entre os casos tratados através de acompanhamento médico.

Cialis e problemas cardíacos

Para pacientes com problemas cardíacos é preciso sempre ter muito cuidado ao fazer uso concomitante de qualquer outro medicamento com os que costuma tomar usualmente. No caso da disfunção erétil, esse cuidado deve ser ainda maior, já o Cialis é um vasodilatador.

Pacientes com problemas cardíacos devem consultar um médico antes de fazer uso do Cialis ou de qualquer medicamento contra a disfunção erétil, uma vez que esse tipo de tratamento deve ser monitorado pelo profissional de saúde.

Entre os efeitos colaterais do Cialis estão os problemas relacionados a pressão e a ataques cardíacos que, embora tenham ocorrido em número mínimo de pacientes, sempre servem como alerta. Mesmo que esse risco seja pequeno em pacientes cardíacos, ele pode se agravar. Nesse caso, é importante ter uma consulta médica para avaliar a possibilidade ou não de fazer uso do Cialis.

Como evitar os efeitos secundários do Cialis?

Até onde foi analisado nos estudos clínicos, os resultados conseguidos com o Cialis são dependentes de sua dosagem. Dessa maneira, diferentes doses podem oferecer efeitos diferentes, e uma quantidade maior daquela prescrita pelo médico pode não se mostrar efetiva para alguns tipos de tratamento.

Uma pesquisa recente foi conduzida no sentido de entender se um comprimido de Cialis de 10 mg pode apresentar o mesmo efeito de um comprimido com 20 mg do princípio ativo dividido ao meio.

É interessante observar que as conclusões demonstraram que, dependendo de cada caso, os resultados podem ser diferentes, havendo diversos fatores que podem interferir, como a perda do princípio ativo durante o corte, a alteração da velocidade de absorção pelo organismo e alguns outros.

Por isso, existe uma regra básica: se houver necessidade de uma dose menor do que aquela prescrita pelo médico, seja em função de efeitos secundários ou outra razão, é melhor consultar o médico antes de fazer uso novamente do medicamento.

A primeira forma de prevenir os efeitos secundários é informando o médico com toda a verdade sobre as condições físicas, principalmente se o paciente sofrer de alguma doença crônica ou aguda. Também é necessário informar sobre o uso de outros medicamentos ou se o paciente está sendo submetido a algum tipo de tratamento, evitando a possibilidade de qualquer interação medicamentosa com o Cialis.

Um dos pontos mais relevantes para o portador de disfunção erétil que procura o tratamento com o Cialis é informar se apresenta alguma disfunção no sistema cardiovascular, uma vez que o medicamento interfere diretamente com a atividade circulatória.

Para conseguir a ereção em pessoas com impotência sexual, o Cialis aumenta o nível da atividade cardíaca, possibilitando assim enviar maior quantidade de sangue para a região genital e, por isso, pacientes cardíacos devem evitar o tratamento com Cialis quando houver as seguintes condições:

  • Obstrução do canal de saída do ventrículo esquerdo;
  • Afecções relacionadas ao desempenho das válvulas cardíacas;
  • Músculo cardíaco em condições estruturais alteradas.

Quais são as interações do Cialis?

Nos ensaios clínicos, o princípio ativo demonstrou sua capacidade de aumentar os efeitos hipotensores dos nitratos, um fator que se constatou ser resultado dos efeitos combinados desse tipo de substância e do Tadalafil sobre a via do óxido nítrico.

Assim, o medicamento é contraindicado para portadores de disfunção erétil que estejam utilizando qualquer tipo de medicamento na forma de nitrato orgânico.

O Cialis também não pode ser combinado com outros medicamentos para disfunção erétil ou impotência sexual, já que, mesmo não havendo comprovação científica sobre a interferência entre os medicamentos, é possível que possa haver uma potencialização dos efeitos hipotensores dos medicamentos, levando a pressão arterial a patamares mínimos perigosos.

Além disso, é importante destacar que, como qualquer outro medicamento, o Cialis não deve ser usado com maiores quantidades de bebidas alcoólicas.

São duas as principais razões para essa contraindicação: a primeira é que o consumo de álcool em grande quantidade, por si só, dificulta a ereção, fazendo com que a maior parte do sangue seja direcionada para o fígado, para que o álcool seja metabolizado pelo organismo e, diante dessa condição, o Cialis pode não apresentar os efeitos desejados.

A segunda razão é que o medicamento, principalmente quando misturado com bebidas alcoólicas, pode provocar náusea, tontura, vômito, taquicardia e, como efeito colateral ainda mais grave, uma queda súbita da pressão arterial, que pode levar o paciente a ter desmaios.

A queda de pressão ocorre uma vez que tanto o etanol presente nas bebidas quanto o Cialis, com seu princípio ativo, são vasodilatadores. Ao mesmo tempo, o fato de que ambas as substâncias são metabolizadas pelo fígado, faz com que o medicamento se torne perigoso para a saúde quando combinado com altas doses de álcool, já que a combinação permite potencializar os efeitos colaterais das duas substâncias.

Vale lembrar, com relação ao consumo excessivo de bebidas alcoólicas, que um estudo promovido pela Indian Psychiatric Society constatou que pelo menos 70% dos homens que fazem uso abusivo de bebidas apresentam pelo menos algum tipo de disfunção sexual ao longo de sua vida, principalmente a ejaculação precoce e problemas de ereção.

Quais são as contraindicações do Cialis?

O Cialis é um medicamento que não pode ser consumido por pessoas que apresentem reações alérgicas provocadas pela hipersensibilidade ao seu princípio ativo ou a qualquer dos componentes de sua fórmula.

As reações alérgicas podem se manifestar através de eritodermatite e da síndrome de Stevens-Johnson.

Homens com as seguintes doenças cardiovasculares não devem fazer uso do Cialis. Confira as especificações dos problemas cardíacos na tabela abaixo:

Problemas cardíacos contraindicados para o uso do Cialis
  • Homens que tiveram infarto do miocárdio nos últimos 90 dias;
  • Homens com angina instável ou angina se apresentando durante as relações sexuais;
  • Homens com insuficiência cardíaca classe 2 ou insuficiência cardíaca grave nos últimos 6 meses;
  • Homens com arritmia não controlada;
  • Homens com hipotensão.

Outro grupo relevante contraindicado para o uso de Cialis são os pacientes que fazem uso de qualquer forma ou variação de nitrato orgânico, já que o uso concomitante com o Tadalafil aumenta a ação hipotensora, podendo causar situações graves de pressão baixa.

O Cialis também não pode ser utilizado por homens portadores de problemas hepáticos ou oculares.

Para homens com condições cardíacas não é aconselhada qualquer atividade sexual. Nesses pacientes, é preciso considerar o risco potencial de ataque cardíaco durante a atividade sexual, havendo doença cardiovascular pré-existente.

Se um paciente com disfunção erétil deseja começar o tratamento com o Cialis, é necessário que ele priorize sua utilização, conversando com o médico sobre todas as dúvidas apresentadas.

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