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PrEP – Profilaxia Pré-Exposição

A Profilaxia Pré-Exposição, ou PrEP, é um tratamento preventido contra o HIV (vírus da imunodeficiência adquirida) que envolve a aplicação de um medicamento antirretroviral, ou ARV, por pessoas ainda não infectadas, visando reduzir o risco de contaminação.

São duas as principais modalidades de PrEP: a oral, com o uso de um comprimido específico chamado Truvada, e a tópica, com o uso de um gel. Essa estratégia de prevenção vem sendo bastante útil para a mudança do cenário necessário para o combate à infecção pelo HIV.

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O que é PrEP?

A Profilaxia Pré-Exposição vem sendo testada desde 2010, comprovando que o uso diário de um comprimido combinando, dois antirretrovirais, é eficaz na prevenção da contaminação pelo vírus HIV através de relações sexuais e ou outras formas.

prep

Informações importantes:

  • A Profilaxia Pré-Exposição é um método que ajuda a prevenir a propagação do vírus HIV em pessoas soronegativas, que tenham risco de se contaminar;
  • A PrEP exige que o medicamento contra o HIV seja usado todos os dias para se tornar eficaz, podendo reduzir em mais de 90% as possibilidades de se contrair o vírus;
  • Tomando o medicamento todos os dias, além de reduzir as possibilidades de contrair o vírus em relações sexuais, reduz-se também em até 70% as possibilidades de contrair o vírus ao usar drogas injetáveis.

Os estudos realizados até o momento mostraram-se satisfatórios, uma vez que, com a PrEP, o risco de uma pessoa se tornar soropositiva reduziu-se drastricamente. O medicamento utilizado é o Truvada, composto de dois ingredientes activos, Tenovofir e Emtricitabina, drogas que já são utilizadas para tratamento da AIDS e não apresentaram efeitos colaterais mais graves.

Diante de tais fatos, a OMS – Organização Mundial da Saúde vem recomendando o Truvada como estratégia de prevenção da AIDS no mundo todo, considerando a cultura, os sistemas de saúde de cada país e as especificidades da epidemia.

Como funciona a Profilaxia Pré-Exposição?

A PrEP tem o mesmo princípio de outros medicamentos preventivos, como os antimaláricos, usados por pessoas que viajam para países onde a doença é endêmica.

Caso a pessoa seja exposta ao vírus, os medicamentos ARV impede que o vírus penetre nas células e se replique, evitando que a AIDS se estabeleça no organismo e fazendo com que a pessoa continue sendo soronegativa.

como o prep funciona

Medicamentos antirretrovirais utilizados atualmente como PrEP foram desenvolvidos de forma a não apresentarem efeitos colaterais mais acentuados, como é o caso do Truvada, havendo poucos problemas de interação com outros medicamentos, mantém níveis elevados nos tratos genital e impede por mais tempo a infecção.

Os medicamentos ARV devem ser tomados todos os dias para reduzir o risco de infecção pelo vírus HIV em pessoas que tenham maior grau de risco, podendo reduzir o risco em até 99%.

Caso a pessoa não o tome todos os dias, mesmo continuando a ter benefícios, o medicamento não se mostra tão eficaz. Além disso, é recomendado que também outras formas de prevenção sejam adotadas, como o uso de preservativos e o tratamento para uso de drogas injetáveis.

Para quais casos o PrEP é indicado?

A Profilaxia Pré-Exposição é indicada para pessoas que sejam HIV negativo, mas que podem se tornar suscetíveis à contaminação em razão de seu estilo de vida, oferecendo maior tranquilidade em relações de alto risco.

Podemos considerar como pessoas suscetíveis:

  • Quem mantém relações com mais de um parceiro;
  • Quem geralmente não se utiliza de preservativos;
  • Quem mantém um relacionamento com parceiro soropositivo;
  • Quem não tem certeza sobre sua condição de ter o HIV, seja nas relações sexuais ou no compartilhamento de seringas;
  • Quem tem um parceiro sexual diagnosticado com uma DST (Doença Sexualmente Transmissível) nos últimos seis meses;
  • Quem injetou drogas nos últimos seis meses, compartilhando agulhas;
  • Quem tenha parceiro sexual que usou drogas injetáveis nos últimos seis meses.

A Profilaxia Pré-Exposição pode substituir os preservativos?

Quando uma pessoa mantém relações sexuais sem preservativo, a PrEP pode reduzir as possibilidades de contaminação pelo HIV, mas não o protege contra qualquer outra DST, como, entre outras, a clamídia e a gonorreia.

É importante ainda conscientizar-se de que a PrEP não é infalível. Mesmo tendo os estudos do medicamento demonstrado que sua eficácia pode chegar até 99%, quando o indivíduo faz uso de uma pílula todos os dias, sempre existe o risco de infecção quando não se pratica sexo com proteção.

A forma mais segura de manter relações sexuais é com o uso de preservativo, além de fazer exames periódicos completos. A PrEP pode ser considerada como mais uma ferramenta de defesa da saúde sexual, atendendo pessoas que estão em grupo de risco mais elevado.

estatisticas-hiv

A Profilaxia Pré-Exposição é eficaz?

Os estudos clínicos e laboratoriais demonstraram que o Truvada pode oferecer uma redução de mais de 90% do risco de se contrair o vírus HIV para pessoas soronegativas que usam o comprimido todos os dias.

Contudo, quando a pessoa que está utilizando o tratamento de PrEP perde pelo menos uma dose, o nível de proteção irá diminuir de forma gradual. Quem utiliza a PrEP deve manter constante os níveis dos princípios ativos em seu organismo, como forma de proteção contra o vírus.

Segundo estudos do iPrEx (Iniciativa Pré-Exposição a Profilaxia Pré-Exposição), primeiro estudo humano de uma estratégia de prevenção do HIV - profilaxia pré-exposição se mostrou eficaz nas seguintes situações:

  • Quando o indivíduo toma um comprimido por dia, o nível de proteção estimado é de 99%;
  • Se a pessoa toma apenas 4 comprimidos por semana, o nível de proteção decai para 96%;
  • Pessoas que tomam apenas 2 comprimidos por semana reduzem o nível de proteção para 76%.

Como se trata de um método de prevenção com pouco tempo de aplicação, ainda não existem informações disponíveis suficientes para orientar pessoas em alto grau de risco com relação ao uso esporádico, o que leva a FDA – Food and Drug Administration a recomendar que o comprimido de PrEP seja tomado todos os dias, garantindo maior nível de proteção.

Quando as substâncias ativas da PrEP começam a fazer efeito?

Com administração contínua e diária, os comprimidos PrEP levam cerca de uma semana para atingir o maior nível de proteção.

O Truvada só funciona quando tomado regularmente, todos os dias, sete dias por semana. Existem estudos que estão fazendo avaliação de outras dosagens, mas, por enquanto, a FDA recomenda que o comprimido seja tomado todos os dias.

O que deve fazer o indivíduo que perder uma dose?

Quem está utilizando da PrEP deve tomar o Truvada todos os dias, elevando os níveis dos medicamentos e os mantendo em seu organismo para maior proteção.

Quando a pessoa perde uma dose, não deve entrar em pânico, mas é preciso tomar o comprimido quando se lembrar, a não ser que esteja na hora de tomar outra dose, neste caso deve-se evitar doses elevadas e duplas.

Caso tenha perdido doses regularmente, o indivíduo deve entrar em contato com seu médico, principalmente se perdeu uma ou duas doses na semana.

O PrEP apresenta efeitos secundários?

Entre os efeitos secundários mais comuns estão dor de cabeça, dor abdominal, perda de peso. Estes geralmente desaparecem após 6-8 semanas de uso do medicamento.

Os efeitos colaterais mais graves são incomuns e incluem: problemas hepáticos, náuseas, fezes de cor clara, urina escura, acidose láctica (muito ácido lático no sangue), fraqueza, dor muscular, problemas respiratórios, vertigem, problemas renais, perda de densidade óssea , e mudanças na gordura corporal (pode-se perder gordura das pernas e braços e ganhar gordura no meio do seu corpo)

Se estiver utilizando o PrEP, deve informar seu médico se tiver algum desses sintomas para que ele possa monitorar sua saúde e resposta ao medicamento adequadamente.

Qual é a relação custo-benefício da Profilaxia Pré-Exposição?

Mesmo tendo sido alvo de campanhas de prevenção, após 30 anos os programas de saúde pública não conseguiram reduzir o número de novas infecções pelo vírus HIV de forma consistente.

Atualmente, mais de 7 mil pessoas são contaminadas todos os dias. A falta de provas convincentes de custo-benefício pode ser uma das razões pelas quais a implementação de programas mais efetivos, como a PrEP, não esteja ocorrendo de maneira suficiente.

No mundo todo existem diversos tipos de intervenções nas quais os estudos de custo-efetividade ainda não estão disponíveis ou se mostram insuficientes, como, entre outros, vigilância, abstinência, educação sexual escolar, formas de precauções, prevenção através de intervenções positivas e estruturais.

Não se pode fazer uma comparação da evidência do custo-efetividade com os dados disponíveis, já que não oferece informações úteis para a tomada de decisões. Depois de 30 anos de luta contra a AIDS e com bilhões de dólares consumidos em pesquisas, existe ainda um grande trabalho a ser feito, tanto com relação a custos quanto com relação à eficácia para se estabelecer um planejamento seguro de prevenção ao HIV.

Fontes:

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