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Qual é o melhor método contraceptivo?

Nos dias de hoje, existem métodos bastante seguros de contraceptivos para evitar uma gravidez em momento inadequado, mostrando muito mais eficácia do que os antigos meios encontrados.

Contudo, para todas as mulheres que buscam métodos contraceptivos, surgem as mesmas questões: como encontrar o melhor sistema para não engravidar no meu caso específico e como saber qual é aquele que não irá fazer mal à minha saúde?

Como o mercado farmacêutico oferece um grande número de opções, torna-se difícil para a mulher encontrar o melhor contraceptivo para sua situação. Desta forma, é interessante conhecer as propriedades dos métodos apresentados, comparando-as com as necessidades de cada mulher.

Neste artigo, você vai encontrar informações sobre cada tipo de método contraceptivo oferecido e uma comparação entre eles, possibilitando a sua escolha específica para o seu caso em particular.

Conheça os principais métodos contraceptivos

Veja, a seguir, como encontrar o método contraceptivo mais adequado para cada situação:

Pílula combinada

As pílulas contraceptivas, ou simplesmente pílulas, são contraceptivos orais usados em combinação, contendo estrogênio e progesterona. Essas pílulas são usadas para suprimir a ovulação, impedindo que os óvulos amadureçam e provoquem uma gravidez indesejada.

A combinação das pílulas anticoncepcionais provoca alteração no muco cervical e no endométrio, o revestimento do útero, impedindo que os espermatozoides alcancem o ovário.

As pílulas anticoncepcionais combinadas podem conter diferentes dosagens de estrogênio e de progesterona, sendo usadas em ciclo prolongado, permitindo reduzir o número de períodos menstruais a que a mulher é submetida normalmente.

Minipílula

A minipílula é um método contraceptivo que deve ser tomado via oral, sem qualquer pausa. Diferente da pílula combinada, a minipílula contém apenas um dos hormônios necessários para evitar a gravidez, a progesterona.

Seu uso continua sendo o método mais popular atualmente para controlar a natalidade, embora ainda não tenha uma aplicação tão difundida quando a pílula anticoncepcional comum.

Sua principal diferença, ou seja, o fato de conter apenas a progesterona em vez da combinação com o estrogênio, a torna mais suave do que a pílula combinada, não provocando qualquer efeito colateral e garantindo que a mulher passe normalmente por uma vida sexual saudável, sem o risco de engravidar.

Contracepção de emergência

A contracepção de emergência, também denominada "pílula do dia seguinte", é um método contraceptivo que previne a fecundação depois de uma relação sexual para a mulher que não se previne constantemente com a pílula anticoncepcional (minipílula ou pílula combinada).

Quando ocorre uma relação sexual e a mulher sente o risco de engravidar em virtude de seu período menstrual, a pílula do dia seguinte pode ser usada, como o próprio nome indica, no dia imediatamente após a relação ou em até cinco dias depois do sexo.

O Levonorgestrel é um comprimido contendo progesterona, sendo vendido numa dose suficiente para prevenir e evitar a fecundação, eliminando o risco de uma gravidez indesejada. As pílulas mais conhecidas no mercado atualmente são: ellaone e levonelle.

A quantidade de pílulas que a mulher deve tomar vai depender do tipo de comprimido utilizado, sendo mais eficiente quando utilizado logo após a relação sexual, embora tenha condições de reduzir os riscos de gravidez indesejada em até 120 horas após o ato sexual.

quimica das hormonas nos contraceptivos

Anel contraceptivo

O anel contraceptivo ou anel vaginal é, como indica o seu nome, um anel que deve ser inserido na vagina. Macio e flexível, o anel contraceptivo tem o formato de rosca, com cerca de 5 centímetros de diâmetro. O mesmo também é conhecido pelo seu nome de marca, Nuvaring.

Ao ser inserido na vagina, em contato com o muco cervical, ele libera lentamente hormônios (progesterona e estrogênio), que penetram na corrente sanguínea através da parede vaginal, afetando diretamente os ovários e o útero, prevenindo uma gravidez indesejada.

Os hormônios progesterona e estrogênio presentes no anel contraceptivo tem o poder de evitar a ovulação, não permitindo que os ovários liberem o óvulo durante o período menstrual, impedindo uma gravidez indesejada, já que o esperma não tem condições de chegar a um óvulo.

Além de impedir a liberação do óvulo durante o ciclo menstrual, os hormônios também modificam o muco cervical, tornando-o mais espesso e impedindo que o esperma possa chegar até o útero, evitando que possa ocorrer uma fecundação no caso de uma liberação indevida de óvulos. Os hormônios também podem, eventualmente, afetar o revestimento do útero.

Adesivo contraceptivo

O último método anticoncepcional que apresentamos é o adesivo contraceptivo, uma película fina, de cor da pele, confeccionada em plástico, que deve ser aplicada à pele. Sua aplicação é feita uma vez por semana, durante três semanas seguidas, após o que a mulher deve ficar uma semana sem aplica-lo.

O adesivo contraceptivo também é conhecido pelo nome de Evra, sua marca de fábrica. O fabricante original parou com sua produção, em razão de decisões empresariais, embora o adesivo possa ainda ser encontrado sob outras denominações.

Da mesma forma que outros métodos contraceptivos, o adesivo se utiliza do sistema básico para evitar a gravidez, liberando hormônios progesterona e estrogênio no organismo da mulher, evitando a ovulação e, consequentemente, a fecundação.

Os hormônios envolvidos no processo contraceptivo impede que os óvulos amadureçam e deixem o ovário, de maneira que a mulher possa evitar a gravidez, já que não há um óvulo para ser fecundado.

Como nos outros métodos anticoncepcionais, o adesivo contraceptivo também torna o muco cervical mais espesso, evitando que os espermatozoides possam chegar a um óvulo eventualmente liberado durante o ciclo menstrual.

O que levar em consideração ao escolher a opção mais adequada para o meu caso?

Como existe uma grande variedade de opções, pode ser difícil para a mulher se decidir pelo melhor método contraceptivo em seu caso específico. O melhor sistema de evitar uma gravidez indesejada, no entanto, é aquele que não provoque qualquer efeito colateral, devendo ser aceitável também pelo seu parceiro.

Além disso, também devem ser considerados outros fatores para a escolha do melhor método contraceptivo:

  • O casal deve analisar a eficácia do método escolhido;
  • Deve-se perguntar se o método é conveniente e se a mulher sempre vai se lembrar de utiliza-lo;
  • No caso de haver possibilidade de esquecimento, deve procurar um método que possa ser eficaz;
  • É necessário saber que o método é reversível, ou seja, se, em caso de desejar a gravidez, a mulher terá possibilidade de engravidar quando suspender a medicação;
  • A mulher deve procurar saber sobre os possíveis efeitos colaterais do medicamento utilizado ou da possibilidade de complicações posteriores;
  • O método deve ser bem acessível para que tenha continuidade durante o tempo planejado pelo casal;
  • Por fim, é preciso saber, no caso de uma mulher que tenha parceiros diversos, se o método também protege contra doenças sexualmente transmissíveis.

Na escolha do melhor sistema para evitar uma gravidez indesejada, a mulher deve saber que não existe um método perfeito. É preciso analisar as vantagens e desvantagens de cada um, procurando escolher aquele que possa ser aplicado de forma correta, atendendo a eficácia e permitindo que a mulher não corra o risco de engravidar.

Vantagens e desvantagens das propriedades contraceptivas

A seguir, você poderá encontrar as principais vantagens e desvantagens de cada método contraceptivo, identificando as principais propriedades de cada um deles:

Pílula combinada

pilula combinada

A pílula combinada é o tipo mais comum de pílula anticoncepcional; De acordo com o Escritório de Estatísticas Internacionais, é usado por cerca de 100 milhões de mulheres em todo o mundo. As pílulas combinadas são bem toleradas de modo geral, mas avaliação médica pode ser necessária para identificar se o método é viável.

A pílula combinada ainda é o modelo mais comum de método contraceptivo, sendo utilizado por mais de 100 milhões de mulheres no mundo todo. Como se trata de um medicamento bem tolerado de forma geral, a mulher pode usa-lo sem grandes riscos, embora deva passar por uma avaliação médica antes de passar pelo tratamento, identificando se o método é eficiente para o seu caso específico.

Vantagens:

  • A pílula combinada é um dos métodos mais confiáveis e eficazes, desde que usado conforma indicação médica;
  • O uso da pílula combinada pode provocar períodos menstruais cada vez mais curtos, com menos cólicas e mais regulares;
  • O medicamento pode ser utilizado para nivelar o ciclo menstrual ou manipula-lo de acordo com a vontade, podendo ser usado para saltar períodos em razão da conveniência ou para evitá-los durante determinados períodos;
  • A pílula combinada não afeta a fertilidade de maneira permanente, permitindo que a mulher possa se tornar fértil logo depois de suspender o seu uso;
  • O uso da pílula combinada melhor a qualidade da pele, evitando a acne, além de também ajudar a melhorar a síndrome pré-menstruação, ou TPM;
  • Os ingredientes da pílula combinada podem reduzir o risco de cistos no ovário e gerenciar os sintomas da síndrome do ovário policístico;
  • Mulheres que fazem uso da pílula combinada também podem reduzir o risco de câncer no ovário e no endométrio, o revestimento do útero.

Desvantagens

  • Algumas marcas e formulações da pílula combinada podem ser mais caras que outros métodos;
  • A pílula combinada não protege a mulher contra doenças sexualmente transmissíveis;
  • O seu uso deve ser diário para se apresentar como método eficaz;

A pílula combinada não pode ser prescrita para mulheres que já passaram por cancro de mama, por acidente vascular cerebral, por trombose venosa profunda com surgimento de coágulo sanguíneo nas veias mais profundas do organismo, por ataques cardíacos e alguns tipos de enxaquecas, além de mulheres que tenham problemas cardíacos, doenças hepáticas e para as fumantes com mais de 35 anos.

Em mulheres com hipertensão arterial, os riscos da pílula combinada podem ser maiores do que os seus benefícios. Aquelas que tenham problemas de hipertensão arterial, de diabetes, colesterol alto, que façam uso de medicamentos como antiepiléticos e que apresentem sangramento vaginal de origem desconhecida devem evitar a pílula combinada.

Além disso, a pílula combinada também não é indicada durante o período de amamentação, uma vez que o uso de estrogênio pode suprimir a produção de leite materno.

Minipílula

minipilula

A mini-pílula continua a ser um dos métodos mais populares de controle de natalidade - embora ainda não seja tão amplamente utilizado como a pílula "comum". As Mini-pílulas são bem toleradas de modo geral, mas avaliação médica pode ser necessária.

A minipílula, mesmo não sendo tão utilizada quanto a pílula combinada, é um dos métodos mais utilizados pelas mulheres no mundo todo, se apresentando como um medicamento bastante tolerado de forma geral, embora também deva ser usado mediante prescrição médica.

Vantagens

A minipílula é um método que pode ser indicado para mulheres que não possam fazer uso da pílula combinada, em razão de não possui estrogênio em sua formulação, podendo ser melhor assimiladas por aquelas que tenham problemas cardíacos, pressão arterial elevada ou histórico médico de acidente vascular cerebral, coágulos sanguíneos ou que apresentem alguns tipos de enxaquecas.

  • A minipílula pode ser usada por mulheres em período de amamentação;
  • O medicamento não interfere no desejo sexual feminino;
  • Além disso, também permite que a mulher possa engravidar imediatamente após a suspensão do seu uso.

Desvantagens

  • A minipílula é um medicamento que deve ser tomado todos os dias no mesmo horário;
  • Por não conter estrogênio, a minipílula é menos eficaz do que a pílula combinada;
  • Seu uso pode provocar manchas na pele ou hemorragias irregulares;
  • O medicamento na protege a mulher contra doenças sexualmente transmissíveis.

A minipílula é um método contraceptivo não recomendado para mulheres que tenham doença hepática mais grave, ou que tenham histórico de câncer de mama, distúrbios de má absorção ou que tenham tido uma gravidez ectópica anterior.

O medicamento também não pode ser prescrito para mulheres que tomam outras substâncias, com medicamentos contra epilepsia, hipericão ou determinados antibióticos.

Contracepção de emergência

pilula do dia seguinte

Um estudo estimou que a chamada pílula do dia seguinte poderia reduzir a taxa de gravidez não planejada pela metade em todo o mundo. As pílulas de emergência são bem toleradas de modo geral, mas avaliação médica é necessária em caso de efeitos colaterais severos.

De acordo com estudos médicos e científicos, a denominada pílula do dia seguinte é um método contraceptivo que poderia reduzir a taxa de gravidez não planejada pelo menos à metade no mundo todo. A pílula do dia seguinte é bem tolerada de maneira geral, embora também necessite de avaliação médica, em razão de pode provocar alguns efeitos colaterais indesejados.

Vantagens

  • A pílula do dia seguinte é o único método contraceptivo existente para prevenir a gravidez depois de uma relação sexual sem proteção.

Desvantagens

  • A pílula do dia seguinte não apresenta qualquer efeito se a mulher já estiver grávida;
  • O seu uso deve ser feito dentro de um prazo limitado;
  • É um método que não pode ser usado regularmente para controle de natalidade;
  • A mulher pode sofrer alguns efeitos colaterais, como vômitos ou náusea;
  • O uso da pílula do dia seguinte pode provocar alterações no próximo ciclo menstrual;
  • O medicamento não oferece qualquer proteção contra doenças sexualmente transmissíveis.

Anel contraceptivo

anel contraceptivo

É o primeiro e único método de controle de natalidade de inserção vaginal do mundo e atingiu US$ 623 milhões em vendas internacionais em 2011. O anel contraceptivo é bem tolerao de modo geral, mas avaliação médica pode ser necessária para identificar se o método é viável.

O anel contraceptivo é o primeiro e único método criado para ser usado no interior da vagina, tendo sido um dos que mais apresentaram crescimento nos últimos anos. Seu uso é bem tolerado de forma geral, sendo também necessário que a mulher passe por avaliação médica, identificando se é um método eficaz para o seu caso específico.

Vantagens

  • O anel contraceptivo oferece 99,7% de eficácia, se usado conforme determinado pelo médico;
  • Trata-se de uma das melhores alternativas para mulheres que não têm facilidade de lembrar-se de tomar um medicamento todos os dias ou quando a mulher não se sente confortável utilizando implantes ou DIU;
  • Na comparação com a pílula, o anel contraceptivo não provoca sangramento não programado durante os ciclos menstruais;
  • O anel contraceptivo não apresenta qualquer risco quando a mulher sofre de vômito ou diarreia em razão da pílula, já que os hormônios não passam pelo sistema gastrointestinal, não sendo digeridos e sim absorvidos diretamente pela corrente sanguínea.

Desvantagens

  • O anel contraceptivo pode provocar alguns efeitos secundários, como náusea, sensibilidade e dores nas mamas, além de poder trazer sangramento não programado e dores de cabeça;
  • O seu uso pode provocar algumas complicações mais graves, com coágulo sanguíneo (trombose venosa profunda), ataques cardíacos ou acidente vascular cerebral em mulheres que já apresentam problemas no sistema cardiovascular. No entanto, essas condições são bastante raras, apresentando-se na mesma proporção de mulheres que tomam a pílula combinada;
  • Como contém estrogênio, o anel contraceptivo não pode ser usado quando a mulher estiver amamentando;
  • O anel não deve ser usado por mulheres fumantes com idade acima de 35 anos;
  • O uso concomitante de medicamentos e remédios naturais, como a erva de São João, pode interferir na eficácia do anel contraceptivo;
  • O anel também não protege a mulher contra doenças sexualmente transmissíveis.

Adesivo contraceptivo

adesivo contraceptivo

O adesivo contraceptivo é um método contraceptivo eficaz introduzido no início deste século e tornou-se popular devido a sua forma fácil de usar. O adesivo contraceptivo é bem tolerado de modo geral, mas avaliação médica pode ser necessária para identificar se o método é viável.

O adesivo contraceptivo é um método recente, sendo introduzido no mercado farmacêutico desde o começo do século, tornando-se bastante popular em razão de sua facilidade de aplicação. Como se trata de um medicamento bem tolerado, o adesivo é bastante útil para mulheres que não se lembram com facilidade de tomar a pílula. Contudo, a exemplo dos outros medicamentos, também deve ser usado mediante prescrição médica.

Vantagens

  • O adesivo contraceptivo fácil de ser usado, não criando problemas para a mulher continuar a manter relações sexuais de forma normal;
  • Como se trata de um adesivo, ao contrario da pílula que deve ser tomada todos os dias, a mulher não precisa se preocupar com horários, devendo apenas trocar o adesivo uma vez por semana;
  • O adesivo faz com que os hormônios penetrem diretamente na corrente sanguínea, não passando pelo trato intestinal e, em razão disso, não oferecendo qualquer tipo de efeito colateral;
  • Da mesma forma que a pílula, o adesivo contraceptivo torna os períodos menstruais mais regulares, menos dolorosos e mais leves, ajudando também a aliviar os sintomas pré-menstruais;
  • A aplicação do adesivo pode reduzir o risco de câncer no ovário, útero e intestinos; reduzindo ainda o risco de fibroides, de cistos no ovário e de doenças não cancerosas da mama.

Desvantagens

  • O adesivo pode ser visível, o que exige que seja colocado em local coberto pelas roupas;
  • Seu uso pode provocar irritação na pele, apresentando dor e prurido;
  • O adesivo não protege a mulher contra doenças sexualmente transmissíveis, exigindo que a mulher, em certos casos, tenha de usar preservativos.

Em algumas mulheres, o adesivo contraceptivo pode provocar efeitos colaterais temporários leves, no início de sua aplicação, como náusea, dores de cabeça, sensibilidade nas mamas e mudanças de humor, embora eles sejam reduzidos após alguns meses de uso.

O adesivo também pode provocar sangramento entre os períodos menstruais, com hemorragia por ruptura, manchas, sangramento muito leve e irregular nos primeiros dias do ciclo, embora seja bastante eficiente para evitar a gravidez.

Em sumário:

Pílula combinada Mini-pílula Anel contraceptivo Adesivo contraceptivo Contracepção de emergência
Tipos de pílulas Yasmin Cerazette NuvaRing Evra ellaone
Eficácia Mais de 99% De 98 a mais de 99% Mais de 99% Mais de 99% Entre 58 a 98%
Acção Uma vez por dia durante 21 dias; pausa de 7 dias Uma vez por dia durante 28 dias; sem pausa Diariamente durante 21 dias; pausa de 7 dias Uma vez por semana durante 3 semanas, pausa de 7 dias Uma vez, 3-5 dias após o sexo desprotegido
Hormonas Estrogénio e progesterona Progesterona Estrogénio e progesterona Progesterona Progesterona
Como funciona Previne a ovulação, espessa o muco cervical e altera o revestimento uterino Espessa o muco cervical e altera o revestimento uterino Previne a ovulação, espessa o muco cervical e altera o revestimento uterino Espessa o muco cervical e altera o revestimento uterino Previne a ovulação, espessa o muco cervical e altera o revestimento uterino
Principais benefícios Contraceptivo diário, regula o ciclo menstrual, ajuda a aliviar os sintomas da TPM Contraceptivo diário, regula o ciclo menstrual, ajuda a aliviar os sintomas da TPM Contraceptivo diário, regula o ciclo menstrual, ajuda a aliviar os sintomas da TPM Contraceptivo semanal, regula o ciclo menstrual, ajuda a aliviar os sintomas da TPM Pode ser usado no caso da falha de um método contraceptivo
Mais detalhes Pílula combinada Mini-pílula Anel vaginal Adesivo contraceptivo Contracepção de emergência

Como usar os métodos contraceptivos mencionados

Os métodos para evitar uma gravidez indesejada têm se apresentado cada vez mais convenientes para o casal, assegurando melhores condições de planejamento da maternidade. Como devem ser usados de forma correta, é interessante que a mulher saiba exatamente como deve fazer uso de cada um deles, assegurando que não tenha uma gravidez fora de seu planejamento familiar.

Pílula combinada

O uso da pílula combinada deve ser feito diariamente, preferencialmente sempre no mesmo horário. Além disso, é importante que sejam usados na ordem apresentada na cartela, na maioria das marcas, havendo apenas exceção para os tipos monofásicos. Quando a mulher toma as pílulas combinadas em horários diferenciados todos os dias, a sua eficácia pode não ser total.

A pílula combinada apresenta um período de carência de 12 horas antes que haja atraso em sua ingestão e um período de 24 horas antes de poder ser considerada como uma dose esquecida. Assim, quando a mulher normalmente toma a pílula por volta das 15 horas, tendo tomado no outro dia às 6 horas, não precisa ter qualquer preocupação.

A eficácia da pílula combinada vai depender do início do tratamento, além da própria química orgânica da mulher. Para a maior parte das mulheres que fazem esse tratamento, iniciando no primeiro do dia ciclo menstrual, ou na primeira semana depois do seu período fértil, qualquer tipo ou marca de pílula será eficaz, provavelmente, após os sete primeiros dias de uso, embora algumas das marcas oferecidas no mercado possam apresentar instruções diferenciadas, o que exige seguir as recomendações do fabricante, analisando com cuidado a bula do remédio.

Minipílula

A minipílula deve ser tomada todos os dias, também preferencialmente no mesmo horário enquanto a mulher estiver fazendo o tratamento. Ao esquecer-se de tomar em determinado dia ou tomar mais tarde, isso vai aumentar os riscos de uma gravidez indesejada, da mesma forma como corre com qualquer outra pílula anticoncepcional.

A minipílula deve ser tomada no primeiro dia do período menstrual, seguindo o tratamento com uma pílula no mesmo horário durante todo o período. Quando terminar um pacote, a mulher deve começar o próximo imediatamente. Portanto, é necessário ter pílulas de reserva mesmo se a mulher ainda estiver sangrando ou se o próximo período não tenha iniciado.

Adesivo contraceptivo

O adesivo contraceptivo deve ser aplicado no mesmo dia todas as semanas, garantindo sua eficácia por todo o tempo de tratamento. Assim, por exemplo, se a mulher aplicar o primeiro adesivo numa segunda-feira, deve fazer sua troca em todas as segundas-feiras.

como usar o adesivo contraceptivo

Ao chegar a hora da troca do adesivo, o anterior deve ser retirado antes da aplicação do novo, colocando-o em uma área diferente do corpo, evitando que a pele fique irritada. O adesivo não deve ser aplicado sobre pele irritada, cortada ou que apresente qualquer irritação ou vermelhidão.

Durante a primeira semana de uso do adesivo, a mulher deve também aplicar outra forma adicional de contracepção, como o uso de preservativo, para evitar a gravidez, ou seguindo a orientação médica.

No caso de esquecimento da aplicação de um novo adesivo no dia certo da semana ou mesmo se o adesivo descolar, a mulher deve ler as instruções do medicamento ou procurar orientação médica. Caso isso ocorra, pode se tornar necessário aplicar um método contraceptivo diferente, como o uso de preservativo, ou suspender as relações sexuais por tempo determinado, se quiser evitar a gravidez.

Anel contraceptivo

Para aplicar o anel contraceptivo, é necessário primeiro lavar bem as mãos, colocando o anel entre o polegar e o dedo indicador, inserindo-o na vagina como um tampão. O anel vai se acomodar dobrado contra o lado de sua parede vaginal.

como usar o anel contraceptivo

Sua posição exata não será qualquer problema, desde que você se sinta confortável. Não é necessário removê-lo durante a relação sexual, embora não haja qualquer problema de gravidez indesejada se ele não estiver no local durante a relação sexual. No entanto, é necessário coloca-lo novamente pelo menos dentro das três próximas horas depois de uma relação sexual, fazendo isso apenas uma vez no período de 24 horas.

Depois de instalado o anel, ele deve ser deixado dentro da vagina por três semanas, retirando-se na quarta semana e inserindo um novo anel antes que se inicie novo ciclo. Para retira-lo, basta enganchar o dedo na sua borda inferior, puxando-o para fora.

Quando a mulher retirar um anel, seu período deverá ter início normalmente, embora não deva haver qualquer preocupação no caso de não começar imediatamente.

Contraceptivo de emergência

A contracepção de emergência, ou pílula do dia seguinte, deve ser feita o mais rápido possível depois de uma relação sexual sem proteção. Quando mais cedo a mulher fizer uso do medicamento, maiores serão suas chances de manter a eficácia. No entanto, também pode reduzir o risco de uma gravidez se for tomada até 5 dias, ou 120 horas, depois de uma relação sexual sem preservativo.

A pílula do dia seguinte pode ser feita em uma ou duas doses. No caso do medicamento em duas doses, é necessário tomar a segunda pílula 12 horas depois da primeira, ou apenas tomar as duas ao mesmo tempo.

Em sumário:

Pílula combinada Mini-pílula Anel contraceptivo Adesivo contraceptivo Contracepção de emergência
Transdérmico
Dispositivo
Tratamento oral
Uso diário
Todas as semanas
Com um intervalo de algumas semanas
Apenas uma toma
Administrado por uma enfermeira ou médico
Administrado pelo paciente

Quando não utilizar métodos contraceptivos e as precauções

Muito embora os métodos contraceptivos hormonais sejam amplamente aplicados, os mesmos podem não ser aconselhados de forma geral, podendo haver mulheres que apresentem um organismo mais sensível aos efeitos colaterais de certos hormônios.

Antes de começar um tratamento com qualquer método contraceptivo, a mulher deve passar por uma consulta médica, havendo necessidade de oferecer algumas informações ao profissional de saúde, como, por exemplo:

  • Suas condições físicas e orgânicas atuais e anteriores, além de seu histórico médico;
  • Se estiver fazendo uso de qualquer outro medicamento, prescrito ou sem receita médica, além de possíveis fitoterápicos;
  • Os detalhes do histórico médico familiar, com existência de problemas de seus genitores;

Entre as perguntas mais frequentes feitas pelo médico para tentar identificar o melhor método contraceptivo, ele poderá querer saber sobre:

  • Possíveis enxaquecas;
  • Se a mulher é fumante;
  • Se sofre de hipertensão arterial;
  • Se apresenta trombofilia;
  • Se teve tromboembolismo venoso ou se há histórico familiar do problema;
  • Se a mulher sofre de hiperlipidemia;
  • Se existe registro de pressão arterial elevada.

É necessário também verificar as condições anteriores e atuais de medicamentos utilizados para qualquer tipo de problema ou por qualquer condição de tratamento exigido normalmente pela mulher.

Havendo qualquer suspeita, a mulher também deve passar por um teste de gravidez antes de começar o tratamento contraceptivo.

Depois de observadas todas as condições, o médico deverá avaliar os componentes de cada método contraceptivo, identificando o mais adequado para a mulher em consulta, considerando também o seu perfil, como o fato de ser adolescente ou de apresentar necessidades especiais.

Preocupações especiais

Existem determinadas situações orgânicas que irão exigir monitoramento por parte do médico e da própria mulher, quando ela faz uso de métodos contraceptivos hormonais.

Mulheres que apresentam hipertensão arterial podem sofrer um aumento adicional em sua pressão, exigindo que sejam monitoradas com maior frequência durante o tratamento com qualquer método usando pílulas.

Alguns medicamentos usados para convulsões, quando a mulher tem epilepsia, o uso da pílula apresenta um risco ligeiramente maior de falha, uma vez que os medicamentos antiepilépticos transformam a forma como ocorre o metabolismo dos hormônios.

Para mulheres que apresentam diabetes mellitus, pode haver necessidade de doses ligeiramente mais elevadas de insulina ou de qualquer outra medicação oral. Quando a mulher comprometida com diabetes apresenta distúrbios vasculares, a pílula não deve ser usada como método contraceptivo.

Os métodos contraceptivos hormonais são, normalmente, tratamentos que exigem prescrição médica, já que podem oferecer um pequeno risco de apresentar efeitos colaterais, sintomas que as mulheres normalmente têm conhecimento.

Em sumário

Pílula combinada Mini-pílula Anel contraceptivo Adesivo contraceptivo Contracepção de emergência
Gravidez
Enxaquecas
Tensão arterial elevada
Amamentação
Fumar e mais de 35 anos
Mulheres com mais de 90Kg
Mulheres que tomem outros contraceptivos

Efeitos secundários

Veja a seguir os efeitos secundários mais prováveis que podem surgir quando a mulher utiliza métodos contraceptivos hormonais:

Quais os efeitos colaterais mais comuns entre os métodos hormonais?

O uso de métodos contraceptivos hormonais não apresentam efeitos colaterais graves, de forma geral. Quando eles ocorrem, geralmente tendem a desaparecer por conta própria com o uso seguido do medicamento. Entre esses efeitos, os mais comuns são os seguintes:

  • Aumento do peso físico;
  • Dores de cabeça;
  • Dores nos seios;
  • Períodos irregulares de menstruação;
  • Alterações no humor;
  • Redução do desejo sexual e da libido;
  • Acne e problemas de pele;
  • Náusea.

O que devo fazer se tiver efeitos secundários?

Quando o uso de métodos contraceptivos hormonais apresentar efeitos secundários por mais de três meses, a mulher deve conversar com seu médico sobre a possibilidade de suspensão do uso da pílula e utilização de outro método anticoncepcional.

Como posso diminuir minhas chances de ter efeitos secundários?

Quando estiver tomando qualquer pílula, a mulher deve certificar-se de usar um comprimido todos os dias, reduzindo o risco de sangramento durante os períodos. As pílulas que possuem apenas progesterona devem ser tomadas todos os dias no mesmo horário.

No caso de adesivo ou de anel contraceptivo, é preciso utilizar o sistema de acordo com orientação médica.

Veja abaixo os efeitos mais comuns em cada método:

Pílula combinada Mini-pílula Anel contraceptivo Adesivo contraceptivo Contraceptivo de emergência
Dores de cabeça
Perdas de sangue
Sensibilidade mamária
Alterações na libido
Dores musculares
Crescimento de pêlos não desejado
Dor pélvica
Alterações na hemorragia menstrual
Enxaquecas
Alterações de humor

Fatos gerais sobre os métodos contraceptivos

As informações anteriores oferecem uma ideia geral e clara sobre os diferentes métodos anticoncepcionais oferecidos pelo mercado farmacêutico. No entanto, sempre é necessário antes se aconselhar com um profissional médico sobre o melhor método para cada tipo de organismo.

Sobre essas questões, nossa equipe treinada para prestar apoio ao paciente, assim como nossos médicos devidamente registrados, estão sempre prontos a oferecer a ajuda necessária.

Veja, a seguir, alguns pontos importantes e questões sobre o uso de métodos contraceptivos hormonais:

  • No mundo existem quase 70 milhões de mulheres passando pelo seu período fértil, com idade entre 15 e 44 anos;
  • Pelo menos 70% dessas mulheres correm o risco permanente de gravidez indesejada;
  • Os casais que não fazem uso de qualquer método contraceptivo, apresentam uma possibilidade de 85% de enfrentar o risco de gravidez a cada ano;
  • As pesquisas médicas realizadas no mundo todo apresentam mulheres informando desejar ter um máximo de 2 filhos. Para que possam atender essa necessidade, é necessário o uso de contraceptivos;
  • A maior parte das mulheres entre 15 e 44 anos que vêm mantendo relações sexuais, usaram pelo menos um método contraceptivo;
  • Entre as mulheres em díade fértil, pelo menos 62% utilizam atualmente qualquer um dos métodos anticoncepcionais;
  • A proporção de mulheres com risco de gravidez que não estão aplicando qualquer método contraceptivo é maior entre as idades de 15 e 19 anos, com um percentual de 18%, enquanto que mulheres entre 40 e 44 anos apresentam um risco de apenas 9%;
  • Atualmente, 67% das mulheres que fazem uso de qualquer método contraceptivo, o fazer de forma não permanente, principalmente com relação a métodos hormonais, como pílula, patch, implante, anel injetável e vaginal, além de DIU e preservativos. Além disso, 25% das mulheres passaram por alguma esterilização, enquanto que, nos homens, esse percentual é de apenas 8%;
  • A pílula e a esterilização feminina são os dois métodos mais utilizados de contracepção desde a década de 1980;
  • Perto de 800 mil mulheres que usam pílula anticoncepcional, ou seja, cerca de 9% das usuárias de pílulas, nunca fizeram sexo, usando o método quase que exclusivamente por outras razões que não a possibilidade de evitar a gravidez.

Fontes:

Publicado em 20 de Abril de 2017.

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