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Cirurgia de Desvio biliopancreático com troca duodenal

A cirurgia de desvio biliopancreático com troca duodenal altera o processo normal de digestão, deixando o estômago num tamanho menor. Com a cirurgia, uma parte do alimento passa diretamente para o intestino delgado, fazendo com que o paciente absorva menos calorias.

Como se trata de uma cirurgia que envolve riscos, a cirurgia de desvio pancreático com troca duodenal é indicada para pessoas que estão muito obesas, ou quando são portadoras de obesidade mórbida, e que não tenham sido capazes de reduzir o peso de outra forma.

Nesse caso, a cirurgia só pode ser indicada para pessoas que tenham o IMC – Índice de Massa Corporal acima de 50.

O que é a Cirurgia de Desvio biliopancreático com troca duodenal?

A cirurgia de desvio biliopancreático com troca duodenal é uma associação entre a cirurgia gastrectomia vertical, quando uma parte do estômago é retirada (pelo menos 85% dele) e do desvio intestinal.

O desvio faz com que o alimento passe por um caminho, enquanto que os sucos digestivos, ou seja, a bile e o suco pancreático, passem por outro, encontrando-se apenas a um metro antes do final do intestino delgado. Dessa forma, a cirurgia inibe a absorção de calorias e nutrientes.

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Ao contrário da cirurgia de baypass, esse procedimento mantém o estômago maior, encurtando mais o intestino, havendo menos restrição e, também, menos absorção dos nutrientes.

A técnica aplicada nesse tipo de cirurgia permite maior ingestão de alimentos e reduz a intolerância alimentar, além de promover maior perda de peso. No entanto, pode apresentar problemas ao paciente, como flatulência, diarreia, desnutrição e deficiência de vitaminas.

A cirurgia de desvio biliopancreático, atualmente, é aplicada em apenas 5% dos procedimentos cirúrgicos para perda de peso. A redução média de peso em pacientes que passaram pela cirurgia é de 40 a 50% do peso inicial.

Como funciona a Cirurgia de Desvio biliopancreático com troca duodenal?

A cirurgia de desvio biliopancreático com troca duodenal remove a parte do intestino onde a maior parte de vitaminas e sais minerais são mais facilmente absorvidos. Em razão disso, o paciente pode apresentar uma deficiência em ferro, magnésio, cálcio e vitaminas.

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Por isso, depois da cirurgia, é importante que o paciente tenha uma dieta equilibrada, com nutrientes suficientes em todas as refeições, todos os dias, para prevenir deficiências de vitaminas e minerais.

Além disso, em parte dos casos, o paciente precisa das orientações de um nutricionista para fazer um planejamento de suas refeições e também pode precisar tomar suplementos de vitamina B12.

Cirurgia de Desvio biliopancreático com troca duodenal é adequada para o meu caso?

Apenas o médico pode definir se a cirurgia de desvio biliopancreático com troca duodenal é adequada para cada paciente. Isso porque uma parte do estômago é removida, reduzindo a quantidade de alimentos que o paciente costuma comer.

Ao ignorar parte do intestino durante a digestão, o paciente também vai absorver menos calorias, o que o leva a perder peso. Além disso, o paciente também precisa adotar novos hábitos, mais saudáveis, com alimentação equilibrada e atividade física regular.

Como também se trata de uma cirurgia de risco, o médico deve analisar com cuidado as condições físicas do paciente antes de definir se é ou não adequada para ele.

Ao considerar Cirurgia de Desvio biliopancreático com troca duodenal

A cirurgia de desvio biliopancreático pode ser feita através de um grande corte na barriga, uma técnica cada vez menos aplicada, ou através d um pequeno corte, usando pequenas ferramentas e um laparoscópio, com uma pequena câmera para orientar o cirurgião durante o procedimento.

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Antes de se decidir, se houver essa indicação do médico, o paciente deve ter conhecimento de todas as condições oferecidas depois da cirurgia, inclusive os fatores positivos e negativos que ela irá apresentar.

Fatores positivos sobre a Cirurgia de Desvio biliopancreático com troca duodenal

Entre os fatores positivos da cirurgia de desvio biliopancreático com troca duodenal, podemos considerar os seguintes:

  • Normalmente, a cirurgia resulta em alto grau de satisfação para o paciente, uma vez que ele vai conseguir fazer refeições maiores do que as que faria com um procedimento restritivo ou com gastroplastia padrão com derivação em Y de Roux.
  • A cirurgia de desvio biliopancreático também pode gerar uma maior perda do peso em excesso, já que fornece menor índice de absorção dos nutrientes;
  • Os estudos aplicados em pacientes que fizeram a cirurgia constataram que os pacientes perderam a maior parte do peso em excesso na seguinte proporção: 74% do peso em um ano; 78% em dois anos; 81% em três anos; 84% em quatro anos e 91% em cinco anos;
  • A manutenção do novo peso adquirido em longo prazo se torna bem mais sucedida do que em outros tipos de cirurgia, desde que o paciente se adapte às novas condições, mantendo uma dieta equilibrada, com boa quantidade de nutrientes e fazendo exercícios físicos regularmente.

Fatores negativos sobre a Cirurgia de Desvio biliopancreático com troca duodenal

Os fatores negativos da cirurgia de desvio biliopancreático aparecem nos primeiros tempos depois do procedimento, havendo um período de adaptação intestinal, quando os movimentos do intestino podem ser mais frequentes, produzindo fezes mais líquidas.

A condição tende a ser reduzida ao longo do tempo, embora possa ocorrer de forma permanente, pelo resto da vida.

Além disso, o paciente pode ter inchaço intestinal, com evacuação de cheiro mais forte e mais flatulência, com o intestino produzindo mais gases.

Durante os primeiros meses após a cirurgia, o paciente deve passar por um monitoramento bastante rigoroso, que pode se estender por alguns anos com relação à nutrição, já que a cirurgia pode provocar anemia e problemas ósseos.

O paciente também deve fazer um complemento vitamínico pelo resto da vida. Em pacientes que passaram pela cirurgia, observou-se que pelo menos 25% deles desenvolveram problemas de saúde que precisaram de tratamentos mais sérios.

A cirurgia cria diferenças na estrutura intestinal, que podem aumentar o risco de desenvolvimento de cálculo biliar, com necessidade de cirurgia para sua remoção.

Por fim, pode ocorrer o redirecionamento de sucos biliares e pancreáticos para fora do estômago, situação que pode causar irritação intestinal e úlceras.

Preparando-se para uma Cirurgia de Desvio biliopancreático com troca duodenal

Quando o paciente é qualificado para a cirurgia de desvio biliopancreático, o médico responsável deve fornecer todas as instruções para sua preparação, devendo o paciente seguir rigorosamente as regras determinadas para se preparar para a cirurgia.

Em qualquer caso de cirurgia para perda de peso, o paciente deve passar por uma série de exames laboratoriais, podendo haver restrições com relação a diversos alimentos e bebidas, ter necessidade de usar alguns medicamentos e, muito provavelmente, começar um programa de atividades físicas. Se o paciente for fumante, deve abandonar definitivamente o vício.

O médico também deve propor um planejamento para o período de recuperação depois do procedimento cirúrgico.

O que acontece na Cirurgia de Desvio biliopancreático com troca duodenal

A cirurgia de desvio biliopancreático deve ser feita em hospital ou clínica devidamente preparada para atender qualquer emergência e o paciente passa por anestesia geral, ficando inconsciente durante todo o procedimento.

Cada cirurgia vai depender da situação orgânica do paciente, do seu tipo e das práticas hospitalares e do médico responsável.

Atualmente, a maior parte das cirurgias para perda de peso dispensam as incisões tradicionais, muito maiores, quando se abre o abdômen. Os médicos dão preferência a incisões menos invasivas, fazendo a cirurgia com o uso da laparoscopia, com pequenas incisões por onde faz o procedimento enquanto acompanha a geração de imagens do laparoscópio.

O laparoscópio é um pequeno instrumento tubular, contendo uma câmera numa de suas pontas, que também é inserido no abdômen através de uma pequena incisão. A câmera vai possibilitar que o cirurgião possa fazer a cirurgia, causando menos danos ao paciente.

Com pequenas incisões, o paciente vai ter uma recuperação muito mais rápida, com menos dores. No entanto, é preciso lembrar que se trata de uma cirurgia que não pode ser aplicada em todos os casos.

A cirurgia de desvio biliopancreático pode demorar algumas horas e, depois do procedimento, o paciente deve ir para uma sala de recuperação, onde será acompanhado por uma equipe médica, fazendo o monitoramento de suas condições físicas e evitando qualquer tipo de complicação.

No hospital, o paciente pode permanecer entre 3 a 5 dias, dependendo de sua capacidade de recuperação.

Depois da Cirurgia de Desvio biliopancreático com troca duodenal

Depois da cirurgia, o paciente vai sentir dores, precisando tomar medicamentos para alivia-las durante a primeira semana, pelo menos. O corte feito no abdômen sempre é bastante sensível e dolorido, até sua completa cicatrização.

O paciente deve seguir as recomendações médicas com relação à alimentação, devendo se alimentar apenas de líquidos durante o tempo determinado pelo médico e, depois da cicatrização, comer a quantidade determinada, já que vai se sentir satisfeito mais rapidamente.

Em alguns casos, os alimentos podem dessagrar no intestino delgado de forma mais rápida e frequente, situação que é denominada de síndrome de dumping, que pode provocar diarreia, deixando o paciente mais fraco, instável e com náuseas.

O paciente também pode se sentir desnutrido, sendo necessário ter o acompanhamento de um nutricionista enquanto se recupera e se acostuma com sua nova condição.

Efeitos colaterais da Cirurgia de Desvio biliopancreático com troca duodenal

Dependendo de como a cirurgia for realizada, se com incisão maior ou através da laparoscopia, o paciente terá que dar especial atenção às suas atividades durante o período de recuperação.

Efeitos comuns Efeitos raros
Dores musculares Desidratação
A pele seca Úlcera no estômago
Mudanças de humor Hipoglicemia
Fadiga Úlceras hemorrágicas
Sentindo-se intolerância ao frio ou frio Hérnia local da incisão
A perda de cabelo e queda de cabelo Pedras nos rins
A deficiência de vitamina A Intolerância a certos tipos de alimentos

Caso o paciente tenha passado por uma cirurgia normal, deve evitar levantar peso ou fazer exercícios mais pesados enquanto não estiver plenamente recuperado. Nesse tipo de cirurgia, o paciente provavelmente consegue se recuperar e voltar à sua rotina normal num período de 4 a 6 semanas.

Se passar pela cirurgia laparoscópica, o retorno ao trabalho poderá ser em até 3 ou 4 semanas, no máximo.

Possíveis efeitos secundários do Cirurgia de Desvio biliopancreático com troca duodenal em longo prazo

Alguns efeitos secundários normalmente ocorrem depois da cirurgia de desvio biliopancreático e o médio deve dar instruções específicas sobre o que o paciente deve comer depois do procedimento.

Durante o primeiro mês após a cirurgia, o estômago só pode receber pequenas quantidades de alimentos, moles e líquidos. O paciente também deve tomar bastante água para evitar problemas de desidratação.

Os movimentos do intestino também se tornam diferentes, o que é comum, podendo ocorrer obstrução, diarreia ou flatulência. É preciso evitar esforços com os movimentos intestinais.

Complicações da Cirurgia de Desvio biliopancreático com troca duodenal

Os problemas mais comuns em todas as cirurgias de perda de peso podem incluir infecção na incisão, fuga do alimento a partir do estômago para dentro da cavidade abdominal ou peritonite, quando o intestino fica grudado, além de coágulo de sangue nas pernas, a trombose venosa profunda (TVP).

Mais raramente pode ocorrer embolia pulmonar, cálculos biliares e condições de deficiência nutricional, com o aparecimento de anemia ou osteoporose.

Quais são as alternativas para uma Cirurgia de Desvio biliopancreático com troca duodenal?

Quando uma pessoa está com obesidade acima do comum, ou obesidade mórbida, emagrecer em longo prazo é bastante complicado. A maior parte dos obesos passa por um grande número de programas de emagrecimento, obtendo normalmente poucos resultados.

Além disso, quando conseguem emagrecer, o maior desafio é manter o peso obtido. Na maior parte dos casos, a pessoa passa pelo efeito sanfona, recuperando o peso perdido e partindo para uma nova dieta, entrando num círculo vicioso.

As alternativas para perda de peso podem ser resumidas em apenas duas, como destacamos a seguir:

Intervenção de estilo de vida

A intervenção de estilo de vida é uma das alternativas, devendo a pessoa obesa mudar radicalmente sua alimentação, mantendo uma dieta equilibrada, com a quantidade certa de nutrientes, e praticar exercícios físicos regularmente.

Com esse tipo de intervenção, a pessoa pode perder peso de forma moderada, ao longo do tempo, e isso exige persistência e determinação, não se conseguindo sucesso se não seguir à risca as recomendações médicas.

Farmacoterapia e medicação com perda de peso

Além da intervenção de estilo de vida, a pessoa obesa pode procurar, através de seu médico, os medicamentos desenvolvidos para perda de peso e que são aprovados pelos órgãos de fiscalização, como é o caso de Xenical.

Com o Xenical, é possível conseguir uma perda de peso entre 5 a 10% no prazo de um ano, havendo condições de manter os resultados em longo prazo.

Embora se mostre bastante eficaz, o tratamento com Xenical deve ser continuado, já que o obeso pode recuperar rapidamente seu peso anterior se interromper o tratamento. Além disso, é preciso levar em conta a dieta equilibrada e a rotina de exercícios para obter resultados mais duradouros.

Fontes:

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