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Muse (Alprostadil): Sistema de medicação da uretra para ereções

A impotência masculina, também denominada disfunção erétil, é um problema que, atualmente, atinge pelo menos 10% da população masculina no mundo todo, podendo acometer até 40% dos homens em algum momento da vida, sem se tornar recorrente, o que a torna mais comum do que se possa imaginar.

Quando a disfunção erétil acontece de forma esporádica ou eventual, trata-se de algo considerado normal. No entanto, se o homem sente que ela está sendo constante, deve procurar um tratamento específico para sua situação física.

A disfunção erétil, normalmente, costuma atingir homens com idade mais avançada, embora possa surgir em pessoas mais jovens, com causas as mais diversas possíveis, como estresse e ansiedade, alterações na pressão arterial ou, de forma mais comum e frequente, em razão da insegurança em homens mais jovens.

O que é o Muse?

O Muse é um dos tratamentos indicados para disfunção sexual, sendo comercializado em forma de um comprimido que deve ser inserido diretamente na uretra, através da cabeça do pênis, onde vai liberar o princípio ativo, possibilitando que o homem tenha novamente uma ereção normal, suficiente para lhe garantir uma relação sexual mais prazerosa.

O nome Muse é uma abreviação do sistema de tratamento, “medicated urethral system for erections”, ou, em português, “sistema de medicação da uretra para ereções” em tradução livre.

O tratamento consiste em pequenos comprimidos que devem ser inseridos na abertura do pênis, a uretra, através de um aplicador especial, pressionando-se um botão no exterior do dispositivo.

No interior da uretra, o princípio ativo é liberado, sendo imediatamente absorvido pela região, oferecendo ao homem uma ereção mais duradoura, que pode chegar a uma hora.

O ingrediente ativo do Muse é o alprostadil, uma substância que age no organismo como vasodilatador e anticoagulante, oferecendo seus efeitos no prazo máximo de 10 minutos e fazendo com que o usuário tenha a ereção pelo tempo suficiente para manter relações sexuais.

Veja abaixo o sistema do Muse como medicação na uretra para ereções:

Muse: Sistema de medicação da uretra para ereções

Como funciona o Muse?

O Muse, dessa forma, é um medicamento para tratamento de disfunção erétil diferente de outros medicamentos. Em vez de ser tomado via oral, como ocorre com o Viagra, o Cialis ou outros fármacos, deve ser introduzido diretamente na uretra, utilizando o aplicado especial que acompanha os comprimidos.

Na uretra, o comprimido é dissolvido completamente, liberando ao alprostadil, seu princípio ativo, sendo, portanto, uma variante da terapia de injeção peniana, tratamento que não é muito agradável para a maior parte dos homens que não podem fazer uso dos comprimidos orais.

Alprostadil: princípio ativo do Muse

O Muse contém como princípio ativo o alprostadil, uma substância semelhante a prostaglandina EI, ou PGE1, que existe naturalmente no organismo humano.

A substância age no organismo como vasodilatador e anticoagulante, possibilitando que o sangue possa penetrar nos corpos cavernosos e oferecer ao usuário a ereção necessária, melhorando o fluxo sanguíneo e oferecendo uma ereção mais rápida.

A substância age diretamente no pênis, não se espalhando por outros órgãos, o que a torna uma alternativa mais segura para homens que não possam usar medicamentos orais.

Conheça a estrutura química do Alprostadil:

Ingrediente activo Alprostadil

Para quem o Muse é indicado?

O tratamento com o Muse deve ser indicado para determinados tipos de pacientes, principalmente aqueles para quem outros medicamentos orais contra a disfunção erétil não tenham surtido efeito, como os inibidores de PDE5.

Alguns grupos de pessoas que são impedidas de tomar comprimidos orais são os portadores de diabetes mellitus, pacientes que tenham tido algum tipo de lesão nos nervos da região genital, tanto por cirurgia quanto por traumas, ou pessoas que são impedidas de tomar inibidores de inibidores da PDE-5  em razão de sua condição física.

Quando o paciente possui alguma contraindicação, os medicamentos como Viagra, Levitra ou Cialis podem não trazer efeitos ou podem provocar efeitos colaterais graves. Torna-se, portanto, uma alternativa eficaz para esses homens poderem manter uma vida sexual ativa e normal.

Por se tratar de um medicamento que apresenta efeito localizado, o Muse não interfere com qualquer processo orgânico, não provocando, dessa maneira, os efeitos colaterais que outros medicamentos orais podem causar.

Como aplicar o Muse?

O Muse é comercializado em pequenos comprimidos numa embalagem que vem acompanhada por um aplicador de plástico, fino e tubular, com uma haste que deve ser encaixada na extremidade da peça onde deve ficar o comprimido.

O aplicador deve ser colocado na uretra com poucos centímetros e, em seguida, pressionado para injetar o comprimido no interior do canal do pênis.

A partir de sua inserção na uretra, o princípio ativo começa a agir, com a dissolução do comprimido pela própria umidade uretral, promovendo a vasodilatação de todos os vasos sanguíneos do pênis, oferecendo maior circulação sanguínea e provocando a ereção.

Os efeitos do Muse ocorrem no máximo em 10 minutos, podendo a ereção durar entre 30 a 60 minutos. A ereção ocorre mesmo sem estímulo sexual, já que se trata de um medicamento tópico, que atua diretamente no órgão sexual.

O processo, portanto, é um pouco mais complicado do que ingerir um comprimido. Dessa forma, o paciente, ao receber a prescrição para esse tipo de tratamento, deve ser convenientemente orientado pelo médico com relação ao procedimento.

No entanto, embora a princípio o uso do Muse possa parecer complicado ou dolorido, é muito menos complexo do que as injeções penianas, tendo ainda a conveniência de poder ser administrado uma vez por dia, o que não ocorre com as injeções.

Alguns homens podem ter medo de ferir a uretra durante a aplicação do medicamento ou mesmo de sentir dores. Contudo, desde que o paciente seja devidamente instruído com relação ao método, não existe qualquer risco.

O aplicador é inserido apenas alguns centímetros na uretra, ou seja, o suficiente para inserir o comprimido, não provocando qualquer tipo de desconforto.

Confira abaixo como o Muse é aplicado na uretra:

Como usar o Muse

Vantagens do Muse

A maior vantagem apresentada pelo tratamento com o Muse é provocar a ereção mesmo que o homem tenha problemas nos nervos responsáveis por esse processo, como, por exemplo, danificados ou prejudicados em razão de enfermidade ou traumas.

Além disso, o Muse também oferece vantagens para homens com disfunção erétil que não possam usar outros medicamentos, já que seu efeito é local, não afetando outros órgãos do corpo.

Desvantagens do Muse

A única desvantagem que o tratamento com o Muse pode apresentar é sua forma de aplicação, muito embora, depois de se tornar mais experiente, não provoque qualquer inconveniente.

Basta que o homem seja bem orientado com relação à aplicação, fazendo uso do aplicador que acompanha os comprimidos para que tenha uma ereção suficiente, garantindo uma vida sexual ativa e satisfatória.

Contraindicações do Muse

O Muse não deve ser prescrito para pacientes que tenham hipersensibilidade conhecida ao alprostadil, o princípio ativo, ou para pacientes que tenham anatomia no pênis anormal, como, por exemplo, estreitamento da uretra, hipospadia (curvatura grande do pênis), balanite, uretrites crônica ou aguda.

Além disso, também não é um tratamento indicado para homens que apresentem condições que possam causar priapismo, como trombocitemia, policitemia, mieloma múltiplo, leucemia, anemia falciforme ou predisposição à trombose venosa.

Também é importante salientar que o Muse não pode ser usado em relações homossexuais masculinas ou relações que não sejam vaginais, devendo ser evitado ainda em relações com mulheres grávidas sem uso de preservativo. Não deve sob nenhuma circunstância ser aplicado em mulheres ou homens menores de 18 anos.

Pacientes que tenham leucemia ou que tenham sido aconselhados à abstinência sexual por razões de saúde, como doenças cardíacas ou acidente vascular cerebral recente não devem usar o Muse.

O Muse não protege o homem ou a parceira de doenças sexualmente transmissíveis, como clamídia, gonorreia, herpes simples, hepatite viral, HIV, verrugas genitais ou sífilis. Se o homem apresentar qualquer tipo de doença transmissível pelo sexo, deve usar preservativo.

Efeitos colaterais do Muse

Contudo, o Muse também pode apresentar alguns efeitos colaterais em determinados pacientes, embora apenas um pequeno número esteja a eles sujeito. Os efeitos colaterais mais comuns podem aparecer como sensação de queimadura na uretra, dor no pênis, supressão da libido, ardor nos testículos e tontura.

Os efeitos colaterais são ligeiros, de uma forma geral, desaparecendo em pouco tempo. Uma consequência mais séria pode ser o surgimento do priapismo, com ereção superior a 4 horas. Nesse caso, o paciente deve procurar ajuda médica imediata.

O pênis também pode ficar curvado ou dobrado, e os testículos ficarem vermelhos, inchados e doloridos, ou ainda desenvolver caroços, com quistos contendo esperma. Essa também é uma condição que exige ajuda médica imediata.

Entre os efeitos colaterais do Muse, podemos destacar, pela sua frequência, de acordo com os estudos clínicos, os seguintes:

Efeitos colaterais mais frequentes, que podem atingir 1 em cada 10 pacientes:

  • Dor no pênis e na uretra;
  • Sensação de queimadura na uretra.

Efeitos colaterais frequentes, que podem afetar menos de 1 em cada 10 pacientes:

  • Dor de cabeça;
  • Tontura;
  • Espasmos musculares;
  • Baixa pressão arterial;
  • Hemorragia ligeira na uretra;
  • Dor nos testículos;
  • Sensação de ardor ou comichão na vagina da parceira;
  • Aumento da ereção;
  • Curvatura anormal do pênis (doença de La Peyroni);
  • Redução ou estreitamento da uretra.

Efeitos colaterais pouco frequentes, que podem afetar 1 em cada 100 pacientes:

  • Desmaio ou sensação de desmaio;
  • Sensação aumentada ou alterada no tato;
  • Inchaço nas veias das pernas;
  • Dores nas pernas;
  • Constipação;
  • Dor no períneo (entre o pênis e o ânus);
  • Aumento da frequência cardíaca;
  • Alargamento dos vasos sanguíneos;
  • Erupção na pele;
  • Aumento da transpiração;
  • Necessidade de urinar ou dor ao urinar.

Efeitos colaterais raros, que podem afetar 1 em cada 1.000 pacientes:

  • Infecção no trato urinário;
  • Alterações no pênis, tornando-o fibroso, dobrado ou curvado, principalmente depois de utilização prolongada do medicamento.

Efeitos colaterais muito raros, que podem afetar 1 em cada 10.000 pacientes:

  • Machas vermelhas ou brancas no pênis, com comichão (urticária).

Interações com outros medicament

O Muse pode interagir com medicamentos anti-hipertensivos, usados para o tratamento de pressão arterial alta, afetando a forma como o medicamento age.

Além disso, não deve ser indicado para quem esteja usando anticoagulantes, já que pode provocar sangramento na uretra.

O tratamento com Muse não pode ser indicado para quem utiliza simpaticomiméticos, medicamentos usados para tratamento de doenças cardíacas e de baixa pressão arterial, já que pode tornar menos eficazes os seus efeitos.

O uso de Muse com medicamentos vasoativos, que alteram o diâmetro dos vasos sanguíneos, também é incompatível, já que pode aumentar ou reduzir a pressão arterial.

O uso de descongestionantes, ou seja, medicamentos para a constipação, para febre do feno ou problemas sinusais, não deve ser feito juntamente com o Muse, já que ele pode ser menos eficaz.

O Muse também pode ser menos eficaz juntamente com inibidores de apetite e, além disso, não deve ser usado com outros medicamentos para problemas de disfunção erétil, como o Viagra ou o Cialis.

O paciente deve sempre informar o médico se estiver fazendo uso de qualquer medicamento, seja de prescrição ou não, quando for consultado.

Fontes:

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