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Conheça as causas e efeitos psicológicos da disfunção erétil

A impotência sexual masculina não só é muito prejudicial ao desenvolvimento da vida sexual do homem, como também pode afetar na vida psicossocial dele, ou seja, pode trazer a esta pessoa um medo de ter um relacionamento, de contar suas dificuldades para os seus amigos e de acabar ganhando alguma reputação, diante dessa dificuldade que, muitas vezes é resultado de algum problema do organismo ou até mesmo de problemas psicológicos.

Por isso neste artigo, vamos te mostrar os principais efeitos psicossociais da impotência sexual que podem ser observados na vida masculina e como é possível reverter essa situação.

A disfunção erétil acontece devido a doenças psicológicas?

Pesquisas revelam que 10 a 20% dos pacientes com disfunção erétil apresentam como causa da doença fatores psicológicos. Nesses quadros, eventos traumáticos, experiências vivenciadas ainda na infância, bem como acontecimentos que agregam alta carga emocional, podem interferir o pleno desfrute da relação sexual e a aptidão a ereção.

São consideradas principais causas da disfunção erétil psicológica:

  • Ansiedade e terror ao fracasso:

Em razão de valores disseminados pela cultura muitos homens apresentam fantasias que inibem, angustiam e interfere sua atuação frente a uma parceira sexual. O elevado temor a uma possível falha durante o seu desempenho no ato, por exemplo, pode instalar um quadro de desequilíbrio emocional e não ereção.

  • História de vida:

Pacientes com histórico de relacionamentos amorosos frustrados, traumas, perdas, baixa auto estima, sentimento de inadequação, dificuldade de aceitação e deturpação da auto imagem podem manifestar a doença.

  • Quadro depressivo:

A depressão bem como o uso contínuo de medicamentos voltados ao seu combate podem explicar os casos de disfunção erétil. Nessas situações é comum o paciente apresentar diminuição da libido e do interesse sexual.

  • Acúmulo de cargas emocionais:

Eventos estressores relacionados à vida conjugal, condição financeira, responsabilidades profissionais e exigências pessoais podem colaborar para o aumento da tensão, do sentimento de culpa e do desgaste físico e emocional, que pode gerar a disfunção erétil.

História da vida sexual

Alguns problemas de disfunção erétil também podem estar ligados a traumas vividos na infância e na adolescência. A experiência com uma primeira vez desastrosa que não aconteceu como se imaginou, o histórico de abusos sexuais e estupros na infância ou na adolescência, entre outros, podem desencadear impotência sexual.

Um indivíduo que passou por um trauma de abuso sexual, por exemplo na infância, seja ele homem ou mulher, pode ter uma visão errada do que é o sexo, pode ver a atividade sexual como algo que já trouxe sofrimento e praticar o sexo apenas por pressão da sociedade. Além disso, é muito comum a experiência de impotência em homens jovens, quando estão iniciando a sua vida sexual, o que pode os tornar inseguros em outras experiências

Para as mulheres isso por vezes resulta num orgasmo forçado e baixa líbido, e para os homens pode resultar em uma disfunção sexual permanente, que exige terapia e, muitas vezes, tratamento medicamentoso.

Como a disfunção erétil afeta o psicológico?

A disfunção erétil, quando não tratada, pode gerar prejuízos à qualidade de vida na esfera pessoal, social e inter-relacional. Dentre os possíveis efeitos psicológicos destacam-se:

  • Sentimento de impotência:

A ideia de virilidade, altamente abordada pelo público masculino, pode ser confundida com a noção de potencialidade. Nestas situações, longe de entender a doença como uma questão a ser tratada, muitos pacientes passam a apresentar uma visão generalista de inferioridade e fracasso. São comuns discursos como: "sou perdedor", "nem uma mulher sou capaz de satisfazer", dentre outros.

  • Culpa:

Dificuldades que impeçam a satisfação sexual podem gerar conflitos, cobranças e até discursos que desqualificam o parceiro. Tal cenário, além de agravar o quadro pode favorecer o sentimento de culpa e a instabilidade emocional.

    Depressão e ansiedade

    Pesquisam avaliam que episódios depressivos e até um diagnóstico de depressão podem se manifestar em número expressivo de pacientes, pois o sujeito passa a lidar com um desejo sempre irrealizável - a incapacidade em estabelecer ereção. Esta realidade favorece o sentimento de profunda tristeza, angustia, baixa auto estima e impotência.

    A disfunção erétil pode ser tratada e curada a partir de um tratamento especializado. Pesquisas apontam que 90% dos casos são bem sucedidos e podem envolver o apoio de uma equipe multidisciplinar, como psicólogo, andrologista e urologista; além da adoção de exercícios e alterações no estilo de vida.

    Como indicado no início, é muito comum casos de impotência por fatores psicológicos também podem influenciar bastante no desempenho sexual.

    Depressão

    Doenças como a depressão, podem fazer com que o interesse pelo sexo diminua, assim como por outras atividades quotidianas.

    Esse fator é facilmente explicado, por conta da tristeza que um indivíduo com depressão sofre, pelo sentimento de incapacidade e também pelo pessimismo constante de que, nem os relacionamentos, podem dar certo.

    Ansiedade

    A ansiedade, como também já dissemos, pode ser outro fator que contribui para impotência sexual masculina. Se sentir ansioso mesmo para outros setores, pode acabar influenciando a qualidade do sexo e o tempo de ereção.

    Há também a ansiedade dos adolescentes pelo sexo e por ter um desempenho satisfatório, que também podem levar a disfunção erétil.

    Quando crônicos, esses problemas emocionais podem também acabar gerando uma disfunção erétil permanente, que exige um tratamento médico e com medicamentos. Por isso, é sempre importante procurar um médico e também tratar dos problemas emocionais para que outros setores da vida e o sexo não saiam prejudicados.

    Baixa auto-estima

    A baixa autoestima é outro agravante que pode resultar na disfunção erétil. Assim como é mais frequente com a mulher, muitos homens podem se sentir descontentes com seu corpo, seja em termos de peso, ou com o tamanho de seu pênis, o que leva a um sentimento de vergonha e pode fazer com que exista um sentimento constante de pressão em impressionar a companheira com outros atributos, como um desempenho sexual de excelência.

A disfunção erétil no relacionamento

A disfunção erétil não se categoriza pela ausência de libido ou diminuição do interesse sexual, mas pela inabilidade em apresentar ereção para manter a relação sexual.

Embora muitos estudiosos contestem, o sexo é movido sim a sentimentos e quando existem atritos ou algum nível de decepção entre parceiros, fazendo a relação perder a "chama", isso pode levar a sintomas de disfunção erétil e, consequentemente, impotência sexual.

É possível notar, por exemplo, uma disfunção erétil situacional que decorre do problema de relacionamento quando, após uma briga o casal resolve fazer sexo e a impotência ocorre.

Apesar de potencialmente resolvida, o conteúdo da briga ainda pode soar como uma espécie de aversão e o sexo, consequentemente, torna-se menos prazeroso e com ares de obrigação, o que pode resultar na disfunção erétil.

Para esses casos é muito importante que exista sempre um diálogo com a parceira, discutir a relação, tornar as os temas negativos em situações mais abertas, pode levar a um melhor relacionamento e consequente melhor ato sexual.

Alguns homens também notam um desempenho sexual comprometido quando têm uma relação extraconjungal, ou seja, quando traem as parceiras. Essa disfunção erétil tende a ser explicada pelo fator do medo de ser flagrado, da insegurança e também da tristeza em estar decepcionando outra pessoa.

Essa realidade pode contribuir para o surgimento de conflitos na relação amorosa, tais como:

  • Sentimento de desconfiança por parte do casal:

Nele: O receio de traição.

Nela: Fantasias quanto à capacidade em despertar prazer no parceiro.

  • Crises no relacionamento conjugal:

Alguns pacientes protelam o início a um tratamento especializado por julgarem a disfunção erétil passageira ou administrável. No entanto, esta escolha pode aumentar o nível de descontentamento dos parceiros, a dificuldade em dialogar abertamente a respeito e a tendência ao silenciamento e distanciamento do tema.

  • Mudança de papéis

A dificuldade em lidar com o assunto pode contribuir para o deslocamento das posições ocupadas pelo sujeito em relação ao próprio desejo. Frente ao receio a repetição de uma situação desconfortável (não conclusão do ato) o casal, ainda que de maneira não consciente, pode passar a alimentar uma relação distante ou baseada estritamente na amizade e no coleguismo, distanciando-se dos seus interesses libidinais.

  • Afastamento e inibição social

A ausência de tratamento pode gerar a médio e longo prazo sentimentos de insatisfação, vergonha, culpa, inferioridade e angústia. Em razão destes fatores, alianças conjugais podem ser comprometidas e relações interpessoais evitadas frente ao receio ao fracasso.

Libido e Sexualidade

A libido é responsável pelos índices de desejo sexual, ou seja, pelo quanto de vontade de relações sexuais que um homem ou uma mulher podem ter. Quando um homem apresenta um quadro de impotência sexual é natural que um dos fatores mais atingidos seja a falta de interesse no sexo, ou seja, a falta de libido.

Com a falta de libido um homem perde o interesse pela sexualidade e isso pode desencadear na disfunção erétil (dificuldade de manter a ereção) e até mesmo na dificuldade de se chegar ao orgasmo durante o ato sexual.

Existem diversas causas atreladas a falta de libido, como problemas hormonais, ou mesmo doenças que podem desencadear nessa falta de interesse sexual. Alguns medicamentos podem ter como um dos sintomas de efeito colateral a falta de interesse no sexo.

Algumas drogas, o cigarro e o excesso de bebidas alcoólicas também podem ser agentes causadores da impotência sexual e, consequentemente, contribuírem para a baixa da libido.

A identificação do problema

O principal sintoma da impotência sexual causada pela baixa libido é o desinteresse pelo sexo. As mulheres acabam sofrendo mais da falta libido do que o homem, por conta de maiores períodos de mudanças hormonais, o que faz com que alguns parceiros já estejam indiretamente preparados para o desinteresse pelo sexo em momentos de menopausa, ou após a gestação, por exemplo.

Já nos homens a perda de libido é menos esperada, identificar uma falta de interesse do homem em fazer sexo pode gerar preocupação em seus parceiros. E quando o homem acaba fazendo sexo, mesmo que sem desejo, somente para não demonstrar essa baixa libido, as consequências, como já dissemos, podem ser de impotência durante o ato sexual, dificuldades em manter a ereção e de ter o orgasmo.

E uma pessoa que tem o interesse sexual diminuído também pode acabar sofrendo com o psicossocial. É difícil para um homem, por exemplo, falar em seu grupo de amigos que perdeu o interesse que tinha antes pela sexualidade, ou mesmo negar o sexo para sua companheira. O que causa uma série de conflitos internos e até mesmo o medo de se relacionar e acabar frustrando sua companheira.

Como lidar com a situação

Para um homem é muito complicado conversar com um amigo, com um médico sobre o que está passando. Falar em um grupo de amigos que está sofrendo perda de libido, pode gerar gozações, e até piadas de mal gosto, por isso poucos homens conseguem conversar abertamente sobre o que estão passando e sobre as dificuldades que acabam tendo de relacionamentos diante disso.

Mas, é muito importante que ao sofrer de impotência sexual o individuo se faça preparado para uma conversa sincera com um amigo para desabafar. É esse amigo de confiança que pode oferecer uma palavra de e realmente ajudar na procura de tratamento médico.

Esse é um problema, infelizmente, muito comum, mas pouco discutido.

A desinformação, mitos, tabus que repercutem na vida sexual do homem

Hoje muitas são as discussões que norteiam os discursos sexistas, ou seja, aqueles recheados de excessos de machismo que dizem que o homem é que deve ocupar o melhor cargo em empresas, ou é sempre do homem o salário maior e isso também se reflete na vida sexual, onde o homem é visto como o responsável pelo sexo e o que tem que sempre está pronto para a atividade sexual.

Essa pressão dos tabus acaba prejudicando tanto o desenvolvimento da nossa sociedade, como também da nossa vida pessoal. Muitos homens se sentem sempre na obrigação, diante desses discursos, de serem sempre excelentes no sexo, de chegarem a ereção rapidamente e não falharem nunca. A impotência sexual é motivo de chacota entre os amigos.

Mas, não deve ser assim. Tanto o homem e a mulher podem ter dias em que não têm apetite sexual, e ao forçá-lo nessas situações pode levar a um quadro de disfunção erétil situacional.

Este tipo de disfunção é também comum nos adolescentes que se sentem na obrigação de terem o melhor desempenho, mesmo com tão pouca ou nenhuma experiência. É essencial procurar informação e despir-se de preconceitos, mesmo existindo pressão de amigos ou companheira, evitando assim casos de impotência sexual.

Importância de conversar com parceira(o)

Outra pessoa que você deve estar ciente sobre o que está acontecendo, é o seu parceiro(a), principalmente se você é casado, namora há muito tempo e costumava antes ter uma atividade sexual ativa. Mesmo que você tente esconder, sua companheira certamente percebe que o interesse pelo sexo já não é mais o de antes e que as dificuldades de ereção são maiores.

É importante você conversar com ela ou com ele, tanto para manter uma relação de sinceridade, quanto para ter seu apoio durante o tratamento que precisar fazer.

Algumas mulheres podem acabar desconfiando da falta de interesse em sexo de um homem e acabar culpando ele de ter amantes ou relacionamentos extras, por conta disso. Ou então achar que o problema está com elas e que o amor já não é mais o mesmo.

Por isso, para deixar claro que trata-se de outras questões seja sincero e diga tudo que você está sentido e explique as dificuldades que estão ocorrendo, certamente ela ou ele, vai te ajudar a seguir em frente nos tratamentos necessários para o relacionamento voltar a ser o que era antes.

Busca de ajuda

A ajuda se faz muito necessária nesses casos, pois, além de ter o problema de impotência sexual identificado, o homem também pode acabar sofrendo sintomas depressivos por conta desse quadro.

Porém, nem sempre à procura de um médico é fácil, muitos homens sentem receio de procurar um médico e relatar seu problema.

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