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Fumo passivo ou secundário

Os malefícios do tabaco para o fumador são hoje devidamente reconhecidos e unânimes entre a comunidade. No entanto, quando se fala de fumo passivo, torna-se difícil quantificar a exposição real ao tabaco, e dessa forma prever o seu impacto a curto e longo prazo para a saúde da pessoa exposta.

O fumo passivo ou secundário consiste na inalação de uma combinação de dois tipos de fumo, que têm uma composição química distinta: o fumo gerado pela ponta do cigarro e aquele que é expelido pelas vias respiratórias do fumador. Quando libertado, o fumo do tabaco não se dispersa facilmente e tende a permanecer por bastante tempo no mesmo local. Para além disso, uma vez que arrefece rápido e é mais denso do que o ar, quando finalmente se dissipa, este fumo tende a descer. Isto dificulta o arejamento dos espaços fechados, e contribui para o depósito dos compostos do tabaco nos móveis, roupas, objetos e no chão.


Constituição

O fumo passivo é composto por cerca de 7000 compostos diferentes, entre gases e partículas sólidas, sendo que uma grande parte é reconhecida pelos seus efeitos tóxicos ou carcinogénios no ser humano. São exemplo disso o amoníaco, o formaldeído, o arsénio, o benzo[a]pireno, entre outros.

Por outro lado, estima-se que o fumo gerado pela ponta do cigarro seja 4 vezes mais tóxico do que aquele que é expelido pelo fumador, embora este último seja libertado em maior quantidade. Isto deve-se ao facto de a ponta do cigarro libertar maiores concentrações de substâncias nocivas, algumas delas até mesmo cancerígenas. Quando comparados, na ponta do cigarro verifica-se sensivelmente o triplo da libertação de monóxido de carbono, por exemplo, bem como 10 a 30 vezes mais quantidades de nitrosamina.


Químicos do tabaco

Riscos para a saúde geral

A exposição ao fumo passivo causa irritação nas vias respiratórias, e tem um impacto negativo imediato também nos vasos sanguíneos. Assim, estima-se que quando a inalação de fumo é frequente, o risco de vir a sofrer de doença cardiovascular pode aumentar entre 25 a 30%. O fumo passivo prolongado está também associado ao desenvolvimento de outras doenças e morte prematura, tanto em adultos como nas crianças.

Risco para grávidas e para o feto

Embora ainda haja uma quantidade significativa de grávidas que continuem a fumar, na maioria dos casos o fumo passivo é sem dúvida o maior risco para a saúde do feto. Por isso, para uma grávida cujo companheiro seja fumador e fume frequentemente na sua presença, parece haver um maior risco de dar à luz um recém-nascido abaixo do peso recomendado.

Perigo para as crianças

A grande parte da exposição das crianças ao fumo do tabaco ocorre em casa, quando um ou ambos os pais são fumadores. Como já foi referido, ainda que a casa seja arejada, o fumo não a sai facilmente. As crianças são particularmente sensíveis aos inconvenientes do fumo passivo, uma vez que o seu organismo ainda se encontra em crescimento. Assim, verifica-se que aquelas que são regularmente expostas ao fumo têm um maior risco de desenvolver infeções respiratórias, asma ou até meningite bacteriana.

Por isso é aconselhável que os pais fumem no exterior, de forma a evitar a contaminação doméstica.

Perigo para doentes crónicos

A inalação de fumo por doentes respiratórios pode ser muito grave. Nos doentes asmáticos, ou que padeçam de DPOC (doença pulmonar obstrutiva crónica), o fumo do tabaco pode precipitar crises de dispneia (dificuldade em respirar), que em alguns casos, se não tratadas com a medicação adequada podem mesmo levar à morte. Uma vez que grande parte dos asmáticos é sensível ao fumo do tabaco e este se encontra por todo o lado, este é um dos motivos pelos quais caso o doente deve transportar a medicação SOS consigo ao longo do dia.

Risco de cancro

Hoje em dia, sabe-se que a inalação de fumo pode causar cancro de pulmão mesmo em não fumadores. O tabaco pode conter até 50 substâncias potencialmente cancerígenas, e estima-se que alguém que conviva com um fumador (e o seu fumo) possa ver aumentada entre 20 a 30% a probabilidade de vir a desenvolver cancro do pulmão.

Alguns estudos sugerem também que o fumo passivo possa também aumentar o risco de desenvolver outros tipos de cancro, como por exemplo o cancro da mama, da cavidade nasal ou da nasofaringe, mas também linfomas e tumores cerebrais em crianças.

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