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Terapia SKAT

A disfunção erétil, ou impotência, como era conhecido o problema, pode ser tratada de diversas formas, seja através de comprimidos orais, de comprimidos injetáveis na uretra e também através da terapia SKAT, com injeções aplicadas diretamente no pênis.

Durante mais de vinte anos, a injeção peniana ainda está em avaliação e esse tratamento de disfunção eréctil tem sido um dos assuntos mais populares e controversos no campo da urologia. Embora tenha havido uma aceitação rápida e generalizada, muitas questões ainda precisam ser respondidas.

O que é a terapia SKAT?

A falta de ereção durante um tempo mais prolongado pode gerar falta de vascularização ou de inervação nos vasos sanguíneos, prejudicando os tecidos e nervos responsáveis pela ereção, retardando ou reduzindo o processo que permita uma relação sexual satisfatória. Além disso, a falta de ereção por período de tempo mais prolongado, também pode provocar a perda definitiva da capacidade de ereção em homens com determinadas condições médicas.

Em 1977, um cirurgião acidentalmente injetou a papaverina droga na área próxima do pénis durante a execução de um procedimento de bypass. Isto produziu uma erecção prolongada, inteiramente rígida de duração de duas horas no paciente impotente.

Em testes de laboratório, tais medicamentos como: fentolamina (regitine) foram administrados por via intravenosa para produzir ereções em gatos. No entanto, foi apenas em 1982 que o Dr. Virag, um cirurgião na França, formalmente notou que a pressão dentro do pênis aumentou após uma injeção de papaverina. Em 1983, Dr. Brindley, professor de Fisiologia do Instituto de Psiquiatria de Londres, relatou pela primeira vez que 11 homens impotentes foram capazes de ter relações após a injeção.

A terapia SKAT pode ajudar a provocar ereções e a preservar a função erétil em homens que tenham passado por longos períodos sem ereções completas. Da mesma forma, a terapia SKAT também pode ser aplicada como uma terapia de apoio em homens com disfunção erétil que não respondam aos medicamentos orais, como os inibidores da PDE5 (Viagra, Cialis ou Levitra).

A terapia de autoinjeção SKAT como um auxiliar da ereção

A terapia SKAT, ou terapia de autoinjeção cavernosa, é uma forma de tratar os problemas de disfunção erétil. Trata-se de um método em que o paciente deve aprender os procedimentos antes de fazer as aplicações, sendo um método de bastante eficácia.

Terapia de Autoinjeção

O SKAT também se mostra eficiente para muitos homens com problemas de disfunção erétil que não tenham conseguido resultados com tratamento com medicamentos orais, como Viagra e Cialis, por exemplo. Nesses casos, a terapia SKAT se torna uma alternativa que pode oferecer novamente ao homem a capacidade de ereção prolongada e suficiente para manter uma relação sexual mais prazerosa.

Como é utilizada a terapia SKAT?

Na terapia SKAT o medicamento é injetado diretamente no pênis, antes da atividade sexual. As substâncias utilizadas para essa injeção, normalmente, são a alprostadil ou a papaverina, que servem para melhorar o fluxo sanguíneo no pênis pelo tempo necessário para oferecer a ereção e permitir uma relação sexual.

Os efeitos do medicamento escolhido e aplicado ocorrem em poucos minutos, podendo durar entre 30 minutos a 3 horas. É preciso lembrar que, no caso da terapia SKAT, a ereção acontece independentemente de estímulos sexuais externos, ou seja, ocorre como uma reação normal do organismo à ação do medicamento.

A aplicação correta da terapia SKAT deve ser mais cuidadosa do quer na maior parte dos medicamentos indicados para disfunção erétil. Assim, é importante que o paciente que tenha necessidade de fazer uso do medicamento seja previamente treinado por um médico ou outro profissional de saúde com conhecimentos necessários para fazer a aplicação da substância ativa. A partir do momento em que o paciente tenha a técnica exigida para aplicação das injeções, o médico poderá prescrever a receita.

Além dessa necessidade, o paciente deve ter acompanhamento médico, devendo retornar após um período de 5 a 10 semanas depois da prescrição para corrigir eventuais erros na aplicação da injeção.

Para que o paciente com disfunção erétil tenha ereções suficientes e satisfatórias, de uma forma geral, são necessárias de 2 a 6 aplicações de injeções. O paciente deve começar com a dose prescrita pelo médico para não apresentar problemas, como ereções prolongadas, que podem provocar lesões nos corpos cavernosos penianos.

O médico deve oferecer ao paciente uma escala graduada para que ele saiba, de forma objetiva, como seu organismo está respondendo às injeções. Além disso, sempre que precisar de orientação ou caso a ereção não esteja completamente satisfatória, ou quando tiver uma ereção com mais de 4 horas de duração, o paciente deverá retornar ao médico.

Veja no infográfico abaixo como aplicar a injeção:

Como aplicar a injeção peniana
Segure o frasco do medicamento 1. Segure o frasco do medicamento sem que os seus dedos toquem a tampa de borracha através do qual é inserida a agulha. Verifique a data de validade do medicamento.
Usando um movimento circular 2. Usando um movimento circular, limpe a parte superior do frasco com um cotonete embebido em alcool.
Remova a cobertura 3. Remova a cobertura da agulha. Não permita que a agulha toque em qualquer coisa antes de recorrer a medicação ou antes de injetar a medicação.
Verifique a quantidade 4. Verifique a quantidade de ar e a quantidade de medicamento a ser injectado na seringa. Empurre a agulha através do centro da tampa. Empurre o ar para dentro da garrafa.
Vire o frasco e seringa 5. Vire o frasco e seringa de cabeça para baixo. Lentamente extraia o medicamento para dentro da seringa. Toque na seringa de maneira suave para remover as bolhas.
Mova o êmbolo 6. Mova o êmbolo para dentro e para fora várias vezes, removendo assim todas as bolhas de ar dentro da seringa.
Remova suavemente a agulha 7. Remova suavemente a agulha do frasco e coloque a tampa. Retire a agulha atual e substituia com a agulha de injecção 30g. Retire a capa de protecção e coloque a seringa cheia a uma curta distância antes da injecção.
Veja na ilustração 8. Veja na ilustração o local da injecção. Esta área é designada no desenho com marcas de hachura.
ocalize a área de injecção 9. Localize a área de injecção. Limpe com algodão embebido em álcool. Segure a cabeça do pênis, não a pele. Posicione o pénis ao longo de sua coxa. Mantenha a tracção sobre a cabeça após limpar o pénis.
Segure a seringa entre 10. Segure a seringa entre o polegar e o dedo médio como uma caneta. Coloque a agulha no local de injecção em um ângulo de 90 °. Empurre a agulha, suavemente, mas firmemente.
Empurre o êmbolo 11. Empurre o êmbolo com o seu dedo indicador. Empurre a medicação lentamente - de 8 a 10 segundos.
Remova a agulha 12. Remova a agulha. Aplique pressão com o dedo indicador no local da injeção e o polegar no lado oposto do pênis. Aplique pressão por dois minutos.

Quais são as desvantagens da terapia SKAT?

É de se entender que a ideia de injetar um medicamento para tratamento de disfunção erétil diretamente no pênis não se apresente como uma forma agradável de conseguir a ereção. Além disso, existe também o problema de uma seringa não ser tão simples de ser manuseada, ou seja, a terapia SKAT se mostra como mais complexa do que simplesmente tomar um comprimido contra a impotência.

As injeções da terapia SKAT devem seguir os procedimentos indicados pelo médico e o paciente não pode fazer uso do método de forma tão frequente, como ocorre com o uso de comprimidos via oral.

Quais são as vantagens da terapia SKAT?

Contudo, ao mesmo tempo em que apresenta algumas desvantagens, a terapia SKT também oferece vantagens, se comparada a outros tratamentos para disfunção erétil. A terapia SKAT funciona mesmo quando o paciente apresente danos nos nervos da região pélvica ou genital.

Assim, homens que tenham passado por cirurgia que tiveram seus nervos cortados ou removidos, podem fazer uso da terapia SKAT para reiniciar uma vida sexual normal.

A terapia SKAT é eficiente inclusive para homens que não apresentam libido desenvolvida ou que não possam tomar outros medicamentos em razão de vulnerabilidade aos efeitos colaterais dos princípios ativos dos mesmos.

Que efeitos colaterais podem ocorrer com o SKAT?

A terapia SKAT, da mesma forma que outros medicamentos de prescrição, pode apresentar efeitos secundários em determinados pacientes.

De uma forma mais frequente, o homem pode sofrer com hematomas no local da injeção e, portanto, pessoas que sofrem com problemas e distúrbios hemorrágicos, ou que estejam sendo medicadas com anticoagulantes, devem tomar os cuidados necessários para fazer uso da terapia, informando ao médico sua condição física.

O risco de infecção na terapia SKAT é bastante baixo, embora o paciente deva tomar todas as providências para manter as condições adequadas de higiene na seringa.

Um dos efeitos menos comuns da terapia SKAT é a ereção por tempo mais prolongado, com mais de 3 horas, ou seja, o priapismo, que pode trazer dores agudas no pênis.

O priapismo é uma ereção com tempo mais prolongado, que pode ocorrer mesmo sem estimulação erótica, não desaparecendo nem mesmo após a ejaculação. A terapia SKAT apresenta o risco de priapismo na proporção de 2 a 3% dos pacientes tratados, principalmente com doses não calibradas no início do tratamento.

Ao perceber uma ereção mais prolongada, superior a pelo menos 2 horas, o paciente deve procurar imediatamente ajuda médica, devendo receber o medicamento adequado. Se o problema não for resolvido em 30 a 40 minutos após a medicação, é necessário fazer uso de uma injeção de antídoto.

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