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Deficiência de testosterona em homens

Em determinados momentos da vida o homem pode apresentar deficiência de testosterona em seu organismo, sendo esta uma situação mais comum durante a andropausa, o período em que o homem passa por uma fase semelhante (em termos de hormônios) como a menopausa das mulheres.

O homem com deficiência de testosterona não apresenta tanta vitalidade, pode perder massa muscular e não ter desejo sexual. A testosterona em níveis adequados permite reduzir o processo de envelhecimento, trazer mais energia e vitalidade.

Contudo, os benefícios da testosterona ainda não são bastante claros, podendo seus níveis exagerados ou reduzidos oferecer alguns riscos à saúde.

O que é a testosterona?

A testosterona é um dos principais hormônios do organismo humano, sendo um dos mais importantes para o sexo masculino. Encontrado tanto no homem quanto na mulher, sua quantidade, no entanto, é bem maior no organismo masculino, o que o leva a ser considerado como sinônimo da masculinidade.

Enquanto nas mulheres os níveis de testosterona variam entre 8 e 60 ng/dl, no corpo masculino esse nível está entre 240 e 950 ng/dl.

A testosterona não é considerada sinônimo da masculinidade sem qualquer motivo. Para o homem, o hormônio é fundamental para desenvolver os órgãos reprodutores, como os testículos e a próstata, além de permitir o surgimento das características sexuais secundárias, incluindo o aumento da massa muscular e da massa óssea e o crescimento de pelos no corpo masculino. Também é um fator determinante para o comportamento sexual masculino, já que é um hormônio responsável pelo aumento do desejo sexual.

Onde é formada a testosterona?

A testosterona é produzida nos homens principalmente nos testículos, sendo, a partir daí, liberada para o sangue. Sua produção e quantidade podem variar de acordo com o horário, havendo maior quantidade do hormônio pela manhã.

No organismo feminino, a testosterona é produzida nos ovários e no córtex adrenal, em quantidades bem menores do que no organismo feminino, sendo metabolizada, em ambos os sexos, através do fígado e excretada pela urina.

Qual é a função da testosterona?

Depois de produzida pelos órgãos determinados, no homem ou na mulher, a testosterona é enviada para a corrente sanguínea, sendo levada por certas proteínas do sangue. Distribuída por todo o organismo, a testosterona, ao chegar aos órgãos e tecidos onde será usada, se transforma em diidrotestosterona, ou DHT, uma forma mais potente da substância, que atende diversas necessidades orgânicas.

A função da testosterona no organismo

Entre as funções necessárias para o organismo, a testosterona atua nos seguintes órgãos e tecidos:

  • No aumento da densidade da massa óssea;
  • Na regeneração e no aumento da massa muscular;
  • No metabolismo dos lipídeos (gorduras) e na sua distribuição pelos órgãos e células;
  • Na hematopoese (formação, desenvolvimento e maturação dos elementos necessários para o sangue);
  • No aumento da libido e do desejo sexual e
  • No homem, para a produção de espermetozoides.

No sexo masculino, a testosterona é responsável durante a puberdade pelo surgimento das características sexuais secundárias, como o crescimento de pelos no corpo e no rosto, pela mudança na voz, sendo também uma das principais responsáveis pelo comportamento mais agressivo percebido nos homens.

Entre suas principais atuações no organismo masculino, a testosterona provoca mais células vermelhas no sangue masculino do que no feminino, gerando também maior proporção de massa muscular com relação à massa gorda.

Diante dessa atuação, a testosterona é usada em práticas esportivas por atletas através de anabólicos e esteroides, para provocar hipertrofia, ou seja, maior crescimento da massa muscular.

O homem precisa tanto de testosterona quanto a mulher precisa de estrogênio, o hormônio feminino responsável pelas características apresentadas pelo sexo feminino.

Quando ocorre a deficiência de testosterona?

A deficiência de testosterona no corpo masculino é conhecida como hipogonadismo, ocorrendo de forma mais frequente no início da terceira idade, durante a andropausa, da mesma forma que, na mulher, ocorre a menopausa.

No entanto, ao contrário da menopausa, fase pela qual passa toda mulher num tempo relativamente curto, no homem a andropausa muitas vezes nem é percebida, já que os níveis de testosterona são reduzidos gradualmente e continuamente. Nessa fase, os testículos começam a reduzir a produção de testosterona, começando a partir dos 30 anos e reduzindo uma média de um por cento ao ano.

Dessa forma, diferente da mulher, que não tem como contornar os efeitos da menopausa, o homem não passa pelo mesmo processo, não conseguindo nem perceber os efeitos da redução de testosterona.

Com isso, aos poucos, durante o envelhecimento, o homem vai perdendo a quantidade de testosterona no organismo, embora não perca as características masculinas forjadas pelo hormônio. Com o tempo, os níveis existentes de testosterona podem apresentar algumas situações adversas, podendo sobrevir doenças congênitas ou desordens da hipófise, além de problemas na próstata e nos testículos.

Outras condições externas, aliadas ao baixo nível de testosterona, podem provocar a obesidade, principalmente com o aumento da gordura abdominal, e, como consequência do uso de bebidas alcoólicas, tabagismo e estresse, entre outras, os níveis de testosterona costumam ser mais reduzidos.

Quais são os sintomas da deficiência de testosterona?

Quando há deficiência de testosterona durante a puberdade, o adolescente pode não desenvolver totalmente as características masculinas, além de poder ser vítima de infertilidade. Em homens mais velhos, a falta de testosterona pode levar a casos de osteoporose, reduzindo a densidade da massa óssea, provocando também a redução de massa muscular e, em alguns casos, levando à anemia.

Com baixos níveis de testosterona, o homem sente redução no desejo sexual, com perda gradual da libido, e à disfunção erétil ou impotência, quadros físicos que podem levar a sintomas psicológicos, como a depressão, por exemplo.

Como o médico diagnostica o hipogonadismo relacionado à idade?

Para o tratamento de deficiência de testosterona, o médico deve fazer o diagnóstico, medindo os níveis de deficiência hormonal em primeiro lugar. Para isso, é necessário determinar os níveis de testosterona no sangue, que também podem ser analisados através de exames de saliva ou de urina.

Como os níveis de testosterona normalmente são mais altos durante a manhã, os exames devem ser feitos em horários matutinos.

Outros exames que podem constatar e atestar os baixos níveis de testosterona são a densidade óssea, que pode ser feita através de exames de raio X.

É importante, para o médico, esclarecer se a deficiência de testosterona é provocada pelo avanço da idade ou se por algum outro processo patológico, podendo, dessa maneira, fazer o diagnóstico completo e prescrever o tratamento mais adequado.

Como funciona a terapia de reposição da testosterona?

A terapia de reposição de testosterona, de forma mais frequente, pode ser feita com o gel de testosterona, que pode ser aplicado diariamente sobre a pele, nos braços, nos ombros e no abdômen.

A testosterona é, assim, absorvida pela pele e, em seguida, distribuída através da corrente sanguínea pelo corpo todo.

Outros métodos de reposição de testosterona incluem o uso de injeções, de comprimidos ou emplastros.

No caso de a deficiência de testosterona apresentar problemas de disfunção erétil, o médico deve analisar cuidadosamente o caso antes de prescrever a reposição de testosterona, podendo optar por tratamentos alternativos.

Quais os riscos associados à reposição de testosterona?

Os riscos associados à reposição de testosterona têm sido objeto de diversos estudos e pesquisas. Em longo prazo, todos os riscos ainda não foram totalmente mapeados, mas, segundo a medicina, as investigações atuais constataram que existem alguns riscos que podem acometer a durante a reposição hormonal:

Câncer de próstata

Os pesquisadores chegaram à conclusão que o uso excessivo de testosterona pode levar ao desenvolvimento do câncer de próstata. Pesquisas levadas a efeito através da Harvard Medical School demonstram que o câncer de próstata em decorrência da substituição hormonal é comum em homens mais velhos, quando os níveis do hormônio são mais baixos.

Doenças hepáticas

Os riscos de doenças hepáticas, como hepatoxicidade, são mais altos quando o paciente é submetido à substituição ou reposição de testosterona por via oral, através de comprimidos.

O uso de géis, injeções ou emplastros reduzem o risco de doenças hepáticas, o que os torna mais recomendados pelos médicos.

Doenças cardiovasculares

Os riscos de desenvolvimento de doenças cardiovasculares ainda não foram completamente estudados. Enquanto algumas pesquisas demonstram que a testosterona oferece um efeito protetor, outros demonstraram que a testosterona pode aumentar o risco de problemas cardíacos.

Aumento do colesterol e de gordura no sangue

Também nesse aspecto a medicina ainda não chegou a uma conclusão sobre a reposição de testosterona. De uma forma geral, no entanto, sabe-se que o hormônio pode aumentar os níveis de colesterol, principalmente em idades mais avançadas.

Apneia do sono

Pelo menos dois em cada cem adultos são acometidos por um distúrbio respiratório durante o sono, a síndrome da apneia do sono, quando ocorrem pausas respiratórias durante o período noturno, levando à deficiência de oxigenação no cérebro. Quando combinado com outros fatores, como a obesidade e o uso de bebidas alcoólicas, o tratamento com testosterona pode aumentar os riscos desse problema.

Ginecomastia

O uso de testosterona, como já foi comprovado, pode aumentar as glândulas mamárias no homens, o que recomenda que um tratamento deve ser acompanhando por especialistas médicos.

Fertilidade

O tratamento de reposição de testosterona pode provocar encolhimento nos testículos, levando, em alguns casos, à redução na fertilidade masculina.

Reações na pele

Em alguns pacientes, a reposição de testosterona promovida através de adesivo ou gel pode provocar reações na pele, como comichão e vermelhidão. Além disso, alguns homens podem apresentar desenvolvimento de acne, também em consequência do uso de testosterona em reposição.

Como posso aumentar o meu nível de testosterona?

Os níveis de testosterona podem ser influenciados pelo estilo de vida. Uma pessoa que mantém dieta equilibrada, prática moderada de atividades físicas, que não consome bebidas alcoólicas excessivamente e que cuida do próprio peso, principalmente a gordura abdominal, raramente apresenta níveis baixos de testosterona.

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